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23 de abril de 2017

QUE OS MAIS VELHOS ENSINEM OS MAIS JOVENS SOBRE AS ESCRITURAS.















DEVEMOS FAZER UM CURSO DE TEOLOGIA
PARA ENTENDERMOS AS ESCRITURAS?


A rigor o estudo de teologia foi emprestado do catolicismo. NÃO existe qualquer indicação na Palavra para que se criassem escolas teológicas como as que vemos hoje. Há, obviamente, a exortação para que os mais velhos ensinassem os mais jovens, mas isso é muito diferente de se criar uma grade curricular, fazer provas, tirar diplomas etc.

Por sinal, quem poderia de sã consciência e dentro do que aprendeu com o Criador, dizer-se "Doutor em Divindade" ou "Mestre em Bíblia"? E considerando que "Subindo (o nosso Salvador) ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens". Quem poderia considerar que seu dom de pastor lhe foi outorgado por uma junta de homens após ter concluído um curso universitário?

O que se ver hoje na cristandade passa batido porque nos acostumamos (como é o caso das faculdades de teologia, títulos eclesiásticos etc.), mas se fizéssemos um exame minucioso dessas coisas nas Escrituras para, como os de Beréia, ver se essas coisas eram de fato assim, ficaríamos extremamente surpresos.

O melhor lugar para o cristão aprender é quando se reúne com seus irmãos em liberdade do Espírito, para que Ele possa usar o dom que Ele escolher (e não apenas um orador previamente diplomado e designado para isso) para a edificação do corpo.

"Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados".

Quando ouvimos a leitura de um versículo é preciso ler o imediatamente anterior para entender o contexto:

"Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis".

João está falando do antídoto contra o engano, que é o Espírito Santo que habita no crente e o capacita a entender a Palavra do Criador e a discernir se uma voz qualquer não é a do Pastor.

Obviamente este "não tendes necessidade de que alguém vos ensine", não diz respeito ao crente não precisar mais aprender de outros cristãos, mas está relacionado aos que enganavam e tentavam ensinar coisas que não tivessem sido ensinadas pela Palavra do Criador revelada aos apóstolos, verbalmente na ocasião, ou como a temos hoje nas epístolas.

Quanto à necessidade de aprender uns dos outros (aquilo que é segundo a Palavra), foi para isso que "ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo do Messias".

Isso NÃO TEM NADA A VER com faculdades que concedem títulos através de uma junta de homens, títulos esses para os quais usam os mesmos nomes dos dons que só podem ser dados pelo Messias.


Leia a Escritura.

19 de abril de 2017

"JESUS AMOU A IGREJA E A SI MESMO SE ENTREGOU POR ELA".

















ACREDITE SE QUISER

Sem dúvida alguma, os cristãos de hoje estão confundidos acerca da Igreja. Existem centenas de denominações em todo o mundo, e todas presumindo ser a igreja verdadeira. O popular slogan: "vá à igreja que mais lhe agrade" aceita esta condição e supõe que a Palavra do Criador seja falha em nos dar uma provisão adequada para este tempo, guiando-nos em meio à confusão que reina na cristandade.

Mas, será que o nosso Salvador queria deixar Seus seguidores sinceros em tal estado de confusão? Vamos diretamente às Escrituras para mostrar o que o Criador nos diz a respeito de Sua Igreja nos dias de hoje.

A primeira carta do apóstolo Paulo a Timóteo apresenta a "Casa do Criador" (Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa do Criador, que é a igreja do Criador vivo, a coluna e firmeza da verdade) de acordo com o ensinamento do Criador. A segunda carta apresenta "a Casa" quando esta foi arruinada pelo fracasso do homem e, em sua ruína, ficou semelhante a uma "grande casa" na qual "NÃO somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra" (Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra).

O crente que uma vez tenha visto a verdade da Igreja ou assembléia como a Casa do Criador, tal como ensinam as Escrituras, talvez não encontre nada ao seu redor que corresponda ou se ajuste a esta verdade. O que mais vemos na cristandade é uma "grande casa" na qual há vasos, uns para honra e outros para desonra. Será que a Palavra do Criador dá instruções para o seu povo em condições como estas? SIM, ela mesma nos dá a resposta.

Se desejarmos andar neste mundo de acordo com o propósito do Criador, devemos aprender que, por maior que seja nossa inteligência natural, por mais que nossa mente tenha sido instruída, por maior que seja nosso conhecimento das Escrituras, e por mais sinceros que sejam nossos desejos, se confiarmos em nossa inteligência não poderemos achar a senda do Criador para o seu povo, em meio à confusão reinante na cristandade. NÃO somos capazes de encontrar o caminho por nós mesmos em meio às crescentes dificuldades, tamanha é a contínua oposição à verdade, ou de nos desembaraçarmos das várias questões e dificuldades que continuamente surgem.

