Como Satanás está arrastando milhares de adolescentes e jovens para fora da Igreja e para longe da fé? Porque a Igreja não está sendo capaz de perceber e conter essa evasão? Onde toda essa maldade e destruição estão se apoiando? Um olhar cuidadoso para o cenário faz perceber que a estratégia usada pelo inimigo tem sido um ‘cavalo de troia’, belo por fora e cheio de destruição por dentro: a religião do ‘bem estar’.
Apoiado em uma interpretação flexível da própria Bíblia, o inimigo vem minando a fé bíblica da igreja evangélica e substituindo por essa nova religião, ainda difícil de distinguir para muitos, mas definitivamente oposta ao que Jesus ensinou. Há três correntes principais desse neo-paganismo, três falsos evangelhos que a grande maioria dos crentes está seguindo para longe de Cristo. Tais evangelhos não têm poder para salvar, não oferecem os elementos para a perseverança na fé. Adolescentes e jovens aprendem tais heresias de seus pais e essa é uma razão central de seu desvio.
Primeiro, enumeremos esses três ataques malignos:
O evangelho do bem estar material – ou a teologia da prosperidade, movimento religioso surgido nas primeiras décadas do século XX nos Estados Unidos da América. Sua doutrina afirma, a partir da interpretação de alguns textos bíblicos como Gênesis 17.7, Marcos 11.23-24 e Lucas 11.9-10, que quem é verdadeiramente fiél a Deus deve desfrutar de uma excelente situação na área financeira, na saúde, etc. Não mais capaz de seduzir a população norte-americana que emergiu das crises econômicas no pós-guerra, esse falso evangelho foi despejado na América Latina por tele-evangelistas, rapidamente absorvido aqui pelo nascente movimento neo-pentecostal e é hoje refugo lançado covardemente contra a África por uma equivocada ação missionária.
O evangelho do bem estar psicológico – movimento que visa a descoberta e o tratamento de problemas emocionais, como medo, complexos, baixa autoestima, no intuito de que as pessoas sejam tratadas no espírito, na alma e no corpo, com ênfase na cura da alma. O movimento, também originado nos Estados Unidos, resultou do esforço de manter a Igreja atraente para uma sociedade cada vez mais materialista e egocêntrica e têm raízes, tanto no evangelicalismo histórico, como no movimento carismático. Entre os evangélicos históricos surgiu no condicionamento do aconselhamento cristão pela psicologia e psicanálise, entre os pentecostais, dos esforços de cura interior. Ambas as correntes proliferaram a partir dos anos 80 com a enxurrada de livros evangélicos de auto-ajuda e hoje são um mal perfeitamente institucionalizado.
O evangelho do bem estar social – é um movimento essencialmente político que utiliza elementos do Cristianismo como alegoria para facilitar a disseminação de idéias de diferentes pensadores socialistas. Seus defensores a apresentam como, por exemplo, “uma interpretação da fé cristã através do sofrimento dos pobres, sua luta e esperança, e uma crítica da sociedade e do cristianismo através dos olhos dos pobres”. O movimento surgiu no seio do catolicismo da América Latina, na esteira da influência marxista, foi fortemente combatido e diminuído pela Igreja Católica, proliferou entre ditos evangélicos em alguns países da América Hispânica e influenciou o evangelicalismo brasileiro com mais força a partir dos anos 80.
As causas dessa monstruosidade espiritual
Embora pareçam propostas diferentes, as três correntes religiosas são extremos próximos, identificados por três ensinos heréticos centrais:
a) Antropocêntrismo – O cristianismo defende a centralidade de Deus e apresenta o ser humano como inútil e sem valor, mas as três teologias malignas retomam o ser humano como centro de tudo e fazem Deus gravitar ao redor de suas necessidades, desejos e ações;
b) Temporalidade – O cristianismo aponta para a vida na terra como uma passagem de provação para um mundo novo e eterno, mas as três teologias corrosivas se concentram no que pode ser obtido imediatamente, fixando a quem pode seduzir no que é presente, temporal e passageiro;
c) Materialismo – O cristianismo aponta para as coisas espirituais, invisíveis, mas as três correntes teológicas cativam seu público ao que é material e carnalmente desfrutável, são evangelhos da sensualidade.
Os falsos evangelhos da prosperidade, terapêutico e libertação (também conhecido entre os protestantes como missão integral) se contrapõe ao verdadeiro Evangelho do Reino, que anuncia o governo soberano de Deus em Cristo sobre a vontade humana e leva ‘cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo’ 2Co 10:5. Tais evangelhos são produzidos pelos inimigos da cruz, seu deus é o ventre (Fp 3:19).
A endo-apologia combaterá com dificuldade esses ataques malígnos. Os falsos evangelhos se mimetizam com capricho, usando o vocabulário dos evangélicos, suas expressões e a própria Bíblia para surpreender e destruir a fé bíblica. Esses falsos evangelhos promovem uma interpretação flexível das Escrituras, baseada principalmente na dedução e em um criticismo pretensamente acadêmico e energicamente desconstrutor. No discurso, usam e abusam do palavrório apaixonado, como se estivessem militando por uma grande causa e, quando não funciona, abundam na irreverência, no sarcasmo, na ironia e na zombaria. Todas as três praticam também uma contra-apologia preventiva, acusando de reacionários, desumanos, anticristãos e fundamentalistas aqueles que se atrevem a ir contra suas ambições egocêntricas, temporais e materialistas. Dessa forma surpreendem, sequestram e escravizam uma igreja que deixou as Escrituras de lado para abraçar o sensacionalismo.
Mas o aspecto mais venenoso de tais falsos evangelhos, é que são virais, não estão baseados nas teologias alucinadas que os geraram, mas nas características de seus hospedeiros. Quando o apóstolo Paulo nos preveniu disso, disse: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas…” 2Tm 3:1ss. Não é a teologia maligna, principalmente, que faz essa maldade prosperar, mas a natureza egoísta que impede os seres humanos de clamarem pelo verdadeiro Evangelho do Reino: Seja feita a Tua vontade, ó Deus. Egoístas, egocêntricos, esses são os hospedeiros de evangelhos oportunistas, que contagiam os mais jovens e causam seu desvio.
Fonte: Evangeliza Brasil
18 de abril de 2012
14 de abril de 2012
A ILUSÃO DO CONHECIMENTO
Não há nada que mais certamente bloqueará o novo conhecimento do que a cabeça-fechada de um homem que acha que já tem todas as informações necessárias. É difícil dar novos fatos a uma pessoa se ela está imutavelmente satisfeita de que o seu conhecimento atual é suficiente. Já que as pessoas “oniscientes” são maus alunos, a atitude de “eu sei tudo” fará com que a pessoa nunca saiba muito a respeito de nada. Em relação a assuntos espirituais, Paulo escreveu, “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber” (1 Coríntios 8:2). E ele descreveu alguns desta maneira: “Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos!” (Romanos 1:22). Quanto mais sábios nos achamos, mais tolos somos de verdade, e a nossa tolice provavelmente é aparente a todos menos a nós mesmos!
Na literatura de sabedoria no Velho Testamento, uma das grandes diferenças entre a sabedoria e a tolice é que se pode ensinar a pessoa sábia, e não o tolo. Não importa o quanto ele pense que saiba, o indivíduo sábio tem a humildade de ser corrigido, de aprender e de melhorar a exatidão de sua compreensão. O tolo, por outro lado, nunca vai além das limitações do seu pensamento atual porque ele pensa que já está certo sobre tudo: “O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos” (Provérbios 12:15). “O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior” (Provérbios 18:2).
Estas verdades no Velho Testamento são consistentes com aquilo que é ensinado no Novo Testamento a respeito da necessidade de estarmos mais preparados a ouvir do que a falar: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tiago 1:19). Aprendemos muito menos do que poderíamos porque as nossas bocas estão em movimento quando os nossos ouvidos deveriam estar funcionando. Em um período de tempo muito grande, o nosso aparelho de comunicação está transmitindo quando deveria estar recebendo.
O que é necessária geralmente na vida, e principalmente em assuntos espirituais, é a humildade de reconhecer quanto nós fazemos pouco. Nós precisamos guardar contra a “ilusão” do conhecimento – a impressão falsa de que sabemos muito quando na verdade sabemos pouco. Precisamos suspeitar de qualquer das nossas idéias, pois pode estar errada. Se não agirmos assim, jamais corrigiremos aquelas que estão.
