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GRATO PELA VISITA

5 de agosto de 2013

MINTA E FIQUE NAS SINAGOGAS DELES



PORQUE NOS EXPULSARÃO DAS SINAGOGAS.

            No princípio, o Senhor escolheu doze apóstolos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos para os expulsarem e para curarem toda enfermidade e todo mal. Enviou os doze e lhes ordenou, dizendo: Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel, e pregai, dizendo: É chegado o Reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.

            Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; nem alforjes para o caminho, porque digno é o operário do seu alimento. Acautelai-vos, porém, dos homens, porque eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas; e sereis até conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios (Mateus cap.10). 

SINÉDRIO
Entre os antigos judeus, tribunal, em Jerusalém, formado por sacerdotes, presbíteros e escribas, o qual julgava as questões criminais ou administrativas referentes a uma tribo ou a uma cidade, os crimes políticos importantes, etc. (grifo meu).

            Gostaríamos de compartilhar com os irmãos uma particularidade indispensável, neste texto, quando o Senhor separou os doze para iniciar a obra, observem que o Senhor deu-lhes poder sobre os espíritos imundos para libertação de todo mal como: Curar enfermos, limpar leprosos, ressuscitar mortos, expulsar os demônios; porém os alertou: De graça recebeste, de graça dai. 
E ordenou: Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; nem alforjes (sacola) para o caminho, porque digno é o operário do seu alimento. Desde então Jesus ordenou aos discípulos, exercer o ministério de graça, como também não possuir: Ouro,   prata, nem a sacolinha.

            Irmãos, aqui começa o maior conflito dos pregadores contemporâneos em analogia à Palavra e perseguição aos verdadeiros discípulos que não aceitam dinheiro para fazer a obra do Senhor. 
O pregador, quando em missão, caso não tenha condições próprias para sua manutenção, até poderá receber alguma coisa, mas somente o indispensável ao cotidiano, exemplo: O alimento, a pousada, eventualmente vestes, transporte... Mas tomar dinheiro dos irmãos, em nome do sangue e do sacrifício do Senhor Jesus, isso nunca poderá ser praticado.

            Porque desde o princípio, Jesus ordenou que o Evangelho fosse anunciado DE GRAÇA, e não revogou essa ordenança, e qualquer alteração criada pelo homem estará adulterando a Palavra do Senhor.

ADULTERAR
1.Falsificar, contrafazer:
2.
Corromper, viciar, deturpar, deformar.
3.
Mudar, alterar, modificar:  (grifo meu)

E, lamentavelmente há pregadores torcendo a verdade de Cristo em mentira, anunciando que Judas Iscariotes era o tesoureiro do grupo, fundamentados na passagem bíblica no livro de João 13.26-29 onde ocasião em que o Senhor, após ter dado o bocado molhado para Judas disse-lhe: O que fazes fá-lo depressa.

E nenhum dos que estavam assentados a mesa compreendeu a que propósito lhe dissera isto; e, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa, ou que desse alguma coisa aos pobres.

             Mas em Lucas 10.4, Jesus disse aos discípulos: Não leveis bolsa, nem alforje... Entretanto, em João 12.6, desvenda o porquê Judas tinha bolsa, relatando: Ora ele (Judas Iscariotes) disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. 

            Está revelada a palavra, Judas tinha bolsa por duas razões: Primeiramente porque era desobediente, isso é, descompromissado com a verdade (Lucas 10.4), e também porque era ladrão (João 12.6), e tirava as coisas que ali se lançava.  

            Os pregadores que apreciam Judas como tesoureiro, contraditam a Palavra do Senhor que o declara ladrão. Como também, não podemos tomar como exemplo a conduta de Judas, para aplicá-la como regra de doutrina a igreja, para pedir ou aceitar dinheiro sob pretexto de evangelização, pois, o Senhor reprova e condena todos os seus atos (João 6.70 e 17.12).

            E nos últimos momentos, antes de Cristo ser entregue aos seus executores, reuniu os discípulos  que haviam de trabalhar pelo seu nome, e lhes falou sobre as perseguições e tribulações que havia de vir sobre eles, e os instruiu dizendo:
Tenho-vos dito essas coisas para que não vos escandalizeis. Expulsar-vos-ão das sinagogas; e vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus (João capítulo 16). Jesus avisou previamente e declarou: Expulsar-vos-ão das sinagogas.
            Então perguntamos: Quem, e em que ocasião os seus discípulos serão expulsos das sinagogas? Certamente todo aquele que discordar da doutrina das instituições eclesiásticas religiosas denominacionais apelidadas de “igreja”, legalmente constituídas, torna-se candidato a expulsão.
              Ao pregar o Evangelho nas “igrejas”, caso o sermão seja em harmonia com a doutrina estabelecida pelo estatuto da organização, com certeza será bem-vindo e acolhido no seio da congregação. Mas ainda que a pregação esteja em conformidade com a Palavra, mas contrariar os princípios doutrinários da instituição, você estará fora do sistema.

