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19 de dezembro de 2016

A PROLE FARISAICA DE NOSSOS DIAS
















ALGUNS RELIGIOSOS DE ONTEM E DE HOJE.

As palavras fortes do Salvador "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas" ecoam através de todo evangelho de Mateus 23.
Os evangelhos estão cheios de polêmicas entre o Salvador e os fariseus.

Os fariseus seguiam rigorosamente a Lei de Moisés, que foi abolida na Cruz do Calvário, com a morte do Messias.
A ideia dos fariseus era colocar uma cerca em volta da lei do Criador.

O Salvador condenou os fariseus pelo interesse deles em impressionar os outros.  Eles tinham aperfeiçoado diversas técnicas de chamar atenção, como usar roupas especiais para fazê-los parecer mais religiosos, orar e jejuar de modos muito visíveis, e disputar pelas posições mais elevadas tanto na sinagoga como no pátio do Templo de Herodes. Eles insistiam em que os outros lhes dessem títulos especiais de respeito, quando os saudassem, porque queriam ser notados e admirados.

Satanás ainda consegue colocar orgulho humano nos corações de muitos "servos do Criador". Quantos “pastores” de nossos dias imitam estes fariseus em quase todas as minúcias, usando roupagem especial para distingui-los como "sacerdotes", usando títulos especiais, e adorando com grande pompa e cerimônia. A religião nos nossos dias tem sido reduzida a uma questão de espectadores aplaudindo os atos deslumbrantes daqueles que estão no palco. O holofote tem sido apontado para o pastor eloquente, cheio de si, de maneira que poderia causar inveja até a um fariseu. Devemos procurar impressionar os homens ou servir ao Criador humildemente?

Os fariseus eram cobiçosos. O Salvador os acusou de roubalheira e de devorar as casas das viúvas. É difícil saber exatamente como eles "devoravam" as casas das viúvas; talvez as persuadindo a fazer grandes doações. Certamente, pessoas de má fé no meio religioso hoje em dia têm explorado os pobres e velhos forçando-os a fazerem doações, praticando ato contrário ao que ensina o evangelho do Messias. Alguns até ridicularizam as doações pequenas e garantem bênçãos financeiras do Criador em troca de enormes ofertas. Claramente, assim como seus mentores antigos, eles cobrem sua exploração com um verniz de fervor religioso. Não é de admirar que o Salvador advertisse: 

"Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um convertido; e, uma vez feito, o tornais duas vezes filho do inferno”. 

Os hipócritas religiosos de nossos dias cumprem seus deveres religiosos externos perfeitamente, mas permitem que pecados como orgulho, inveja e ódio floresçam por dentro. 

Os fariseus eram falsos, pretendendo ser algo que não eram. Eles limpavam minuciosamente o exterior (a parte que as pessoas podiam ver), mas negligenciavam a justiça interior. Eles invertiam o que era racional. Uma vez que o pecado começa no coração, a operação de limpeza tem que começar aí também. O Salvador comparou a maneira farisaica com alguém que limpasse cuidadosamente o exterior de uma taça ou prato, mas deixasse comida apodrecendo por dentro sem se importar com isso. Conquanto não se queira beber numa taça que esteja suja por fora, a primeira preocupação é com a limpeza interior.
 
Os fariseus demonstravam hipocrisia de um segundo modo. Eles desequilibravam-se, dando o dízimo de cada PEQUENA ERVA enquanto ignoravam totalmente os princípios mais importantes da vida espiritual. O Salvador comparou-os com alguém que se certificasse de ter coado cada mosquito de sua bebida; após, porém, engolisse um camelo inteiro!

Apesar de examinarem as Escrituras diligentemente, os fariseus deixavam de ver o que elas estavam indicando. Sua pesquisa exaustiva e horas incansáveis de estudo não produziam para eles discernimento da verdadeira mensagem da Escritura.

Eram preconceituosos, permitindo que seus desejos velassem o que as Escrituras ensinavam. Seu orgulho impedia-os de se humilharem o suficiente para permitirem que o Criador abrisse seus olhos. Eles deturpavam as palavras que o Salvador dizia e negavam seus milagres. 

Eles recorriam a desonestidade absoluta.

Talvez não nos surpreendesse ao saber que os homens ainda agem como fariseus. Os homens não mudam muito. O Criador não muda nunca. Ele se opõe aos modernos fariseus da mesma maneira que se opunha aos antigos. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas..."