Há, sem dúvida, um problema do lado contrário. Se a nossa noção de ter cabeça aberta nos fizer colocar um ponto de interrogação em cima de tudo que sabemos, então simplesmente trocaremos um tipo de tolice por outro. Infelizmente, os pensadores na nossa época parecem fazer exatamente isso. Nos dias em que filósofos respeitáveis podem dizer que eles não têm certeza nem da sua própria existência, o pior pecado que a pessoa pode cometer a respeito de qualquer assunto é ser “dogmática” sobre isso. As palavras “verdade” e “conhecimento” têm adquirido pequenas aspas condescendentes, e nos dizem que podemos acreditar em qualquer coisa que quisermos enquanto não temos certeza de nada.
Certamente, seria perigoso ceder a esta especulação sobre o conhecimento no geral. Mas seria igualmente perigoso se jamais reavaliasse qualquer noção só por tê-la aceitada como verdade. Há horas para reconsiderar honestamente aquilo que nós temos acreditado e há horas para nos mantermos firmes naquilo que é certamente verdade. O senso comum geralmente pode diferenciar entre eles.
Paulo escreveu: “Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar sábio” (1 Coríntios 3:18). O verdadeiro conhecimento e sabedoria sempre são acompanhados por humildade. É a pessoa que está disposta a aprender que aprenderá. Admitir que alguém seja desinformado a respeito de muitas coisas é um passo doloroso que destrói orgulho, porém é um que deve ser tomado a praticamente cada esquina na estrada para o verdadeiro conhecimento.
Gary Henry
Na literatura de sabedoria no Velho Testamento, uma das grandes diferenças entre a sabedoria e a tolice é que se pode ensinar a pessoa sábia, e não o tolo. Não importa o quanto ele pense que saiba, o indivíduo sábio tem a humildade de ser corrigido, de aprender e de melhorar a exatidão de sua compreensão. O tolo, por outro lado, nunca vai além das limitações do seu pensamento atual porque ele pensa que já está certo sobre tudo: “O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos” (Provérbios 12:15). “O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior” (Provérbios 18:2).
Estas verdades no Velho Testamento são consistentes com aquilo que é ensinado no Novo Testamento a respeito da necessidade de estarmos mais preparados a ouvir do que a falar: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tiago 1:19). Aprendemos muito menos do que poderíamos porque as nossas bocas estão em movimento quando os nossos ouvidos deveriam estar funcionando. Em um período de tempo muito grande, o nosso aparelho de comunicação está transmitindo quando deveria estar recebendo.
O que é necessária geralmente na vida, e principalmente em assuntos espirituais, é a humildade de reconhecer quanto nós fazemos pouco. Nós precisamos guardar contra a “ilusão” do conhecimento – a impressão falsa de que sabemos muito quando na verdade sabemos pouco. Precisamos suspeitar de qualquer das nossas idéias, pois pode estar errada. Se não agirmos assim, jamais corrigiremos aquelas que estão.
Há, sem dúvida, um problema do lado contrário. Se a nossa noção de ter cabeça aberta nos fizer colocar um ponto de interrogação em cima de tudo que sabemos, então simplesmente trocaremos um tipo de tolice por outro. Infelizmente, os pensadores na nossa época parecem fazer exatamente isso. Nos dias em que filósofos respeitáveis podem dizer que eles não têm certeza nem da sua própria existência, o pior pecado que a pessoa pode cometer a respeito de qualquer assunto é ser “dogmática” sobre isso. As palavras “verdade” e “conhecimento” têm adquirido pequenas aspas condescendentes, e nos dizem que podemos acreditar em qualquer coisa que quisermos enquanto não temos certeza de nada.
Certamente, seria perigoso ceder a esta especulação sobre o conhecimento no geral. Mas seria igualmente perigoso se jamais reavaliasse qualquer noção só por tê-la aceitada como verdade. Há horas para reconsiderar honestamente aquilo que nós temos acreditado e há horas para nos mantermos firmes naquilo que é certamente verdade. O senso comum geralmente pode diferenciar entre eles.
Paulo escreveu: “Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar sábio” (1 Coríntios 3:18). O verdadeiro conhecimento e sabedoria sempre são acompanhados por humildade. É a pessoa que está disposta a aprender que aprenderá. Admitir que alguém seja desinformado a respeito de muitas coisas é um passo doloroso que destrói orgulho, porém é um que deve ser tomado a praticamente cada esquina na estrada para o verdadeiro conhecimento.
Gary Henry
A SALVAÇÃO DEPENDE DE CADA UM
“E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa”. (Atos 16:31-32)
Essa palavra é promessa no sentido de que, se um da família confessa Jesus Cristo como Senhor e Salvador, TODOS os familiares serão salvos igualmente?
Esse texto bíblico NÃO pode ser firmado como promessa para toda a família, no sentido de que se um é salvo todos serão também.
Em seguida, alguns textos que contradizem essa afirmação muito "popular" no meio evangélico.
Na carta do apóstolo Paulo, 1 Coríntios 7:15,16, o apóstolo Paulo diz: " Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão: mas Deus chamou-nos para a paz. Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher? "
Também, no Evangelho de Lucas, capítulo 17, versículo 34, Jesus diz: " Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado. "
Pode haver "diabo(s)" no meio da família. Quem discerniria isso sem que Deus revele? Diabo não pode ser salvo pois é filho da perdição. Judas andava no meio dos apóstolos de Cristo e "fazia a obra", mas, era um diabo, e, diabo tem seu fim já determinado.
Uma pausa ....
Há tantos diabos já explícitos e declarados no meio chamado evangélico que, só quem é cego ou se faz de cego, não vê ou faz que não vê, e pior, AINDA DEFENDEM OS DIABOS. Isso, biblicamente falando é: Defendem o injusto e condenam o justo, e, por isso, serão condenados com eles.
No Evangelho de Mateus há outra referência, capítulo 7, versículos 21 ao 29, Jesus dizendo que, mesmo os que estão na Igreja, nem todos serão salvos, porque existem os falsos crentes, falsos pastores, falsos mestres, falsos apóstolos, falsos profetas, falsos irmãos, os que cometem iniqüidade, fraudam, roubam, corrompem, vendem a igreja de Jesus por voto político, vendem a igreja por negociatas ... enfim ... eles possuem famílias e, não serão salvos.
Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículos 21 ao 23, diz: " Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. "
Aparentemente todos fazem a vontade de Deus ... aparentemente ... Obra de Deus não é o que a aparência da multidão ou maioria diz, mas, a verdade do que é no espírito.
Enquanto há tempo, saia do meio dos falsos, dos lobos, dos diabos, dos mercenários, dos corruptos, dos mercadores evangélicos, não faça como eles fazem, não aprove suas obras, não interceda por eles porque eles sabem o que fazem e pecam voluntariamente.
Saia enquanto há tempo e fique com Jesus e Sua Palavra, para não ser condenado com eles ...
Resposta: Sergio Luiz Brandão
Blues to THE LORD
E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa”. (Atos 16:31-32)
Essa palavra é promessa no sentido de que, se um da família confessa Jesus Cristo como Senhor e Salvador, TODOS os familiares serão salvos igualmente?
Esse texto bíblico NÃO pode ser firmado como promessa para toda a família, no sentido de que se um é salvo todos serão também.
Em seguida, alguns textos que contradizem essa afirmação muito "popular" no meio evangélico.
Na carta do apóstolo Paulo, 1 Coríntios 7:15,16, o apóstolo Paulo diz: " Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão: mas Deus chamou-nos para a paz. Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher? "
Também, no Evangelho de Lucas, capítulo 17, versículo 34, Jesus diz: " Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado. "
Pode haver "diabo(s)" no meio da família. Quem discerniria isso sem que Deus revele? Diabo não pode ser salvo pois é filho da perdição. Judas andava no meio dos apóstolos de Cristo e "fazia a obra", mas, era um diabo, e, diabo tem seu fim já determinado.
Uma pausa ....
Há tantos diabos já explícitos e declarados no meio chamado evangélico que, só quem é cego ou se faz de cego, não vê ou faz que não vê, e pior, AINDA DEFENDEM OS DIABOS. Isso, biblicamente falando é: Defendem o injusto e condenam o justo, e, por isso, serão condenados com eles.