E para isso, não precisa muita coisa não, basta pregar só a Verdade estabelecida no Evangelho de Cristo, anunciar, por exemplo, que o homem tem que viver do suor do seu rosto, porque hoje não existe mais a figura do levita, que “DÍZIMOS e OFERTAS” são ordenanças abolidas, e no tempo da graça ninguém precisa pagar mais nada pelas bênçãos e salvação, porque Cristo pagou o mais alto preço pela aspersão do seu próprio sangue.

             Pronto, você nem imagina o tamanho da confusão que você acabou de arrumar com a liderança, e até mesmo com os membros da igreja, os quais patrocinam a mordomia do clero.

            Mas poderá alguém contrariar a verdade de Cristo em detrimento a doutrina de homem? Nós não recebemos o Evangelho por vontade de homem algum, e o nosso compromisso é com o nosso Salvador, e os que desejam alcançar o Reino de Deus terão que praticar a verdade, ao contrário, não verão a sua glória do Altíssimo.

            O Capítulo 9 do Evangelho de João, narra que o Senhor curou um rapaz cego de nascença, e esse, fora pressionado e perseguido pelos fariseus (principal religião entre os judeus), por causa do nome do Senhor, como também os seus pais, os quais negaram a Jesus (João 9.22) porque temiam os judeus, porquanto os judeus tinham resolvido que, se alguém confessasse ser Ele o Cristo, seria expulso da sinagoga.

            Apesar de tudo, até muitos dos principais entre os judeus creram em Jesus; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga (João 12.42). E os fariseus continuam administrando as igrejas, e anunciando um evangelho apócrifo, conhecido nos meios evangélicos como o evangelho da prosperidade, enganando e sendo enganados.

              Testemunho por experiência própria, no início da minha conversão, comecei lendo o Novo Testamento, e o Espírito Santo de Deus revelava-me a Palavra, sentia o Espírito de Deus cochichando aos meus ouvidos,  e quando eu participava de algum culto,  observava a pregação, que na maioria das vezes, afrontava a verdade de Cristo.

            Aquilo me causava angústia e vez por outra tentei me aproximar desses pregadores e anunciar a verdade, porque na minha ingenuidade, acreditava que poderiam mudar e prestar um grande serviço a Deus, mas eles me recebiam com pedras, me tratavam como neófito, e diziam que eu precisava orar e pedir sabedoria a Deus para entender a licitude e benefícios dos dízimos e ofertas, como também, outras doutrinas estranhas que aplicam às “igrejas”.

            Certa ocasião, ao visitar uma grande denominação da cidade de Londrina, o “pastor” estava orando no púlpito, e ao me ver adentrar, pronunciou a seguinte frase: “Irmãos, o inimigo não quer o crescimento financeiro desta igreja”. Aquilo me causou profunda dor, não pela humilhação sofrida, mas pela infelicidade na colocação das suas palavras, porque dias antes, eu havia lhe anunciado justamente a verdade de Cristo, o qual disse aos seus: De graça recebeste, de graça dai.

            Conclui-se que o inimigo que não queria o crescimento financeiro da igreja que se referia esse “pastor”, só pode ser Cristo, porque não fomos nós quem escrevemos o Evangelho, mas toda Palavra foi divinamente inspirada  pelo Espírito Santo do Senhor.

Em outra igreja, o “pastor” fez uma pregação exclusivamente direcionada a minha pessoa, objetivando humilhar-me ao saber que havíamos passado uma cópia do estudo bíblico a verdade sobre os dízimos para um membro da sua igreja.

             E na sua preleção, ele declarou: “Sou um pastor formado há tantos anos (não me lembro quanto tempo) e não admito heresias de neófito na minha igreja”.  Esse “pastor” contraditou tanto, que ao fim da sua pregação as suas palavras tornaram-se peçonhentas contra si mesmo, pois, confessou: “Eu sei que o dízimo pela lei é abolido, mas o dízimo de Abraão, esse dízimo jamais será revogado”. Na realidade ele não tem noção da amplitude de sua heresia.

Outro “pastor” me alertou em tom ameaçador: Irmão pare com isso, porque você é uma formiguinha que está caminhando de encontro a uma manada de elefantes. Você acha que se fosse assim, Deus iria deixar de revelar essas coisas a tantos pastores sábios, para revelar justo a você, que é um neófito? 

