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16 de maio de 2018

DISCÍPULO DE JESUS OU DE LÍDER RELIGIOSO?


                                      

O QUE É SER DISCÍPULO DO MESSIAS?

Ao invés de olhar para outros e criticar, hipócritas, vamos examinar as nossas próprias atitudes e ações para ver se nós realmente somos discípulos do nosso verdadeiro Salvador.

Alguns dos relatos do evangelho incluem as palavras desafiadoras do Messias: 

"Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me". 

Encontramos aqui três elementos essenciais do verdadeiro discipulado, que apresentam desafios enormes: 

NEGAR A SI MESMO.

Enquanto o mundo e muitas religiões começam com o egoísmo do homem, o Salvador exige a autonegação. As “igrejas” dos homens convidam as pessoas a realizar seus sonhos de riqueza, felicidade sentimental e posições de honra, mas a mensagem do Eterno é outra. Ele pede que a pessoa negue os seus próprios desejos para fazer a vontade dele.
 
TOMAR A SUA PRÓPRIA CRUZ.

O nosso Salvador veio para oferecer a vida, mas o caminho para a vida passa pelo vale da morte. Não somente a morte do Messias, mas a nossa também. Paulo disse:

 "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim".

 SEGUIR O SALVADOR.

Várias religiões e filosofias exigem sacrifício e autonegação. Algumas ensinam "preceitos e doutrinas dos homens" e "rigor ascético" que proíbem coisas que o nosso Salvador não proíbe. O benefício não vem de auto negação em si, ou simplesmente de tomar qualquer cruz. O Messias é o único caminho que leva à vida eterna.


A relação de discípulo e mestre tem sido explorada por homens em muitos movimentos religiosos. O raciocínio é relativamente simples. Tirando alguns versículos do contexto e torcendo o sentido de outros, é fácil ensinar aos adeptos a necessidade de submissão quase absoluta aos homens.
Considere esta abordagem:

"Nenhum aluno é mais importante do que o seu professor, e nenhum empregado é mais importante do que o seu patrão. Portanto, o aluno deve ficar satisfeito em ser como o seu professor, e o empregado, em ser como o seu patrão. Se o chefe da família é chamado de Belzebu, então as pessoas dessa família serão xingadas de nomes piores ainda."

Alguns homens são chamados "mestres". João teve discípulos. Devemos obedecer aos nossos guias (ou líderes) e ser submissos a eles. Utilizando tais versículos, torna-se fácil obrigar os mais novos na fé a seguir quase que cegamente a liderança de homens supostamente espirituais. Vários movimentos religiosos se baseiam em sistemas de discipulado nos quais cada "discípulo" é guiado por um "mestre" ou "discipulador", numa pirâmide ou hierarquia de AUTORIDADE HUMANA.

Há vários problemas com este tipo de discipulado: Investe autoridade excessiva em homens. A palavra traduzida "mestre" quer dizer, na maioria das vezes, "professor". A ênfase está no ensinamento da palavra, não na autoridade de uma pessoa sobre outras. Quando se trata de uma relação que envolve autoridade, as palavras do Messias são claras e estabelecem a regra que precisamos aplicar hoje: 

"Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos".

Esquece as qualificações dadas pelo Criador para os líderes. Num sentido limitado, o Criador deu responsabilidade de liderança a alguns homens.

No primeiro século, os apóstolos guiavam as comunidades por instrução inspirada e pelo exemplo de imitação do Messias. Eles iniciaram a prática de escolher pessoas mais velhas e com grande conhecimento da Palavra para anunciar as Boas Novas. Poucos homens demonstram as qualificações exigidas pelo Criador para exercer a função de “líder”. Estes homens têm a responsabilidade de cuidar e presidir ou liderar as pessoas. São os guias que velam pelas almas das ovelhas. Mesmo nas comunidades que têm anciões qualificados, estes são limitados na maneira de guiar ou liderar o seu povo. Não têm autoridade absoluta, arbitrária ou poder isolado. Eles não ditam regras; pelo contrário, mostram um exemplo de como seguir as regras do Supremo Pastor. Confunde o papel de evangelistas. Evangelistas são homens que anunciam a boa nova. A autoridade deles é limitada ao trabalho de ensinar, corrigir e exortar pela palavra. As cartas de Paulo aos evangelistas Timóteo e Tito apresentam um modelo de homens que vivem vidas exemplares e pregam fielmente a palavra pura do verdadeiro e único Mestre. Nada sugere uma posição de superioridade sobre os irmãos.