No Evangelho de Mateus há outra referência, capítulo 7, versículos 21 ao 29, Jesus dizendo que, mesmo os que estão na Igreja, nem todos serão salvos, porque existem os falsos crentes, falsos pastores, falsos mestres, falsos apóstolos, falsos profetas, falsos irmãos, os que cometem iniqüidade, fraudam, roubam, corrompem, vendem a igreja de Jesus por voto político, vendem a igreja por negociatas ... enfim ... eles possuem famílias e, não serão salvos.
Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículos 21 ao 23, diz: " Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. "
Aparentemente todos fazem a vontade de Deus ... aparentemente ... Obra de Deus não é o que a aparência da multidão ou maioria diz, mas, a verdade do que é no espírito.
Enquanto há tempo, saia do meio dos falsos, dos lobos, dos diabos, dos mercenários, dos corruptos, dos mercadores evangélicos, não faça como eles fazem, não aprove suas obras, não interceda por eles porque eles sabem o que fazem e pecam voluntariamente.
Saia enquanto há tempo e fique com Jesus e Sua Palavra, para não ser condenado com eles ...
Resposta: Sergio Luiz Brandão
Blues to THE LORD
9 de abril de 2012
TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E SEU SURGIMENTO
Pr. Altair Fernandes
O estudo sobre a Teologia da Prosperidade através das Lições Bíblicas chegou numa boa hora. Alguns televangelistas no Brasil, que outrora eram combatentes de tal heresia, hoje, para espanto de muitos propagam e defendem abertamente (ou sorrateiramente) os seus princípios.
Na condição de movimento doutrinário, a Teologia da Prosperidade se desenvolveu após os anos 70, encontrando espaço nos grupos evangélicos pentecostais. Sobre isto comenta Pieratt
[...] o pentecostalismo não foi o pai desse novo evangelho, embora talvez possa ser chamado de padrasto, por causa da forma como o abraçou e seguiu seus ensinos. Então, a primeira pergunta que se levanta é por que as denominações pentecostais têm sido mais abertas a esse ensino do que qualquer outro grupo protestante. A resposta parece estar na tendência que elas têm de aceitar dons de profecia e profetas dos dias atuais que afirmam exercer esses dons. Por causa da abertura para visões, revelações e orientações espirituais contínuas fora da Bíblia, cria-se um espaço para a entrada das afirmações do evangelho da prosperidade.[1]
Uma afirmação muito interessante neste enunciado de Pieratt é o fato de que o evangelho da prosperidade não se sustenta na autoridade das Santas Escrituras, mas, na autoridade dos “profetas” da atualidade (ou dos carismas). O motivo disto é a sua fraca sustentação à luz de uma análise exegética e hermenêutica séria e ortodoxa, baseada numa interpretação histórico-gramatical da Bíblia.
Observe o que escreveu Hagin
O próprio Senhor me ensinou sobre a prosperidade [...] recebi isso diretamente do céu.” (in How God Taugh Me About Prosperith, 1991 apud ANKERBERG e WELDON, 1996, p. 32). Em Solving the Mystery of the Miracle Money (Resolvendo o Mistério do Dinheiro Milagroso), Robert Tilton afirma que: “As palavras deste livro não são minhas; são palavras do [...] Espírito Santo [...].[2]
Em qualquer época, toda reivindicação de autoridade profética, ou de veracidade da profecia, esteve relacionado à revelação de Deus em seus escritos inspirados.
Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis. (Dt 13.1-4, ARA)
Um texto muito utilizado para fortalecer a autoridade do “profeta” em detrimento das Escrituras é 2 Crônicas 20.20
E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafá e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.
Observe que primeiro se deve crer em Deus. Crer no profeta e prosperar está condicionado ao fato do profeta estar em obediência à palavra de Deus. Um profeta herege é um profeta destituído de autoridade espiritual, pois esta depende da submissão ao Pai.
Profecia e teologia devem caminhar de mãos dadas, sendo toda profecia passiva de julgamento (1 Co 14.29) pela teologia (interpretação e sistematização dos mandamentos). A voz de Deus nos mandamentos (texto inspirado), não pode destoar da voz de Deus na profecia (carisma inspirado). Desta forma, teologia e profecia se complementam, em vez de serem entendidas como manifestações antagônicas.
Outro fato digno de nota foi que a doutrina da prosperidade em sua origem, esteve intimamente relacionada à expansão do televangelismo norte-americano
Foi o televangelista Oral Roberts quem criou a noção de "Vida Abundante" e deu início à pregação da doutrina da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior do que o valor ofertado. Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando, ao ingressar na TV, suas despesas aumentaram consideravelmente. [...] Nos anos 70, essa doutrina ganharia maior projeção por meio do ministério de Kenneth e Gloria Copeland, que a radicalizaram prometendo retorno centuplicado dos dízimos e ofertas. [...] A origem das doutrinas sobre prosperidade manteve íntima conexão com a expansão do televangelismo norte-americano . [...] em função do aumento da competição entre os televangelistas, o tempo na TV tornou-se mais caro para eles. O custo dos programas subiu mais que a audiência. Pressionados pelas despesas crescentes de seus projetos, que foram se tornando cada vez mais ambiciosos, os televangelistas refinaram as formas de levantar fundos, integrando os apelos financeiros à teologia [...]. Não é à toa que a Teologia da Prosperidade ingressou no Brasil e se espraiou em diversos segmentos evangélicos por meio dos neopentecostais, justamente os mais ativos difusores do televangelismo entre nós.[3]
No Brasil, após encontrar bastante espaço em alguns segmentos do neopentecostalismo, a Teologia da Prosperidade achou guarida no pentecostalismo clássico, mais especificamente nas Assembleias de Deus, ultimamente travestida de “Vitória Financeira”, tendo como fundamento teórico as anotações do pastor Morris Cerullo na Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira (refutadas em meu livro Uma Igreja com Saúde), amplamente divulgada e recomendada pelo pastor assembleiano Silas Malafaia em seu programa de televisão, através de campanhas de “semeaduras” financeiras elitizadas, prometendo ganhos financeiros e materiais aos “semeadores”, repetindo desta maneira os mesmos lamentáveis fatos ocorridos entre os televangelistas americanos.
A prosperidade é uma verdade bíblica (Gn 39.23; Js 1.8; 2 Cr 20.20; 26.5; Sl 1.1-3; 122.6; 2 Co 9.10-11 ss), mas a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira) é uma heresia perniciosa e oportunista. Com sua ênfase demasiada nas riquezas, suas exegese deturpada, seus métodos de levantamento de fundos agressivos e seus falsos profetas, a Teologia da Prosperidade não passa de uma corrupção doutrinária absurda, que deve ser veementemente combatida e repudiada no meio cristão.
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a Deus. (2 Co 9.6-11)
Tão nociva quanto a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), defendida pelos televangelistas aproveitadores da ingenuidade alheia, que apelam para a autoridade de falsos profetas importados, é também a Teologia da Miserabilidade.
Enquanto a Teologia da Prosperidade apela para o "dar tudo", a Teologia da Miserabilidade retém tudo.
O texto bíblico citado acima nos oferece uma base sólida e clara para a prática da contribuição financeira na igreja.
Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo nos exorta a semear com abundância. Obviamente, tal abundância é proporcional à realidade financeira de cada um. Dessa forma, para alguns R$ 100,00 será uma oferta abundante, enquanto que para outros, o valor abundante será R$ 100.000,00.
Em segundo lugar, a contribuição é baseada numa decisão subjetiva e livre por parte do ofertante. Ninguém lhe propõe, nem estabelece valores ou quantidade. Não há desafios, não há apelações, não há manipulações, não há coações.
Em terceiro lugar, o ato livre e consciente de contribuir deve ser motivado pelo sentimento certo. É a alegria que norteia a liberalidade do ofertante. Nada de culpas, nada de tristezas, nada de medos, nada de barganhas.
Em quarto lugar, o propósito da abundância, da suficiência, da multiplicação e do enriquecimento precisa estar bem compreendido e definido pelo ofertante. Prosperamos para superabundarmos em toda a boa obra. Somos enriquecidos para toda beneficência.
Entendendo dessa forma os princípios norteadores da contribuição financeira à luz do Novo Testamento, abominaremos a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), rejeitaremos igualmente a Teologia da Miserabilidade e vivenciaremos a Teologia da Generosidade para a glória de Deus.
O estudo sobre a Teologia da Prosperidade através das Lições Bíblicas chegou numa boa hora. Alguns televangelistas no Brasil, que outrora eram combatentes de tal heresia, hoje, para espanto de muitos propagam e defendem abertamente (ou sorrateiramente) os seus princípios.