Basta ler as Escrituras.

16 de dezembro de 2016

CONTINUAMOS PECANDO, ATRASANDO A NOSSA SALVAÇÃO.
















O Criador falando pela boca do profeta Isaías

Nas Sombras das coisas futuras.

O Criador diz:
“Grite com toda a força, sem parar”! “Grite alto, como se você fosse trombeta”!

Anuncie ao meu povo, os descendentes de Jacó, os seus pecados e as suas maldades.

De fato, eles me adoram todos os dias e dizem que querem saber qual é a minha vontade, como se fossem um povo que faz o que é direito e que não desobedece às minhas leis. Pedem que eu lhes dê leis justas e estão sempre prontos para me adorar.

O povo pergunta ao Criador:

“Que adianta JEJUAR, se tu nem notas? Por que PASSAR FOME, se não te importas com isso?”

 O Criador responde:

“A verdade é que nos dias de JEJUM vocês cuidam dos SEUS NEGÓCIOS e EXPLORAM os seus empregados”.

Vocês passam os dias de JEJUM discutindo e brigando e chegam até a bater uns nos outros. Será que vocês pensam que, quando JEJUAM assim, eu vou ouvir as suas orações?

O que é que eu quero que vocês façam nos dias de jejum? Será que desejo que passem fome, que se curvem como um bambu, que vistam roupa feita de pano grosseiro e se deitem em cima de cinzas? É isso o que vocês chamam de JEJUM? Acham que um dia de jejum assim me agrada?

“NÃO! Não é esse o jejum que eu quero. Eu quero que soltem aqueles que foram presos injustamente, que tirem de cima deles o peso que os faz sofrer, que ponham em liberdade os que estão sendo oprimido, que acabem com todo tipo de escravidão.

O JEJUM que me agrada é que vocês repartam a sua comida com os famintos, que recebam em casa os pobres que estão desabrigados, que deem roupas aos que não têm e que nunca deixem de socorrer os seus parentes.

Então a luz da minha salvação brilhará como o sol, e logo vocês todos ficarão curados. O seu Salvador os guiará, e a presença do Criador os protegerá por todos os lados.

Quando vocês gritarem pedindo socorro, eu os atenderei; pedirão a minha ajuda, e eu direi: ‘Estou aqui!’Se acabarem com todo tipo de exploração, com todas as ameaças e xingamentos; se derem de comer aos famintos e socorrerem os necessitados, a luz da minha salvação brilhará, e a escuridão em que vocês vivem ficará igual à luz do meio-dia”.

Eu, o Criador, sempre os guiarei; até mesmo no deserto, eu lhes darei de comer e farei com que fiquem sãos e fortes. Vocês serão como um jardim bem regado, como uma fonte de onde não para de correr água.

Em cima dos alicerces antigos, vocês reconstruirão cidades que tinham sido arrasadas. Vocês serão conhecidos como o povo que levantou muralhas de novo, que construiu novamente casas que tinham caído.

O Criador diz: Obedeçam às leis a respeito do sábado; não cuidem dos seus próprios negócios no dia que para mim é sagrado. Considerem o sábado como um dia de festa, o dia santo do Criador, que deve ser respeitado. Guardem o sábado, descansando em vez de trabalhar; não cuidem dos seus negócios, nem fiquem conversando à toa.

O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DO SÁBADO

O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida pelo Salvador.

COLOSSENSES: Portanto, que ninguém faça para vocês leis sobre o que devem comer ou beber, ou sobre os dias santos, e a Festa da Lua Nova, e o sábado. Tudo isso é apenas uma SOMBRA daquilo que virá; a realidade é o Salvador.  O sábado significa descanso e libertação do trabalho: O Salvador trouxe O DESCANSO E A LIBERTAÇÃO DO PECADO.
O Salvador é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava.  Mesmo a libertação e o descanso que o Salvador nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os servos do Altíssimo experimentarão na Mansão Celestial.

Vocês têm as mãos manchadas de sangue e os dedos sujos de crimes; vocês só sabem contar mentiras, e os seus lábios estão sempre dizendo coisas que não prestam.

Não é para procurar a justiça que vão ao tribunal, e ninguém diz a verdade ao juiz. Todos confiam em mentiras e falsidades; inventam maldades e praticam crimes.