Homens que querem "melhorar" o plano do Altíssimo e dominar sobre outros procurarão apoio nas Escrituras, pervertendo o sentido da palavra do Criador. 

Todos os servos do Messias devem lembrar que temos um só Mestre, e que todos nós somos irmãos.

Ser discípulo do Messias exige um compromisso sério com ele. O Messias destaca aspectos deste compromisso: Batismo para entrar em comunhão com o Criador.  Obediência absoluta aos ensinamentos do Messias. Muitas pessoas se dizem seguidores do Messias sem dar os primeiros passos de obediência à palavra dele. Para sermos discípulos verdadeiros, temos de apresentar os nossos corpos como sacrifícios a ele, sendo transformados e renovados pela palavra do Criador.

Uma vez que reconhecemos o Messias como o nosso Mestre, devemos aprender das palavras e do exemplo dele.
Um dos propósitos da vinda dele a terra está escrito assim:

Mas, se vocês sofrem por terem feito o bem e suportam esse sofrimento com paciência, Deus os abençoará por causa disso, pois foi para isso que ele os chamou.
O próprio Cristo sofreu por vocês e deixou o exemplo, para que sigam os seus passos. Ele não cometeu nenhum pecado, e nunca disse uma só mentira. Quando foi insultado, não respondeu com insultos.

"...O Messias sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado...."

Como discípulos do perfeito Mestre, devemos nos esforçar para desenvolver o caráter dele, tornando-nos "coparticipantes da natureza divina". Assim procuraremos pensar como o nosso Salvador pensa, e agir como ele agiria.

O entendimento da relação do discípulo com o Mestre naturalmente criará em nós um respeito profundo pela vontade do Altíssimo. Enquanto outros defendem muitas práticas erradas, dizendo que o Criador não as proibiu, o discípulo fiel examina com mais cuidado e percebe que a Escritura não é um manuscrito de proibição e, sim, de permissão. Ao invés de tentar justificar a sua própria vontade, o seguidor do Messias se limita às coisas que o Criador permite, as coisas autorizadas nas Escrituras. Ele percebe, pelo estudo da palavra, que não devemos ultrapassar o que o Criador revelou, pois tal abordagem aumenta a arrogância ao invés de demonstrar a humildade de servos do Criador. Pessoas egoístas seguirão a sua própria sabedoria e dirão que têm liberdade para tratar a Escritura como uma mensagem "dinâmica" que se adapta à circunstância atual. Mas as pessoas espirituais mostrarão respeito maior para com o Altíssimo, sabendo que ele é perfeito e perfeitamente capaz de revelar sua vontade aos homens "uma vez para sempre" para os habilitar "para toda boa obra". O servo fiel entende que o Mestre recebeu autoridade para mudar a lei, fazendo o que não fora autorizado anteriormente. Mas o discípulo humilde jamais ousaria mudar a lei ou ultrapassar o ensinamento do nosso Salvador.

O nosso Salvador quer a unidade dos seus discípulos. Esta cooperação não vem por estruturas e regras humanas, e sim por amor ao Pai. Homens podem forçar uma conformidade superficial por regras e sistemas de organização e controle. O Criador trabalha de outra forma. Ele confia na sua própria palavra para criar a unidade que ele quer. Se cada discípulo continua se aproximando do Criador, naturalmente estará se unindo cada vez mais aos outros discípulos verdadeiros. Os remidos se reunindo em congregações edificam e encorajam um ao outro. Divisão vem quando pessoas seguem diversas revelações, ou seguem líderes humanos e não o próprio Criador. O Messias morreu por nós. Somos batizados nele. Ele é o nosso Mestre e o foco das nossas vidas!

O discípulo do Messias produz fruto. Pelo fato que aceita a palavra de bom e reto coração, e desenvolve a sua fé com perseverança, ele se torna frutífero. O discípulo produz fruto pelas boas obras que faz. Produzimos fruto quando obedecemos ao nosso Criador, progredindo com perseverança.

Reconhecendo o amor do Messias para conosco, livremo-nos dos sistemas de domínio inventados por homens que querem liderar seus próprios discípulos. Porém, esta liberdade não nos deixa sem responsabilidade de servir. O verdadeiro discípulo do Messias fará sempre a vontade do Bom Mestre!