Na condição de movimento doutrinário, a Teologia da Prosperidade se desenvolveu após os anos 70, encontrando espaço nos grupos evangélicos pentecostais. Sobre isto comenta Pieratt
[...] o pentecostalismo não foi o pai desse novo evangelho, embora talvez possa ser chamado de padrasto, por causa da forma como o abraçou e seguiu seus ensinos. Então, a primeira pergunta que se levanta é por que as denominações pentecostais têm sido mais abertas a esse ensino do que qualquer outro grupo protestante. A resposta parece estar na tendência que elas têm de aceitar dons de profecia e profetas dos dias atuais que afirmam exercer esses dons. Por causa da abertura para visões, revelações e orientações espirituais contínuas fora da Bíblia, cria-se um espaço para a entrada das afirmações do evangelho da prosperidade.[1]
Uma afirmação muito interessante neste enunciado de Pieratt é o fato de que o evangelho da prosperidade não se sustenta na autoridade das Santas Escrituras, mas, na autoridade dos “profetas” da atualidade (ou dos carismas). O motivo disto é a sua fraca sustentação à luz de uma análise exegética e hermenêutica séria e ortodoxa, baseada numa interpretação histórico-gramatical da Bíblia.
Observe o que escreveu Hagin
O próprio Senhor me ensinou sobre a prosperidade [...] recebi isso diretamente do céu.” (in How God Taugh Me About Prosperith, 1991 apud ANKERBERG e WELDON, 1996, p. 32). Em Solving the Mystery of the Miracle Money (Resolvendo o Mistério do Dinheiro Milagroso), Robert Tilton afirma que: “As palavras deste livro não são minhas; são palavras do [...] Espírito Santo [...].[2]
Em qualquer época, toda reivindicação de autoridade profética, ou de veracidade da profecia, esteve relacionado à revelação de Deus em seus escritos inspirados.
Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis. (Dt 13.1-4, ARA)
Um texto muito utilizado para fortalecer a autoridade do “profeta” em detrimento das Escrituras é 2 Crônicas 20.20
E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafá e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.
Observe que primeiro se deve crer em Deus. Crer no profeta e prosperar está condicionado ao fato do profeta estar em obediência à palavra de Deus. Um profeta herege é um profeta destituído de autoridade espiritual, pois esta depende da submissão ao Pai.
Profecia e teologia devem caminhar de mãos dadas, sendo toda profecia passiva de julgamento (1 Co 14.29) pela teologia (interpretação e sistematização dos mandamentos). A voz de Deus nos mandamentos (texto inspirado), não pode destoar da voz de Deus na profecia (carisma inspirado). Desta forma, teologia e profecia se complementam, em vez de serem entendidas como manifestações antagônicas.
Outro fato digno de nota foi que a doutrina da prosperidade em sua origem, esteve intimamente relacionada à expansão do televangelismo norte-americano
Foi o televangelista Oral Roberts quem criou a noção de "Vida Abundante" e deu início à pregação da doutrina da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior do que o valor ofertado. Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando, ao ingressar na TV, suas despesas aumentaram consideravelmente. [...] Nos anos 70, essa doutrina ganharia maior projeção por meio do ministério de Kenneth e Gloria Copeland, que a radicalizaram prometendo retorno centuplicado dos dízimos e ofertas. [...] A origem das doutrinas sobre prosperidade manteve íntima conexão com a expansão do televangelismo norte-americano . [...] em função do aumento da competição entre os televangelistas, o tempo na TV tornou-se mais caro para eles. O custo dos programas subiu mais que a audiência. Pressionados pelas despesas crescentes de seus projetos, que foram se tornando cada vez mais ambiciosos, os televangelistas refinaram as formas de levantar fundos, integrando os apelos financeiros à teologia [...]. Não é à toa que a Teologia da Prosperidade ingressou no Brasil e se espraiou em diversos segmentos evangélicos por meio dos neopentecostais, justamente os mais ativos difusores do televangelismo entre nós.[3]
No Brasil, após encontrar bastante espaço em alguns segmentos do neopentecostalismo, a Teologia da Prosperidade achou guarida no pentecostalismo clássico, mais especificamente nas Assembleias de Deus, ultimamente travestida de “Vitória Financeira”, tendo como fundamento teórico as anotações do pastor Morris Cerullo na Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira (refutadas em meu livro Uma Igreja com Saúde), amplamente divulgada e recomendada pelo pastor assembleiano Silas Malafaia em seu programa de televisão, através de campanhas de “semeaduras” financeiras elitizadas, prometendo ganhos financeiros e materiais aos “semeadores”, repetindo desta maneira os mesmos lamentáveis fatos ocorridos entre os televangelistas americanos.
A prosperidade é uma verdade bíblica (Gn 39.23; Js 1.8; 2 Cr 20.20; 26.5; Sl 1.1-3; 122.6; 2 Co 9.10-11 ss), mas a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira) é uma heresia perniciosa e oportunista. Com sua ênfase demasiada nas riquezas, suas exegese deturpada, seus métodos de levantamento de fundos agressivos e seus falsos profetas, a Teologia da Prosperidade não passa de uma corrupção doutrinária absurda, que deve ser veementemente combatida e repudiada no meio cristão.
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a Deus. (2 Co 9.6-11)
Tão nociva quanto a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), defendida pelos televangelistas aproveitadores da ingenuidade alheia, que apelam para a autoridade de falsos profetas importados, é também a Teologia da Miserabilidade.
Enquanto a Teologia da Prosperidade apela para o "dar tudo", a Teologia da Miserabilidade retém tudo.
O texto bíblico citado acima nos oferece uma base sólida e clara para a prática da contribuição financeira na igreja.
Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo nos exorta a semear com abundância. Obviamente, tal abundância é proporcional à realidade financeira de cada um. Dessa forma, para alguns R$ 100,00 será uma oferta abundante, enquanto que para outros, o valor abundante será R$ 100.000,00.
Em segundo lugar, a contribuição é baseada numa decisão subjetiva e livre por parte do ofertante. Ninguém lhe propõe, nem estabelece valores ou quantidade. Não há desafios, não há apelações, não há manipulações, não há coações.
Em terceiro lugar, o ato livre e consciente de contribuir deve ser motivado pelo sentimento certo. É a alegria que norteia a liberalidade do ofertante. Nada de culpas, nada de tristezas, nada de medos, nada de barganhas.
Em quarto lugar, o propósito da abundância, da suficiência, da multiplicação e do enriquecimento precisa estar bem compreendido e definido pelo ofertante. Prosperamos para superabundarmos em toda a boa obra. Somos enriquecidos para toda beneficência.
Entendendo dessa forma os princípios norteadores da contribuição financeira à luz do Novo Testamento, abominaremos a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), rejeitaremos igualmente a Teologia da Miserabilidade e vivenciaremos a Teologia da Generosidade para a glória de Deus.
5 de abril de 2012
A FORNICAÇÃO: A DEFESA DO SEXO ENDEUSADO
Os desejos sexuais não devem ser objeto de ódio ou de vergonha. Podemos, e devemos, celebrá-los como um dom precioso. Deus é o autor deles (Gênesis 1:27; 2:22-24) e os declarou bons (Gênesis 1:31). O nosso Criador projetou o sexo não apenas para aumento do prazer físico e do bem-estar dos cônjuges no casamento, mas também para facilitar a expressão de seu carinhoso compromisso. Se o sexo, feito na intimidade do casamento, pode ser puro e santo (veja Hebreus 13:4; Romanos 13:1), não devemos imaginar que o nosso desenvolvimento espiritual seja mais bem atendido se negarmos a importância dos atos físicos do amor. O apóstolo Paulo admoesta sem rodeios aos casais: “Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:5).
Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompido. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse “sexo solto” como “fornicação”. O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.
Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tem a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas consequências.
Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses “casos” impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a auto discriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.
Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos “manifestos” da carne, mas também o põe no topo da lista “carnal” de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que “fugissem da fornicação”, explicando que “qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter consequências prejudiciais sobre o homem em geral.
Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!
A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).
Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: “Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.
Jerry R. Earnhart
Postado por Ediner.brito
Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompido. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse “sexo solto” como “fornicação”. O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.
Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tem a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas consequências.
Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses “casos” impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a auto discriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.
Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos “manifestos” da carne, mas também o põe no topo da lista “carnal” de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que “fugissem da fornicação”, explicando que “qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter consequências prejudiciais sobre o homem em geral.
Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!
A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).
Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: “Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.
Jerry R. Earnhart
Postado por Ediner.brito
4 de abril de 2012
FALSOS CONDUTORES DOS FILHOS DE DEUS
Nos dias de hoje o que vemos de uma forma camuflada são os lideres evangélicos donos de denominações esconderem a verdadeira palavra que o Senhor Jesus nos ensinou. Criticam as tradições dogmáticas católicas, mas as praticam de forma sorrateira e vergonhosa. São idólatras do dinheiro dos fiéis, chamando-o de dízimo que foi abolido por Cristo Jesus no Novo Testamento, juntamente com as leis cerimoniais.
Vamos ler o que os líderes se contradizem vergonhosamente:
“Deus não quer o seu dinheiro, porque Deus não precisa de dinheiro.” Dê “o seu dízimo, porque você esta dando é pra Deus”!
MAS A OBRA PRECISA, PARA PAGAR O ALUGUEL E OUTRAS DESPESAS PARA A MANUTENÇÃO DA CASA DELE.
“Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido”; (2 Coríntios 3:14).
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei”. (Hebreus 7: 12).
“Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade.
(Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus”. (Hebreus 7: 18-19).
Para os donos de denominações as únicas passagens que lhes interessam por renderem salários estrondosos são:
a) No Antigo Testamento
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”.( Malaquias 3:10).
b) No Novo Testamento
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas”. (Mateus 23:23).
Através dos textos retirados do livro de Malaquias e do Evangelho narrado por Mateus os donos de denominações se aproveitam daqueles que não gostam de ler a Bíblia e depositam a sua confiança no que diz o seu pastor e daqueles que são totalmente desprovidos de conhecimentos, mas que acreditam naquilo que os obreiros, pastores, irmãos lhes dizem e se acham que estão de uma forma correta buscando a sua salvação.
A Palavra de Deus diz a todos nós que devemos conferir tudo aquilo que ouvimos, para não cairmos no lago de fogo, lugar pior do que o inferno:
“E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.
Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”. (Atos 17:10-11).
Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova. (Mateus 15:14).
Acreditem se quiser, mas agora mesmo ao terminar este pequeno texto estrei sendo taxado de “idiota”, “tolo”, “mão de vaca”, “trocha” e muitos outros adjetivos desqualificativos que são usados por lideres, pastores, diretor presidente das grandes denominações que estão aniquilando o Evangelho de Jesus Cristo e desvirtuando o sentido da sua morte na cruz do calvário, cujo objetivo foi remir os nossos pecados.
As críticas apresentadas na mídia só estão servindo para promovê-los mais e mais uma vez que a hipocrisia, ganância, mentira, enganação já se tornaram um habito corriqueiro nas suas vidas. É como dizem os grandes lideres de denominações: Peçam! Peçam! Peçam até a exaustão! O que receber é lucro! Pulem, rodopiem, gritem, façam medo, briguem com satanás. O povão cristão gosta é disso. Vá lá!
“E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”. (Lucas 16:15).
“Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância”. (Tito 1:11).
“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém”.( Romanos 1:25).
“Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo”. (2 João 1:7).
Seria humanamente impossível pedir para que não promovêssemos esta ala suja evangélica através do rádio, televisão e internet. Ela é poderosa. Ela é infalível.
Jesus Cristo sempre foi obediente ao Pai. Jamais Ele iria mudar a lei até que covardemente o crucificássemos na cruz do calvário e fôssemos banhados com o seu precioso sangue e tendo nos livrados da maldição dos nossos pecados.
Jesus Cristo se fez maldito por nós. Respeitemos o Seu Evangelho.
Os que entenderam as Sagradas Escrituras sabem que do nascimento de João Batista até a morte de Jesus Cristo, vivíamos sob a abolida lei mosaica mesmo no Novo Testamento que se firmou exatamente na última expressão do Salvador:
E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(João 19:30)
A paz esteja com você.
Vamos ler o que os líderes se contradizem vergonhosamente:
“Deus não quer o seu dinheiro, porque Deus não precisa de dinheiro.” Dê “o seu dízimo, porque você esta dando é pra Deus”!
MAS A OBRA PRECISA, PARA PAGAR O ALUGUEL E OUTRAS DESPESAS PARA A MANUTENÇÃO DA CASA DELE.
“Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido”; (2 Coríntios 3:14).
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei”. (Hebreus 7: 12).
“Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade.
(Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus”. (Hebreus 7: 18-19).
Para os donos de denominações as únicas passagens que lhes interessam por renderem salários estrondosos são:
a) No Antigo Testamento
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”.( Malaquias 3:10).
b) No Novo Testamento
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas”. (Mateus 23:23).
Através dos textos retirados do livro de Malaquias e do Evangelho narrado por Mateus os donos de denominações se aproveitam daqueles que não gostam de ler a Bíblia e depositam a sua confiança no que diz o seu pastor e daqueles que são totalmente desprovidos de conhecimentos, mas que acreditam naquilo que os obreiros, pastores, irmãos lhes dizem e se acham que estão de uma forma correta buscando a sua salvação.
A Palavra de Deus diz a todos nós que devemos conferir tudo aquilo que ouvimos, para não cairmos no lago de fogo, lugar pior do que o inferno:
“E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.
Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”. (Atos 17:10-11).
Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova. (Mateus 15:14).
Acreditem se quiser, mas agora mesmo ao terminar este pequeno texto estrei sendo taxado de “idiota”, “tolo”, “mão de vaca”, “trocha” e muitos outros adjetivos desqualificativos que são usados por lideres, pastores, diretor presidente das grandes denominações que estão aniquilando o Evangelho de Jesus Cristo e desvirtuando o sentido da sua morte na cruz do calvário, cujo objetivo foi remir os nossos pecados.
As críticas apresentadas na mídia só estão servindo para promovê-los mais e mais uma vez que a hipocrisia, ganância, mentira, enganação já se tornaram um habito corriqueiro nas suas vidas. É como dizem os grandes lideres de denominações: Peçam! Peçam! Peçam até a exaustão! O que receber é lucro! Pulem, rodopiem, gritem, façam medo, briguem com satanás. O povão cristão gosta é disso. Vá lá!
“E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”. (Lucas 16:15).
“Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância”. (Tito 1:11).
“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém”.( Romanos 1:25).
“Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo”. (2 João 1:7).
Seria humanamente impossível pedir para que não promovêssemos esta ala suja evangélica através do rádio, televisão e internet. Ela é poderosa. Ela é infalível.
Jesus Cristo sempre foi obediente ao Pai. Jamais Ele iria mudar a lei até que covardemente o crucificássemos na cruz do calvário e fôssemos banhados com o seu precioso sangue e tendo nos livrados da maldição dos nossos pecados.
Jesus Cristo se fez maldito por nós. Respeitemos o Seu Evangelho.
Os que entenderam as Sagradas Escrituras sabem que do nascimento de João Batista até a morte de Jesus Cristo, vivíamos sob a abolida lei mosaica mesmo no Novo Testamento que se firmou exatamente na última expressão do Salvador:
E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(João 19:30)
A paz esteja com você.
2 de abril de 2012
CONTRA OS FALSOS PROFETAS
JEREMIAS 23:9-40
Quanto aos profetas, já o meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremecem; sou como um homem embriagado, e como um homem vencido de vinho, por causa do SENHOR, e por causa das suas santas palavras.
Porque a terra está cheia de adúlteros, e a terra chora por causa da maldição; os pastos do deserto se secam; porque a sua carreira é má, e a sua força não é reta.
Porque tanto o profeta, como o sacerdote, estão contaminados; até na minha casa achei a sua maldade, diz o SENHOR.
Portanto o seu caminho lhes será como lugares escorregadios na escuridão; serão empurrados, e cairão nele; porque trarei sobre eles mal, no ano da sua visitação, diz o SENHOR.
Nos profetas de Samaria bem vi loucura; profetizavam da parte de Baal, e faziam errar o meu povo Israel.
Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra.
Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer losna, e lhes farei beber águas de fel; porque dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra.
Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que entre vós profetizam; fazem-vos desvanecer; falam da visão do seu coração, não da boca do SENHOR.
Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós.
Porque, quem esteve no conselho do SENHOR, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra, e ouviu?
Eis que saiu com indignação a tempestade do SENHOR; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.
Não se desviará a ira do SENHOR, até que execute e cumpra os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso claramente.
Não mandei esses profetas, contudo eles foram correndo; não lhes falei, contudo eles profetizaram.