Os seus planos perversos são como os ovos de uma cobra venenosa: quem come os ovos morre, e, se um se quebra, dele sai outra cobra venenosa. Os seus planos não prestam para nada; parecem teias de aranha; elas não servem para fazer roupa, e ninguém pode se vestir com elas. Tudo o que vocês fazem é mau, todas as suas ações são criminosas.

Vocês correm para fazer o que é errado e se apressam para matar pessoas inocentes; vocês pensam somente em maltratar os outros e, por onde passam, deixam a destruição e a desgraça.

Não conhecem o caminho da paz, e todas as suas ações são injustas.
Vocês preferem seguir caminhos errados e por isso não têm segurança.

O Criador ainda não nos salvou, pois temos pecado, e por isso ele demora em nos socorrer. Procuramos a luz, mas só encontramos a escuridão; buscamos lugares claros, mas continuamos nas trevas.

Temos pecado muito contra ti, ó Pai, e os nossos pecados nos acusam. Não podemos esquecer as nossas maldades; reconhecemos que somos culpados.

Não temos sido fiéis, temos nos revoltado contra ti e nos afastado de ti, o nosso Criador. Temos falado de crimes e de revoltas e temos feito planos para enganar os outros.

A justiça é posta de lado, e o direito é afastado. A verdade anda tropeçando no tribunal, e a honestidade não consegue chegar até lá.

A verdade desapareceu, e os que procuram ser honestos são perseguidos. O Criador se desgostou ao ver que não havia justiça.

Ele ficou espantado quando viu que não havia ninguém que socorresse o seu povo. Então com a sua própria força ele venceu e, por ser o Criador justo, conseguiu a vitória.

Leia a Escritura.


13 de dezembro de 2016

O TERRÍVEL E TEMIDO PROCESSO RELIGIOSO.















A NARRAÇÃO DE PEDRO.

Os apóstolos e os outros seguidores do Messias em toda a região da Judeia souberam que os gentios também haviam recebido a palavra do Criador. 

Quando Pedro voltou para Jerusalém, aqueles que queriam que os gentios fossem circuncidados o criticaram, dizendo:

— Você ficou hospedado na casa de homens que não são circuncidados e até tomou refeições com eles!

Então Pedro deu um relatório completo de tudo o que havia acontecido, desde o começo. Ele disse:

— Eu estava na cidade de Jope e lá, enquanto estava orando, tive uma visão. Vi uma coisa parecida com um grande lençol, que baixou do céu, amarrado pelas quatro pontas, e parou perto de mim.

Eu olhei para dentro daquilo com atenção e vi animais domésticos, animais selvagens, animais que se arrastam pelo chão e aves.
 
Depois ouvi uma voz, que me dizia: “Pedro, levante-se! Mate e coma!”. 

Eu respondi: “Isso não, Pai! Eu nunca comi nenhuma coisa que a lei de Moisés considera suja ou impura!”

Então a voz falou de novo do céu: “Não chame de impuro aquilo que o Criador purificou.” 

Isso aconteceu três vezes, e depois tudo aquilo voltou para o céu.
Justamente naquela hora três homens que tinham sido mandados de Cesareia para me buscar chegaram à casa onde eu estava hospedado.

E o Espírito do Criador me disse que fosse com eles, sem duvidar. Estes seis irmãos da cidade de Jope também foram comigo, e todos nós entramos na casa de Cornélio.

Então ele nos contou como viu na casa dele um anjo, em pé, que lhe disse: “Mande alguém a Jope para buscar Simão, que também é chamado de Pedro”. 

“Ele vai dizer como você e toda a sua família podem ser salvos.”
E Pedro continuou:

— Quando comecei a falar, o Espírito Santo veio sobre eles, como tinha vindo sobre nós no princípio. 

Aí eu lembrei que o Salvador tinha dito: “É verdade que João batizou com água, mas vocês serão batizados com o Espírito Santo.”

De fato, os gentios receberam do Criador o mesmo dom que nós recebemos quando cremos no nosso Salvador, o Messias. E quem era eu para ir contra o Criador?

Quando ouviram isso, eles ficaram sem ter o que dizer e louvaram ao Criador, dizendo:

— Então o Criador deu também aos gentios a oportunidade de se arrependerem e ganharem a vida eterna!

Os seguidores do Salvador foram espalhados pela perseguição que havia começado com a morte de Estêvão. Alguns foram até a região da Fenícia, a ilha de Chipre e a cidade de Antioquia e anunciavam a palavra do Criador somente aos judeus.