Após reconhecermos claramente nossa total incompetência, poderemos aprender que não cabe a nós encontrar nosso caminho como melhor possamos fazê-lo, e que o Criador nunca esperou de nós que tivéssemos alguma sabedoria ou capacidade em nós mesmos para andar de acordo com os seus pensamentos. Bem podia o Criador dizer a nosso respeito: "Sem Mim nada podeis fazer" (Porque a tua boca declara a tua iniquidade e tu escolhes a língua dos astutos).

Deus tem feito provisão para que conheçamos a sua vontade.

TEMOS UMA CABEÇA NO CÉU: O Messias na glória é a Cabeça de Seu Corpo, a Igreja; e toda a sabedoria está na Cabeça. Não temos nenhuma sabedoria em nós mesmos. É de extrema importância deixarmos nossas  próprias "cabeças" e olharmos para o Messias como "a Cabeça" que nos guia. Se confiarmos em nossas próprias "cabeças", não estaremos, na prática, "ligados à Cabeça" (E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento do Criador).

O ESPÍRITO SANTO, uma pessoa divina, está na Terra. O Criador sabia que o seu povo não seria capaz de manter-se, por si mesmo, em um mundo do qual ele estaria ausente. Antes de partir, ele disse: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade... Esse vos ensinará todas as coisas". A defesa e a manutenção desta verdade não dependem dos crentes, mas da presença contínua do Espírito de verdade.  

TEMOS A ESCRITURA que, "divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem do Criador seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra", e que nos mostra "como convém andar na Casa do Pai, que é a Igreja do Criador vivo, a coluna e firmeza da verdade". Mas, numa época em que a Casa do Criador foi convertida em uma ruína e quando já não temos mais a realidade da verdade, o homem do Criador ainda pode recorrer à infalível autoridade das Escrituras, por meio das quais pode verificar todas as coisas.   Contudo, em hipótese alguma a ruína do cristianismo, qualquer que seja o seu grau, poderá alterar ao Messias, ao Espírito Santo, ou as Escrituras.

O Messias continua sendo a Cabeça no céu, com toda a sabedoria necessária para o seu povo, tanto para estes últimos tempos, como o foi nos primeiros dias da cristandade. O Espírito Santo habita entre os que creem com inalterável poder para guiar e reger. As Sagradas Escrituras permanecem com sua autoridade suprema e inalterável.   Não obstante, a cristandade, como um todo, tem posto de lado ao Messias, ao Espírito Santo e as Escrituras.

Os grandes sistemas religiosos dos homens têm retido o nome do Messias, enquanto têm abolido ao Messias como Cabeça no céu, nomeando-se cabeças terrenas. Roma tem seu Papa; a igreja grega, seu Patriarca; as igrejas protestantes, seus reis, arcebispos, presidentes ou moderadores. Por conseguinte, nesses grandes sistemas, pouco ou nenhum lugar é deixado ao Espírito. A máquina religiosa e os artifícios carnais do homem têm excluído o Espírito. E finalmente, os homens têm lançado o mais implacável ataque contra as Escrituras, manipulando-as a seu bel-prazer, até ao ponto de não restar quase nenhuma seita na cristandade que mantenha certo grau de reconhecimento de que TODA a Escritura é "DIVINAMENTE INSPIRADA". 

O QUE FAZER? As Escrituras nos respondem definitivamente o que nós devemos manter e como devemos atuar sobre os princípios:

Separação de tudo o que é contrário à verdade do Criador.

Associação com tudo quanto está de acordo com o Criador.

O que nos dizem as Escrituras quanto à separação do mal? Todos devemos admitir que a separação deste mundo ímpio foi sempre necessária para o povo do Criador em todos os tempos; todavia neste tempo em que a cristandade encontra-se corrompida, temos instruções especiais para uma separação:  

Separação de todo sistema religioso, que é uma negação da verdade do Messias e da Igreja. "Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o Seu vitupério". O arraial (ou acampamento) era o sistema judaico estabelecido originalmente pelo Criador. Era composto de um povo em um relacionamento exterior com o Pai, com uma ordem terrena de sacerdotes. É evidente que os sistemas religiosos da cristandade foram formados sob o modelo do arraial ou acampamento. Geralmente são compostos de uma mistura de convertidos e inconversos. Tais sistemas são, definitivamente, de um apelo ao homem natural, pois têm seus santuários terrenos, seu ritual e sua ordenação humana de sacerdotes ou líderes que se colocam entre o povo e o Criador. E assim, imitando o arraial ou acampamento, os cristãos puseram de lado ao Messias como a Cabeça, ao Espírito Santo como guia, e as Escrituras como autoridade. Se quisermos dar ao Messias seu verdadeiro lugar, devemos em obediência à Palavra do Criador, sair "a Ele, fora do arraial, levando o Seu vitupério".  