Mas, se estivessem estado no meu conselho, então teriam feito o meu povo ouvir as minhas palavras, e o teriam feito voltar do seu mau caminho, e da maldade das suas ações.
Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe?
Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o SENHOR.
Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?
Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal.
O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR.
Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra?
Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo.
Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse.
Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o SENHOR.
Quando, pois, te perguntar este povo, ou qualquer profeta, ou sacerdote, dizendo: Qual é o peso do SENHOR? Então lhe dirás: Este é o peso: Que vos deixarei, diz o SENHOR.
E, quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo, que disser: Peso do SENHOR, eu castigarei o tal homem e a sua casa.
Assim direis, cada um ao seu próximo, e cada um ao seu irmão: Que respondeu o SENHOR? e que falou o SENHOR?
Mas nunca mais vos lembrareis do peso do SENHOR; porque a cada um lhe servirá de peso a sua própria palavra; pois torceis as palavras do Deus vivo, do SENHOR dos Exércitos, o nosso Deus.
Assim dirás ao profeta: Que te respondeu o SENHOR, e que falou o SENHOR?
Mas, porque dizeis: Peso do SENHOR; assim o diz o SENHOR: Porque dizeis esta palavra: Peso do SENHOR, havendo-vos ordenado, dizendo: Não direis: Peso do SENHOR;
Por isso, eis que também eu me esquecerei totalmente de vós, e tirarei da minha presença, a vós e a cidade que vos dei a vós e a vossos pais;
E porei sobre vós perpétuo opróbrio, e eterna vergonha, que não será esquecida.
Quanto aos profetas, já o meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremecem; sou como um homem embriagado, e como um homem vencido de vinho, por causa do SENHOR, e por causa das suas santas palavras.
Porque a terra está cheia de adúlteros, e a terra chora por causa da maldição; os pastos do deserto se secam; porque a sua carreira é má, e a sua força não é reta.
Porque tanto o profeta, como o sacerdote, estão contaminados; até na minha casa achei a sua maldade, diz o SENHOR.
Portanto o seu caminho lhes será como lugares escorregadios na escuridão; serão empurrados, e cairão nele; porque trarei sobre eles mal, no ano da sua visitação, diz o SENHOR.
Nos profetas de Samaria bem vi loucura; profetizavam da parte de Baal, e faziam errar o meu povo Israel.
Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra.
Portanto assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer losna, e lhes farei beber águas de fel; porque dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra.
Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que entre vós profetizam; fazem-vos desvanecer; falam da visão do seu coração, não da boca do SENHOR.
Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós.
Porque, quem esteve no conselho do SENHOR, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra, e ouviu?
Eis que saiu com indignação a tempestade do SENHOR; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.
Não se desviará a ira do SENHOR, até que execute e cumpra os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso claramente.
Não mandei esses profetas, contudo eles foram correndo; não lhes falei, contudo eles profetizaram.
Mas, se estivessem estado no meu conselho, então teriam feito o meu povo ouvir as minhas palavras, e o teriam feito voltar do seu mau caminho, e da maldade das suas ações.
Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe?
Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o SENHOR.
Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?
Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal.
O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR.
Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra?
Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo.
Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse.
Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o SENHOR.
Quando, pois, te perguntar este povo, ou qualquer profeta, ou sacerdote, dizendo: Qual é o peso do SENHOR? Então lhe dirás: Este é o peso: Que vos deixarei, diz o SENHOR.
E, quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo, que disser: Peso do SENHOR, eu castigarei o tal homem e a sua casa.
Assim direis, cada um ao seu próximo, e cada um ao seu irmão: Que respondeu o SENHOR? e que falou o SENHOR?
Mas nunca mais vos lembrareis do peso do SENHOR; porque a cada um lhe servirá de peso a sua própria palavra; pois torceis as palavras do Deus vivo, do SENHOR dos Exércitos, o nosso Deus.
Assim dirás ao profeta: Que te respondeu o SENHOR, e que falou o SENHOR?
Mas, porque dizeis: Peso do SENHOR; assim o diz o SENHOR: Porque dizeis esta palavra: Peso do SENHOR, havendo-vos ordenado, dizendo: Não direis: Peso do SENHOR;
Por isso, eis que também eu me esquecerei totalmente de vós, e tirarei da minha presença, a vós e a cidade que vos dei a vós e a vossos pais;
E porei sobre vós perpétuo opróbrio, e eterna vergonha, que não será esquecida.
29 de março de 2012
O SALÁRIO DO ANUNCIADOR DO EVANGELHO.
Certamente, se alguém goza dessa mordomia, imediatamente abrirá a palavra do Senhor em I Coríntios 9.14 onde está escrito: Assim ordenou também o Senhor, aos que anunciam o Evangelho, que vivam do Evangelho, tentando justificar-se.
Neste Capítulo (I Coríntios 9.1-15), o apóstolo Paulo fala da liberdade e dos direitos dos levitas por ordem da lei de Moisés (vers. 9: Porém no vers. 12 ele diz: Nós não usamos deste direito, antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo, e no vers. 15 disse mais ainda: Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória.
O relato da palavra Deus não é decisão particular do apóstolo Paulo, mas uma ordenança do Senhor. Ele afirma que não usou desse direito para não por impedimento na obra do Senhor. Medite nesta declaração do homem de Deus, consciente que se fizesse uso do direito dos levitas (I Coríntios 9.9) estaria criando empecilho para na obra do Senhor, e nem escreveu isso para que assim se fizesse a ele, para não gerar escândalo envolvendo o nome do Senhor.
Precisamos de discernimento a luz do Espírito Santo de Deus, porque o apóstolo ainda alertou: Sede meus imitadores como também sou de Cristo (I Coríntios 11.1). E se imitarmos a Paulo estamos imitando a Cristo, porque ele exemplificou em si mesmo um autêntico imitador do Mestre.
Vamos meditar na ordem emanada por Jesus Cristo, aos seus discípulos: Mateus 10.8-10: Curai os enfermos, expulsai os demônios, ressuscitai os mortos; de graça recebeste, de graça daí; não possuais ouro, nem prata, no vosso cinto, nem alforje (bolsa), nem duas túnicas, porque digno é o operário do seu alimento.
E no capítulo 10 do Evangelho de Lucas, Jesus reproduziu a mesma ordenança aos seus discípulos, substituindo apenas a palavra “alimento” pela palavra “salário”, observe: Digno é o obreiro do seu salário.
E a substituição da palavra alimento por salário (Lucas 10.7), tem gerado muita confusão aos pregadores, mas quando a palavra do Senhor diz que digno é o obreiro do seu salário, ou quem anuncia o Evangelho que viva do Evangelho, isso não quer dizer absolutamente “dinheiro” para o anunciador do Evangelho de Cristo. O que o Senhor permitiu neste caso, quando em missão, que recebamos apenas o necessário para a nossa manutenção cotidiana, só o essencial para a nossa sobrevivência.
Observe no Evangelho de Lucas 22.35-38, a seriedade das ordenanças Senhor Jesus aos seus discípulos: Quando vos mandei sem bolsa, alforje ou sandálias, faltou-vos, porventura, alguma coisa?Eles responderam: Nada.
Disse-lhes, pois: Mas, agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e o que não tem espada, venda a sua veste e compre-a. E eles disseram: Senhor, eis aqui DUAS ESPADAS. E ele lhes disse: Basta.
O Senhor admite ao pregador, aceitar o necessário para a sua manutenção, tais como: Alimento, hospedagem, eventualmente transporte, roupa ou calçado e coisa do gênero. Mas receber salário, em nome do sangue que Cristo derramou na Cruz pelos pecadores, não há permissão para isso, porque o salário do anunciador de Boas Novas virá com Ele, no seu grande dia, vejamos: Isaías 40.10: Eis que o Senhor Jeová virá como o forte, e o seu braço dominará; eis que o seu galardão vem com Ele, e o seusalário, diante da sua face.
Requisitamos uma atenção especial dos irmãos para este alerta na segunda carta de Pedro 3.15-16 onde diz: O nosso amado irmão Paulo vos escreveu segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para a sua própria perdição.
E para que se cumpra a palavra, estão torcendo a verdade de Cristo, já presenciei pregador famoso, (esses que tomam espaço na mídia), afirmando que o Senhor Jesus aceitava dinheiro, tendo Judas Iscariotes como tesoureiro do grupo, fundamentados na passagem bíblica no livro de João 13.26-29, onde Jesus, após ter dado o bocado molhado para Judas disse-lhe:
O que fazes, fá-lo depressa. E nenhum dos que estavam assentados a mesa compreendeu a que propósito lhe dissera isto; como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa, ou que desse alguma coisa aos pobres.