Leia as Escrituras.
                               






9 de maio de 2018

A DESTRUIÇÃO DO POVO DE DEUS.
















NÃO nos é explicado que o que foi deixado escrito na Velha Aliança nada mais é do que “sombra” dos dias de HOJE.

O NOSSO CRIADOR tem uma acusação a fazer contra o povo que vive neste país. Escutem israelitas, o que o Altíssimo está dizendo:

— Não há sinceridade, não há bondade, e ninguém neste país quer saber do Criador.
Juram falso, mentem, matam, roubam e cometem adultério. Os crimes e os assassinatos aumentam. 

Por isso, a terra ficará seca, e tudo o que vive nela morrerá. Morrerão os animais, as aves e até os peixes.

O Pai Todo Poderosos diz:

— Não acusem nem repreendam o meu povo. A minha acusação é contra vocês, líderes religiosos. 

O sacerdote é basicamente um ministro que age como mediador entre o homem e o Criador. Na Escritura existem inúmeras referências ao sacerdócio, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o que acaba fazendo com que muita gente fique em dúvida sobre o que é um sacerdote e qual o seu significado.
Nos textos das Escrituras, a grande ênfase é dada ao serviço sacerdotal hebreu, isto é, aos sacerdotes do povo de Israel dentro da religião judaica, no entanto o conceito de sacerdote ou algo similar existe em praticamente TODAS as religiões que objetivam um relacionamento entre o homem e alguma divindade.

Dia e noite, vocês andam sem rumo, e os profetas fazem o mesmo. Vou acabar com Israel, a mãe de vocês.

Eis que o meu povo está sendo arruinado porque lhe falta conhecimento da Palavra. Porquanto fostes negligentes no ensino, Eu também vos rejeitarei, a fim de que não mais sejais sacerdotes diante de mim; visto que vos esquecestes da Torá, Lei, do teu Elohim, o Criador, eis que Eu também ignorarei vossos filhos.

— Quanto maior é o número de sacerdotes, maior também é o número de pecados que cometem; por isso vou fazer a glória deles virar desgraça.

Eles ganham a vida à custa dos pecados do povo e por causa disso querem que o povo peque.

Portanto, os sacerdotes sofrerão o mesmo castigo que vou fazer cair sobre o meu povo. Vou castigá-los, e eles terão de pagar pelo mal que fizeram.

Os sacerdotes estão me abandonando e adorando outros deuses. Por isso comerão dos sacrifícios que o povo me oferece, mas não ficarão satisfeitos; adorarão os deuses da fertilidade, mas não terão filhos.

O Criador diz:

— O meu povo está perdendo o juízo porque anda bebendo muito vinho. 

Pedem a um pedaço de pau que revele o futuro e fazem perguntas a uma coluna de madeira. Eles me abandonaram. Como uma mulher que se torna prostituta, eles me abandonaram e se entregaram a deuses pagãos. 

Oferecem sacrifícios nos altares pagãos no alto dos montes e ali queimam incenso debaixo dos carvalhos e de outras árvores cheias de folhas, onde a sombra é tão gostosa.

— E assim as suas filhas viram prostitutas, e as suas noras cometem adultério.

Mas nem por isso eu as castigarei; pois vocês, homens, têm encontros com prostitutas nos templos pagãos e vão com elas oferecer sacrifícios aos deuses pagãos. E assim um povo sem juízo caminha rápido para a destruição!

— O povo de Israel está sendo infiel a mim, mas espero que o povo de Judá não seja culpado do mesmo pecado. NÃO adorem em Gilgal ou em Bete-Avém, nem façam ali promessas em nome do Criador, que vive para sempre. 

O povo de Israel é teimoso como uma vaca brava. NÃO posso cuidar do meu povo como um pastor cuida das ovelhas num pasto grande.
 
O meu povo se entrega à adoração de ídolos, e não se pode fazer nada quanto a isso. 

Eles ficam embriagados e se entregam à imoralidade, levando assim uma vida de desonra. 

Um vento os carregará para longe, e ficarão com vergonha da sua idolatria.

Leia as Escrituras.

19 de abril de 2018

O SACRIFÍCIO "QUASE" PERFEITO, SEGUNDO O PROCESSO RELIGIOSO.