As Escrituras também nos ensinam, de uma maneira muito clara, a separação da má doutrina. "Qualquer que profere o nome do Messias aparte-se da iniquidade". Todo aquele que confessa o nome do Criador, por sua profissão de fé, identifica-se com o Criador, e é responsável de apartar-se da iniquidade. Está bem claro que esta passagem está se referindo à "iniquidade" como sendo más doutrinas. Não devemos associar a iniquidade com o nome do Messias. Pode ser que seja muito custoso agora nos separarmos da iniquidade, mas qual é a estima que temos do Messias?  

Estas mesmas Escrituras nos pedem para nos separarmos de pessoas más. A carta do apóstolo Pau  a Timóteo nos fala de "vasos para honra e vasos para desonra", e diz que devemos nos purificar dos vasos para desonra, para sermos vasos para honra, "santificado e idôneo para uso do Criador". Aqui está se referindo às pessoas e não meramente a doutrina. Em outras palavras, à medida que nos separamos destes vasos - pessoas, não apenas suas doutrinas - somos santificados e feitos úteis para  uso do Criador. Não é suficiente o não apoiar suas doutrinas, pois só pelo fato de se estar associado a eles há contaminação com o mal. Todos os esforços possíveis têm sido feitos, na cristandade, para debilitar a força desta passagem.  

Assim, as Escrituras nos ensinam, com toda evidência, a separação dos sistemas os quais são uma negação da verdade; das falsas doutrinas, que negam a verdade, e dos vasos para desonra, pessoas que não praticam a verdade.   A separação, ainda que necessária, é sempre negativa, mas deve ter também algo que seja positivo. Isto nos leva ao grande princípio: associação com o bem. Devemos seguir "a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor".  

Primeiro deve haver a justiça ou retidão. Qualquer que seja a profissão de fé que o homem faça se não há nenhuma evidência de justiça prática, não pode estar de acordo com o Criador. Mas a justiça não é bastante; o que é justo e o que é injusto não são suficientes para determinar o caminho do cristão. Ele deve, por princípio, fazer o que é justo, mas para andar com desembaraço no caminho do Criador  se requer fé. Portanto, com a justiça, deve haver a fé. E a justiça e a fé preparam caminho para o amor. Se o amor não é garantido pela justiça e pela fé, se degenerará em mero afeto humano, o qual será usado como desculpa para não se atuar com firmeza e para passar por alto o mal. Logo estas qualidades conduzem à paz - não a uma paz desonrosa que faz compromisso com o mal, com a incredulidade e com a inimizade, mas uma paz honrosa, que resulta da justiça, da fé e do amor.

Se seguirmos assim estas preciosas qualidades, encontraremos outros fazendo o mesmo - aquele "que, com um coração puro, invocam o Criador" - com os quais devemos nos associar. A separação não significa o isolamento. As Escrituras nos mostram que sempre haverá aqueles com os quais poderemos estar associados ou reunidos.

Portanto, estas passagens das Escrituras fornecem, ao povo do Criador, instruções precisas para os dias de hoje. Não nos sugerem, nem uma só vez, que saiamos Casa do Criador. Para fazê-lo, teríamos que sair totalmente fora deste mundo. Mas do mesmo modo que não podemos sair da Casa, somos responsáveis de nos apartarmos do mal que há dentro da Casa. Não nos é dito que voltemos a construir a Casa.  

É, portanto, nossa responsabilidade, andarmos na luz do que foi no princípio, e que aos olhos do Criador ainda existe, e isto apesar de todo o fracasso do homem. Estas três coisas são necessárias:

- O reconhecimento do Messias como "a Cabeça".

- O governo e guia do Espírito Santo.

- O atuar de acordo com as Escrituras.  

"O Messias amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela".


Autor desconhecido.


Leia as Escrituras.


11 de abril de 2017

O LÍDER RELIGIOSO DE HOJE NA SOMBRA DE BALAÃO DO PASSADO














O LÍDER RELIGIOSO ENSINA:

Se um membro da “igreja” se afastar dela, não abra a sua porta para ele entrar. Ele saiu da presença do Pai e agora está nas trevas. Ele está condenado e será lançado no lago de fogo.

MENTIRA! ENGANAÇÃO! COVARDIA!