Porém, no livro de João 12.6, a palavra relata que Judas possuía bolsa, e roubava tudo o que ali se colocava porque era ladrão, sendo que em Lucas 10.4 Jesus disse aos discípulos: Não leveis bolsa, nem alforje:
Judas tinha bolsa por duas razões: Primeiramente porque era desobediente (Lucas 10.4), e também porque era ladrão (João 12.6), e tirava as coisas que ali se lançava. Alguns o têm por tesoureiro, mas o Senhor dos senhores o declara ladrão. Portanto, não podemos tomar como exemplo a conduta de Judas para recolher dinheiro dos irmãos, pois ele já está julgado pela palavra do Senhor (João 17.12).
No livro de Marcos 6.3, o texto sagrado diz: Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago...? Sim, é este mesmo, o carpinteiro, Jesus Cristo, o filho do Deus Altíssimo que veio para salvar o mundo. Rei dos reis, Senhor dos senhores, ganhava o seu pão com o seu trabalho, no suor do seu rosto, dando exemplo em si mesmo para que nós, o imitamos, em sua perfeição. E no livro de Isaías 53.3, a palavra diz que o próprio Jesus era homem experimentado nos trabalhos (Edição revista e corrigida).
Agora observe no que diz a palavra do Senhor no livro dos Salmos 128.1,2: Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos; pois comerá do trabalho das tuas mãos, feliz será e te irá bem.
Meditem nesta palavra que afirma: Bem-aventurado, feliz, o homem que teme o Senhor e anda nos seus caminhos, pois comerá do trabalho das suas mãos, corroborando com a ordenança do Senhor no livro de Gênesis 3.19, onde Deus disse ao homem: No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes a terra.
Em Atos 18.1-3, o apóstolo Paulo também deixou o exemplo que devemos trabalhar para a nossa manutenção. Vamos meditar nos seus ensinamentos referente ao trabalho, na palavra do Senhor:
Vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e aos que estão comigo, estas mãos me serviram. Tenho-vos mostrado em tudo, que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber (Atos 20.34,35).
E na segunda carta aos Coríntios 12.14-17, a palavra diz: Eis que aqui estou, pronto para pela terceira vez ir ter convosco, e não vos serei pesado, pois que não busco o que é vosso, mas sim a vós, porque não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais para os filhos. Porventura aproveitei-me de vós por algum daqueles que vos enviei?
Eis o exemplo do homem de Deus para os que trabalham na obra do Senhor. Onde quer que estejam, por onde quer que andem, o que devemos é trabalhar para resgatar as almas, e não os bens materiais dos nossos irmãos. O que foi ratificado na primeira carta aos Tessalonicenses 2.9, onde diz:Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga, pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o Evangelho de Deus.
Procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado (I Tessalonicenses 4.11).
Paulo ainda disse que recusou salários de algumas igrejas, para anunciar o Evangelho de graça, para não ser pesado a ninguém (II Coríntios 11.7,8), e que não devemos andar desordenadamente, não trabalhando, porque não comeu pão de graça de homem algum, mas com trabalho e fadiga, dia e noite, para não ser pesado a ninguém; e quem não quiser trabalhar que não coma também (II Tessalonicenses 3:6-10); dando exemplo em si mesmo para que o imitássemos.
Isaías 19.8–10 diz: E os pescadores gemerão, e suspirarão todos os que lançam anzol ao rio, e os que estendem rede sobre as águas desfalecerão. E envergonhar-se-ão os que trabalham em linho fino e os que tecem pano branco. E os seus fundamentos serão despedaçados, e todos os que trabalham por salário ficarão com tristeza na alma.
E a carta aos Romanos 6.23, relata que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna.
Visite o site: www.cristoeaverdade.net
23 de março de 2012
O POVO DE DEUS ENGANADO
Criticar via rádios, jornais, televisões ou em redes sociais os falsos lideres fará com que o esquema da abominável e corrupta idolatria à prosperidade seja extinto? Obviamente que não. O que falta, em curto prazo, é que dentro dos próprios lares seja iniciada a evangelização. Quando me refiro à evangelização, excluo terminantemente as práticas tradicionalistas, que ainda hoje é a marca registrada de quem não quer ter compromisso sério com a Palavra de Deus. Imitar as práticas dos nossos antepassados é macular de forma agressiva o Evangelho de Jesus. É negar a Sua morte na cruz do calvário com o objetivo de pagar um preço caro pelos pecados dos homens para cumprir as profecias. A salvação agora só depende de cada um de nós.
Nos dias de hoje ouvimos cristãos dizerem: Sou católico apostólico romano não praticante; sou evangélico não praticante. As duas formas de manifestar a falta de compromisso com a Palavra de Deus motivam sites e blogs buscarem contendas entre irmãos. Lemos comentários absurdos. A pornografia impera na internet. É lamentável. A falta de conhecimento do evangelho de Cristo deixam muitos pecarem até mesmo contra o Espírito Santo. Pecado esse quem não perdão.
Um diz: Meu compromisso com Deus eu me garanto. Todos os domingos, ou melhor, quase todos os domingos participo da santa missa. Peço interseção do nosso padroeiro para proporcionar saúde, paz e prosperidades para todos.
Outro diz: Para o culto não vou sempre, mas sempre mando o meu santo dízimo. Sou fiel a Deus, conforme ensina o pastor da minha igreja.
O que podemos deduzir de tudo isso é que falta servo de Deus para pregar A VERDADEIRA PALAVRA de Cristo. O que vemos e ouvimos são líderes heréticos roubando a boa fé dos que buscam a Bíblia. Eles só falam em fidelidade com Deus e a recompensa virá em seguida. Basta ser fiel nos dízimos e nas ofertas e pronto: Você salvará seu casamento, seus filhos deixarão as drogas, você prosperará nos seus negócios e será rico. A saúde vai ser uma constante na sua vida e na vida de todos da sua casa. Fizeram do Criador do Mundo uma fonte de comércio entre as criaturas. Toma lá, Deus e me dá cá, Deus.
Em outros cultos que mais parecem seção de exorcismo, as pessoas rosnam, gritam, pulam caem, espumam, tremem, muda a voz e, finalmente, o líder expulsa o demônio. É me perdoe, uma verdadeira desordem.
Na minha forma de encarar os fatos comparo os líderes evangélicos com os líderes políticos: Os políticos prometem tudo inclusive o impossível, já os líderes evangélicos prometem que farão acontecer a salvação através de venda de óleo, água, chaves, mantos, etc... Tudo em vão. Nada acontece de verdade. Mas existe um único culpado por tudo isso: O povo que mesmo sabendo das falcatruas que muitos (não são todos) praticam, escolhe para ser seu ídolo particular o político “x” e o pastor “y”.
O mais triste é ver muitos buscarem o contido na Bíblia e serem enganados com livrinhos, folhetos e outros sempre distorcendo a Palavra de Deus. É uma verdadeira manipulação.
Os líderes evangélicos fazem uma lavagem cerebral nos fiéis de tal forma que eles usam as frases:
a) O meu pastor disse no culto que dízimo é bíblico. Foi instituído por Deus;
b) Quem negar o dízimo prestará conta com o devorador. Meu pastor também disse isso. É bíblico;
c) O meu pastor disse que muitos não dão o dízimo porque é miserável e não quer ajudar na divulgação do evangelho nem manter a casa de Deus. É bíblico.
Em contrapartida não ouvimos dizer que nos dias de hoje a circuncisão é bíblica, o holocausto é bíblico, o sábado é bíblico e muitas outras coisas mais. Para os líderes só valem para o Novo Testamento os itens da lei antiga que lhe tragam “prosperidades”.
O assunto é tão polêmico que já se ler a respeito de que órgão federal iniciará uma fiscalização mais apurada nas denominações (tomara que sejam todas atingidas) com relação às receitas e despesas, lucros ou prejuízos nos seus balanços anuais. É vergonhoso comentar sobre essas coisas. O assunto é tão sério que vemos e lemos na mídia o número de donos de denominações enriquecerem ilicitamente, através de lavagem de dinheiro, roubados dos menos esclarecidos, formação de quadrilhas, charlatões e muitas vigarices mais.