O SACRIFÍCIO PERFEITO DO NOSSO SALVADOR.

O mais importante do que estamos tratando é que temos um sumo sacerdote como esse, o qual se assentou à direita do trono da Majestade nos céus e serve no santuário, no verdadeiro tabernáculo QUE O CRIADOR ERIGIU, E NÃO O HOMEM.

AGORA É QUE VEM A PERGUNTA: Se o santuário VERDADEIRO foi o Criador quem levantou, então quem ergue o FALSO?

Todo sumo sacerdote(LEVITA) é constituído para apresentar ofertas e sacrifícios, e por isso era necessário que também este tivesse algo a oferecer.

QUE MARAVILHOSO: O próprio Salvador ofereceu seu corpo para o sacrifício perfeito.

Se ele estivesse na terra, nem seria sumo sacerdote, visto que já existem aqueles que apresentam as ofertas prescritas pela lei (DE MOISÉS).

Eles servem num santuário que é CÓPIA E SOMBRA daquele que está nos céus, já que Moisés foi avisado quando estava para construir o tabernáculo: "Tenha o cuidado de fazer tudo segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte".

Agora, porém, o ministério que o Salvador recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador É SUPERIOR À ANTIGA, sendo baseada em promessas superiores.

Pois se aquela primeira aliança fosse perfeita, NÃO seria necessário procurar lugar para outra.

O Criador, porém, achou o povo em falta e disse: “Estão chegando os dias, declara o Criador, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá”.

“Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles”, diz o Criador.

"Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias", declara o Criador. “Porei minhas leis em suas mentes e as escreverei em seus corações”. Serei o Criador deles, e eles serão o meu povo.

Ninguém mais ensinará ao seu próximo nem ao seu irmão, dizendo: Conheça ao Criador’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior.

Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados".

Chamando "NOVA" esta aliança, ele tornou antiquada a primeira; e o que se torna antiquado e envelhecido, está a ponto de desaparecer.

Ora, a velha aliança tinha regras para a adoração e também um tabernáculo terreno.

OBSERVE: Na aliança feita com Moisés as coisas eram praticadas de forma física.

Foi levantado um tabernáculo; na parte da frente, chamada Lugar Santo, estavam o candelabro, a mesa e os pães da Presença.

No entanto, somente o sumo sacerdote (LEVITA) entrava no Santo dos Santos, apenas uma vez por ano, e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício, que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância.

Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifestado o caminho para o Santo dos Santos enquanto ainda permanecia o primeiro tabernáculo.

Isso é uma ilustração para os nossos dias, indicando que as ofertas e os sacrifícios oferecidos não podiam dar ao adorador uma consciência perfeitamente limpa.

Eram apenas prescrições que tratavam de comida e bebida e de várias cerimônias de purificação com água; essas ordenanças exteriores foram impostas ATÉ o tempo da nova ordem.

Quando o Messias veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes, ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito pelo homem, isto é, NÃO PERTENCENTE A ESTA CRIAÇÃO.

AGORA TUDO É: “Espiritual”, ou seja, no entendimento.

Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, E OBTEVE ETERNA REDENÇÃO.

POR ESSA RAZÃO, o Salvador é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança.

No caso de um testamento, é necessário que comprove a morte daquele que o fez; pois um testamento só é validado no caso de morte, uma vez que nunca vigora enquanto está vivo aquele que o fez.

Por isso, nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue.

"Este é o sangue da aliança que o Criador ordenou que vocês obedeçam".

Da mesma forma, aspergiu com o sangue o tabernáculo e todos os utensílios das suas cerimônias.

De fato, segundo a Lei (DE MOISÉS), quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão.

Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores.

Pois o Salvador NÃO entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou no próprio céu, para agora se apresentar diante do Altíssimo em nosso favor; não, porém, para se oferecer repetidas vezes à semelhança do sumo sacerdote que entra no Santo dos Santos todos os anos, com sangue alheio.

Se assim fosse, o Messias precisaria sofrer muitas vezes, desde o começo do mundo. Mas agora ele apareceu uma vez por todas no fim dos tempos, para aniquilar o pecado mediante O SACRIFÍCIO DE SI MESMO.

Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também o Messias foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam.

Leia as Escrituras.