FILHOS DE BALAÃO

PESSOAS PERIGOSAS QUE FAZEM
COMÉRCIO DA PALAVRA DE DEUS.

Exemplos de grandes erros registrados no Antigo Testamento servem para nos instruir hoje. Falando de tais exemplos, o apóstolo Paulo escreveu:

“Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram... Estas coisas lhe sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa”.
 
Este comentário inclui os erros dos israelitas no deserto, depois de saírem do Egito e antes de entrarem em Canaã, a terra prometida pelo Criador aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Uma pessoa influente em um dos maiores erros do povo de Israel foi um profeta chamado Balaão. Vamos considerar a conduta deste profeta, e aprender lições que servem ainda “para advertência nossa”. Como veremos, ainda há muitos “filhos de Balaão”, pessoas que imitam o exemplo deste homem, fazendo comércio da palavra do Criador e conduzindo outras pessoas à morte.

A HISTÓRIA DE BALAÃO

Quase quarenta anos depois de sair do Egito, o povo de Israel estava chegando à terra de Canaã. Pelo poder do Criador, venceram os inimigos que impediram sua jornada, mesmo os povos numerosos e os reis gigantes que ocupavam as terras próximas a Canaã. Balaque, rei dos moabitas, viu os israelitas chegando perto do território dele e ficou desesperado. Ele mandou mensageiros para tentar contratar o profeta Balaão para amaldiçoar os israelitas. Inicialmente, Balaão respeitou a palavra do Criador e recusou ir. Depois, quando outros mensageiros de Balaque fizeram uma proposta mais lucrativa, o profeta novamente procurou a permissão do Criador. O Criador deixou o profeta rebelde ir, mas explicitamente disse que teria que fazer e falar somente o que veio do Criador. No caminho, o Anjo do Criador mostrou a sua ira contra este homem, mas ainda deixou o profeta chegar ao rei dos moabitas.
Quando Balaão chegou, ele explicou para o rei Balaque que ele ia falar somente a palavra do Criador. Da mesma forma que ele tinha insistido com o Criador para conseguir a resposta que ele queria, ele estava agora preparado a insistir e tentar conseguir a resposta que Balaque queria. A motivação foi simples: o rei lhe ofereceu riqueza e honra. Balaão pretendia buscar uma resposta do Criador para agradar o rei e ganhar dinheiro.

Balaão se esforçou para entregar as bênçãos que o rei desejava. Ele pregou a mesma doutrina que muitos pregam hoje: “Se fizer um sacrifício para o Criador, ele ouvirá a sua oração e certamente dará o que você pede”.

Conforme esta noção, Balaão ensinou Balaque sobre a necessidade de sacrifícios. O rei foi obediente e fez sete altares e sacrificou sete novilhos e sete carneiros. Balaão subiu um morro e pediu ao Criador a resposta que o rei queria. O Criador respondeu, mas suas palavras foram totalmente contrárias ao desejo do rei.

Mas estes homens não desistiram. Foram para outro lugar e o rei fez mais sete altares e ofereceu mais catorze animais. Mais uma vez, Balaão procurou uma resposta favorável do Criador. Nisso, ele fez a mesma coisa que alguns fazem hoje. Buscam uma resposta e quando interpretam uma palavra negativa, tentam outra vez esperando uma resposta diferente do Criador. Para Balaão, não deu o resultado que ele queria. Nesta segunda tentativa, como na primeira, a resposta foi negativa.

Ainda persistiram. Foram para outro lugar e o profeta falou para o rei fazer outros altares. Fez mais sete altares e sacrificou mais sete novilhos e sete carneiros. Quando Balaão procurou uma resposta do Criador, veio novamente uma palavra negativa, contra a vontade do rei.

Balaque demitiu o profeta, dizendo para ele que o Criador o tinha privado de ganhar as riquezas e honras que ele queria.
Esta história, porém, ainda não terminou. Alguns capítulos depois descobrimos que Balaão deu mais um conselho para o rei que até ajudou a enfraquecer os israelitas que ele tanto temia.

Os moabitas e midianitas fizeram uma festa que juntava práticas pagãs e a imoralidade, e convidaram os israelitas a participarem. Foi Balaão que deu esta ideia de colocar uma pedra de tropeço diante do povo. O que Balaão não conseguiu com palavras ele conseguiu, pelo menos parcialmente, pela tentação carnal. 24.000 israelitas morreram por causa do pecado de participar desta festa pagã. O povo foi enfraquecido pela influência deste profeta ambicioso.

No final das contas, Balaão sofreu o castigo justo pelo seu erro. Ele foi morto na batalha de Israel contra os midianitas, Balaão foi morto.