Faça você mesmo a sua igreja. Se reúnam e orem a Deus em qualquer lugar e hora. Se prostrem e peçam a Deus obrigado por ter sido advertido do rumo errado que estava seguindo. Vamos juntos pedir ao Senhor e Salvador Jesus Cristo que adentre nos corações dos que praticam heresias e iniquidade e os façam converterem-se. Aceitar Jesus como único Salvador e Mediador dos homens.
"Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal".
Provérbios 3:7
Nos dias de hoje ouvimos cristãos dizerem: Sou católico apostólico romano não praticante; sou evangélico não praticante. As duas formas de manifestar a falta de compromisso com a Palavra de Deus motivam sites e blogs buscarem contendas entre irmãos. Lemos comentários absurdos. A pornografia impera na internet. É lamentável. A falta de conhecimento do evangelho de Cristo deixam muitos pecarem até mesmo contra o Espírito Santo. Pecado esse quem não perdão.
Um diz: Meu compromisso com Deus eu me garanto. Todos os domingos, ou melhor, quase todos os domingos participo da santa missa. Peço interseção do nosso padroeiro para proporcionar saúde, paz e prosperidades para todos.
Outro diz: Para o culto não vou sempre, mas sempre mando o meu santo dízimo. Sou fiel a Deus, conforme ensina o pastor da minha igreja.
O que podemos deduzir de tudo isso é que falta servo de Deus para pregar A VERDADEIRA PALAVRA de Cristo. O que vemos e ouvimos são líderes heréticos roubando a boa fé dos que buscam a Bíblia. Eles só falam em fidelidade com Deus e a recompensa virá em seguida. Basta ser fiel nos dízimos e nas ofertas e pronto: Você salvará seu casamento, seus filhos deixarão as drogas, você prosperará nos seus negócios e será rico. A saúde vai ser uma constante na sua vida e na vida de todos da sua casa. Fizeram do Criador do Mundo uma fonte de comércio entre as criaturas. Toma lá, Deus e me dá cá, Deus.
Em outros cultos que mais parecem seção de exorcismo, as pessoas rosnam, gritam, pulam caem, espumam, tremem, muda a voz e, finalmente, o líder expulsa o demônio. É me perdoe, uma verdadeira desordem.
Na minha forma de encarar os fatos comparo os líderes evangélicos com os líderes políticos: Os políticos prometem tudo inclusive o impossível, já os líderes evangélicos prometem que farão acontecer a salvação através de venda de óleo, água, chaves, mantos, etc... Tudo em vão. Nada acontece de verdade. Mas existe um único culpado por tudo isso: O povo que mesmo sabendo das falcatruas que muitos (não são todos) praticam, escolhe para ser seu ídolo particular o político “x” e o pastor “y”.
O mais triste é ver muitos buscarem o contido na Bíblia e serem enganados com livrinhos, folhetos e outros sempre distorcendo a Palavra de Deus. É uma verdadeira manipulação.
Os líderes evangélicos fazem uma lavagem cerebral nos fiéis de tal forma que eles usam as frases:
a) O meu pastor disse no culto que dízimo é bíblico. Foi instituído por Deus;
b) Quem negar o dízimo prestará conta com o devorador. Meu pastor também disse isso. É bíblico;
c) O meu pastor disse que muitos não dão o dízimo porque é miserável e não quer ajudar na divulgação do evangelho nem manter a casa de Deus. É bíblico.
Em contrapartida não ouvimos dizer que nos dias de hoje a circuncisão é bíblica, o holocausto é bíblico, o sábado é bíblico e muitas outras coisas mais. Para os líderes só valem para o Novo Testamento os itens da lei antiga que lhe tragam “prosperidades”.
O assunto é tão polêmico que já se ler a respeito de que órgão federal iniciará uma fiscalização mais apurada nas denominações (tomara que sejam todas atingidas) com relação às receitas e despesas, lucros ou prejuízos nos seus balanços anuais. É vergonhoso comentar sobre essas coisas. O assunto é tão sério que vemos e lemos na mídia o número de donos de denominações enriquecerem ilicitamente, através de lavagem de dinheiro, roubados dos menos esclarecidos, formação de quadrilhas, charlatões e muitas vigarices mais.
Faça você mesmo a sua igreja. Se reúnam e orem a Deus em qualquer lugar e hora. Se prostrem e peçam a Deus obrigado por ter sido advertido do rumo errado que estava seguindo. Vamos juntos pedir ao Senhor e Salvador Jesus Cristo que adentre nos corações dos que praticam heresias e iniquidade e os façam converterem-se. Aceitar Jesus como único Salvador e Mediador dos homens.
"Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal".
Provérbios 3:7
21 de março de 2012
VINHO OU BEBIDAS FORTES E A PALAVRA DE DEUS.
Atendendo a pedidos, reeditarei o tema com as referências bíblicas devidas.
Grato pela sua visita.
Este tema desagrada a muitos que ainda não aceitaram o Senhor Jesus como Único e Suficiente Salvador. Vamos ler o que diz a Palavra de Deus:
_O VINHO é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio. Provérbios 20:1
_Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e dirige no caminho o teu coração.
Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos. Provérbios 23:19-21
_Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?
Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado.
Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.
Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.
E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? Aí então beberei outra vez. Provérbios 23:29-35
_PALAVRAS do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
Como, filho meu? E como, filho do meu ventre? E como, filho dos meus votos?
Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beberem vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
Que beba, e esqueça-se da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais. Provérbios 31:1_7
_Ai dos que se levantam pela manhã, e seguem a bebedice; e continuam até a noite, até que o vinho os esquente! Isaías 5:11
_Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Isaías 5:22
_O SENHOR derramou no meio dele um perverso espírito; e eles fizeram errar o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando se revolve no seu vômito. Isaías 19:14
_Mas também estes erram por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; são absorvidos pelo vinho; desencaminham-se por causa da bebida forte; andam errados na visão e tropeçam no juízo.
Porque todas as suas mesas estão cheias de vômitos e imundícia, e não há lugar limpo. Isaías 28:7-8
_A luxúria, e o vinho, e o mosto tiram o coração. Oséias 4:11
_Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro! Ai de ti, que adiciona à bebida o teu furor, e o embebedas para ver a sua nudez! Habacuque 2:15
_Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. I Coríntios 6:9-10
_Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro como já antes vos disse que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Gálatas 5:19-21
_Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;
E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós. I Pedro 4:3-4
O meu objetivo é levar a Palavra de Deus e fazer com que você busque se Ela está realmente na Bíblia. Este é o motivo de não fazer as referências de livro, capítulo e versículos.
A VERDADEIRA PALAVRA.
Grato pela sua visita.
Este tema desagrada a muitos que ainda não aceitaram o Senhor Jesus como Único e Suficiente Salvador. Vamos ler o que diz a Palavra de Deus:
_O VINHO é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio. Provérbios 20:1
_Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e dirige no caminho o teu coração.
Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos. Provérbios 23:19-21
_Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?
Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado.
Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.
Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.
E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? Aí então beberei outra vez. Provérbios 23:29-35
_PALAVRAS do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
Como, filho meu? E como, filho do meu ventre? E como, filho dos meus votos?
Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beberem vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
Que beba, e esqueça-se da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais. Provérbios 31:1_7
_Ai dos que se levantam pela manhã, e seguem a bebedice; e continuam até a noite, até que o vinho os esquente! Isaías 5:11
_Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Isaías 5:22
_O SENHOR derramou no meio dele um perverso espírito; e eles fizeram errar o Egito em toda a sua obra, como o bêbado quando se revolve no seu vômito. Isaías 19:14
_Mas também estes erram por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; são absorvidos pelo vinho; desencaminham-se por causa da bebida forte; andam errados na visão e tropeçam no juízo.
Porque todas as suas mesas estão cheias de vômitos e imundícia, e não há lugar limpo. Isaías 28:7-8
_A luxúria, e o vinho, e o mosto tiram o coração. Oséias 4:11
_Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro! Ai de ti, que adiciona à bebida o teu furor, e o embebedas para ver a sua nudez! Habacuque 2:15
_Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. I Coríntios 6:9-10
_Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro como já antes vos disse que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Gálatas 5:19-21
_Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;
E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós. I Pedro 4:3-4
O meu objetivo é levar a Palavra de Deus e fazer com que você busque se Ela está realmente na Bíblia. Este é o motivo de não fazer as referências de livro, capítulo e versículos.
A VERDADEIRA PALAVRA.
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