Mas outros, que eram de Chipre e da cidade de Cirene, foram até Antioquia e falaram também aos gentios, anunciando a eles a boa notícia a respeito do nosso Salvador. 

O poder do Criador estava com eles, e muitas pessoas creram e se converteram ao Criador.

Essas notícias chegaram à Jerusalém, que resolveu mandar Barnabé para Antioquia. 

Quando chegou lá e viu como o Criador tinha abençoado aquela gente, Barnabé ficou muito alegre. E animou todos a continuarem fiéis ao Criador, de todo o coração. 

Barnabé era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muitos se converteram ao Criador.

Naquele tempo alguns profetas foram de Jerusalém para Antioquia.
Um deles, chamado Ágabo, levantou-se e, pelo poder do Espírito Santo, anunciou:

— Haverá uma grande falta de alimentos no mundo inteiro.
Isso aconteceu quando Cláudio era o Imperador romano.

Então os seguidores do Messias resolveram mandar ajuda aos irmãos que moravam na região da Judeia, e cada um deu de acordo com o que tinha.

E mandaram o dinheiro por meio de Barnabé e Saulo, para que eles o entregassem aos anciãos dos grupos dos salvos.

Por essa época o rei Herodes começou a perseguir algumas pessoas que seguiam o Salvador. 

Ele mandou matar à espada Tiago, o irmão de João.

Quando viu que isso agradou os judeus, mandou também prender Pedro. Isso aconteceu durante a Festa dos Pães sem Fermento. 

Depois que prendeu Pedro, Herodes o colocou na cadeia e pôs quatro grupos de soldados, com quatro em cada grupo, para guardá-lo. É que Herodes queria apresentá-lo ao povo depois do dia da Páscoa.
 
E assim Pedro estava preso e era vigiado pelos guardas; mas o grupo dos salvos continuava a orar com fervor por ele.

Na noite antes do dia em que Herodes ia apresentá-lo ao povo, Pedro estava dormindo, preso com duas correntes, entre dois soldados; e havia guardas de vigia no portão da cadeia.

De repente, apareceu um anjo do Criador, e uma luz brilhou dentro da cela. O anjo tocou no ombro de Pedro, acordou-o e disse:

— Levante-se depressa!

Então as correntes caíram das mãos dele.

— Aperte o cinto e amarre as sandálias! — disse o anjo.

E Pedro fez o que o anjo mandou.

— Ponha a capa e venha comigo! — ordenou o anjo.

Pedro saiu da cadeia e foi seguindo o anjo. Porém não sabia se, de fato, o anjo o estava libertando. Ele pensava que aquilo era uma visão.

Eles passaram pelo primeiro e pelo segundo posto da guarda e chegaram ao portão de ferro que dava para a rua. O portão se abriu sozinho, e eles saíram. Andaram por uma rua, e, de repente, o anjo foi embora. 

Então Pedro compreendeu o que estava acontecendo e disse:

— Agora sei que, de fato, o Criador mandou o seu anjo e me livrou do poder de Herodes e de tudo o que os judeus tinham a intenção de me fazer.

Quando Pedro entendeu o que havia acontecido, foi para a casa de Maria, a mãe de João Marcos. Muitas pessoas estavam reunidas ali, orando. 

Ele bateu na porta da frente, e a empregada, que se chamava Rode, foi ver quem era. 

Quando reconheceu a voz de Pedro, ficou tão contente, que, em vez de abrir a porta, voltou correndo para contar que Pedro estava lá fora. 

Então eles disseram:

— Você está maluca!

Porém ela insistiu que era verdade. Aí eles disseram:

— É o anjo dele!

Enquanto isso, Pedro continuava batendo. Finalmente eles abriram a porta e, quando viram que era Pedro mesmo, ficaram muito assustados.

Ele fez um sinal com a mão para que ficassem quietos e contou como o Criador o tinha tirado da prisão.

— Contem isso a Tiago e aos outros irmãos! — disse ele.

Em seguida saiu dali e foi para outro lugar.

Quando amanheceu, houve uma grande confusão entre os soldados, pois eles não sabiam o que tinha acontecido com Pedro. 

Herodes mandou que o procurassem, mas não o acharam. 

Então, depois de fazer perguntas aos guardas, mandou matá-los.

Leia as Escrituras.