Resumindo, apesar de todos os esforços de adquirir o que queriam, mesmo com toda a despesa de construir 21 altares e sacrificar 42 animais, Balaque e Balaão não conseguiram as “bênçãos” que desejavam. O motivo: O Criador não quis dar o que eles queriam.

LIÇÕES IMPORTANTES PARA NÓS

Aprendemos muitas coisas valiosas da história de Balaão. Considere algumas aplicações práticas:

NÃO DEVEMOS QUERER MANIPULAR A VONTADE DO CRIADOR COM SACRIFÍCIOS.
 
Ouvimos este tema nas mensagens de muitos pregadores da teologia da prosperidade: Se for fiel nos dízimos e ofertas, alcançará a prosperidade (MENTIRA E VIGARICE). Usam trechos como Malaquias 3, ignorando seu contexto como parte do Antigo Testamento, para pressionar as pessoas a fazer sacrifícios por motivos egoístas. Quantas pessoas já venderam casas, carros e outros bens acreditando que iam alcançar prosperidade maior? Toda a riqueza do rei Balaque não foi suficiente para manipular a vontade do Criador!

NENHUM HOMEM PODE GARANTIR RESULTADOS

para as pessoas que buscam bênçãos do Criador. Já ouvi pregadores garantindo que as pessoas iam conseguir emprego, alcançar metas financeiras, restaurar casamentos, etc. (MENTIRA E HIPOCRISIA). Devemos orar sobre as nossas provações e necessidades, mas ninguém tem direito de garantir respostas favoráveis. Nem Balaão ousou garantir resultados!

A GANÂNCIA NOS PÚLPITOS HOJE É UM PROBLEMA GRANDE E GRAVE

Pregadores ambiciosos incentivam a avareza porque eles mesmos querem alcançar a prosperidade. A Escritura ensina que o servo merece seu sustento, mas este princípio não justifica as exigências, os exageros e a ganância de muitos pregadores hoje. Aqueles que pregam também precisam praticar o que Deus ensinou a todos: “Tendo sustento e com que nos vestir estejamos contentes”. Há uma triste ironia em observar pregadores condenando a “idolatria” de outras religiões enquanto incentivam a idolatria da avareza. Pedro comparou pregadores deste tipo com Balaão: “abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça”.

DEVEMOS ORAR CONFORME A VONTADE DE DEUS.
 
Não devemos distorcer uma passagem para contradizer outra. A mesma Escritura que fala de orações de fé e das respostas do Criador também fala das condições e limites destas promessas. Não devemos ler somente sem observar que no contexto ele limita esta promessa. Na Escritura, temos duas condições para receber respostas às orações: Obediência e aceitação da vontade do Criador nos pedidos. Às vezes, o Criador ouve a oração de uma pessoa fiel e ainda diz “não”. Ele fez isso como Paulo e certamente pode recusar as nossas petições.

PRECISAMOS TER CUIDADO COM AS OUTRAS TÁTICAS DO INIMIGO

Quando Balaão não derrubou o povo com palavras, ele usou tentações da carne. Quantas pessoas hoje resistem bem os ataques de falsas doutrinas, mas caem nos pecados de imoralidade sexual, mentiras, etc.? O nosso adversário é esperto e usa várias artimanhas para nos enredar no pecado. Sejamos vigilantes!

DEVEMOS EVITAR A PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES PAGÃS E IMORAIS.
 
Os moabitas e midianitas seduziram o povo de Israel com uma festa onde os servos do Criador participaram das práticas pagãs de outras culturas. A festa juntou elementos de idolatria e imoralidade. Devido ao sincretismo praticado durante muitos séculos por supostos cristãos, muitos elementos de religiões pagãs têm encontrado lugar nas atividades religiosas do nosso dia. O Carnaval e outras festas misturam aspectos do cristianismo com o paganismo e a sensualidade. E muitas igrejas “evangélicas” seguem a mesma tendência quando se adaptam à cultura e introduzem práticas que tem suas raízes em religiões erradas ou na imoralidade da sociedade. Paulo disse: “Que ligação há entre o santuário do Criador e os ídolos”? Porque nós somos santuário do Criador vivente, como ele próprio disse: ‘Habitarei e andarei entre eles serei o seu Criador, e eles serão o meu povo.  Por isso, retirai-vos do meio deles separai-vos, diz o Altíssimo não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei’. João disse com carinho no final da sua primeira carta:

“FILHINHOS, GUARDAI-VOS DOS ÍDOLOS”.

Hoje, há muitos filhos de Balaão. Não seja um deles! 

Leia a Escritura.