Observem que esse “pastor” também contraditou Jesus novamente, o qual declarou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultastes essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 

            Nesse tempo, abriu-se uma igreja próxima da minha casa, fiz algumas visitas e o “pastor” com a sua esposa começaram a frequentar nossa casa. Certo dia, ele começo a me falar sobre o dízimo, então rechacei essa ordenança do Antigo Testamento. Ambos ficaram excessivamente nervosos, e só não me agrediram fisicamente porque estavam dentro da minha casa, mas não pouparam agressão verbal, e encerraram a amizade não só com minha pessoa, mas com todos da minha família.

Nessa caminhada recebemos muita afronta dos defensores dos dízimos, entretanto, de minha parte nunca com espírito de contenda, mas sempre com mansidão, e vários nos deram as costas, e o mais curioso é que a maioria dos pastores diz sempre a mesma coisa: “O irmão precisa orar muito para discernimento que é lícito receber o dízimo no Novo Testamento”.

            E constantemente somos execrados através do fale conosco do site, quando não, pessoalmente. E tudo isso ocorre por uma única razão: Porque anunciamos que a obra de Cristo deve ser realizada de graça como faziam os seus apóstolos e discípulos, conforme ordenança da Palavra do Senhor no Novo Testamento. Mas essas afrontas não são motivos para enfraquecer a nossa fé, ao contrário, há razão de sobra para alegrarmo-nos, porque no Evangelho de Mateus 5.10-12, Jesus nos conforte dizendo: 
 
            Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.  Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

            E na primeira carta aos Coríntios 4.13, a Palavra relata que somos blasfemados e rogamos; chegamos a ser como o lixo deste mundo e como a escória de todos.

            O capítulo 4 do Evangelho de Lucas, conta que Jesus, ao declarar-se ungido de Deus para evangelizar os pobres, pregoar liberdade aos cativos e dar vistas aos cegos, todos na sinagoga, ouvindo essas coisas, se encheram de ira.  E, levantando-se, O expulsaram da cidade e o levaram até ao cume do monte em que a cidade deles estava edificada, para dali o precipitar. 
 
A igreja primitiva de Cristo também sofreu uma perseguição ferrenha pelos judeus, os quais  taparam os ouvidos para não ouvir falar de Cristo, para não mudar os costumes legado por Moisés.

            Muitos dos discípulos foram presos, açoitados e sofreram morte violenta. Os judeus respiravam ameaças e muitas vezes, castiga-os por todas as sinagogas,  não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça. E com a igreja de Cristo não será diferente, coisas inesperadas ainda acontecerão, mas não há nada a temer, mas crer  somente, que servimos a um Cristo vivo, que não permitirá que sejamos tentados acima daquilo que possamos suportar, porque com a tentação virá também o escape (I Coríntios 10.13).

            O Senhor ampara os que são seus.  Vamos ao bom combate até o fim, porque grande será o galardão no Reino do Céu, porque o Senhor disse: Quem  ouve a vós, a mim me ouve; e quem rejeita a vós a mim rejeita; e quem a mim  rejeita, rejeita aquele que me enviou (Lucas 10.16).
Isso vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim (João 16.3).  

         
Carvalho, Servo do Altíssimo

Portal Evangélico - CRISTO É A VERDADE

2 de agosto de 2013

CONVERTA-SE DA FORMA CORRETA

Paulo assim falou:

*Porque os que receberam a verdadeira circuncisão fomos nós, e não eles. Nós adoramos ao Criador por meio do seu Espírito e nos alegramos na vida que temos em união com o Salvador em vez de pormos a nossa confiança em cerimônias religiosas como a circuncisão.
É verdade que eu também poderia pôr a minha confiança nessas coisas. Se alguém pensa que pode confiar nelas, eu tenho ainda mais motivos para pensar assim.
Fui circuncidado quando tinha oito dias de vida. Sou israelita de nascimento, da tribo de Benjamim, de sangue hebreu. Quanto à prática da lei, eu era fariseu.


Atos 22

— Meus senhores, irmãos e pais, escutem o que eu vou dizer a vocês em minha defesa!

Quando o ouviram falar em hebraico, eles ficaram mais quietos ainda. Então Paulo disse:

— Eu sou judeu, nascido em Tarso, na região da Cilícia, mas fui criado aqui em Jerusalém como aluno de Gamaliel. Fui educado muito rigorosamente dentro da lei dos nossos antepassados (A Lei de Moisés). Eu era muito dedicado ao Criador, como todos vocês aqui também são.

Persegui os que seguiam este caminho e fiz com que alguns fossem condenados à morte. Prendi homens e mulheres e os joguei na cadeia.

O Grande Sacerdote e todo o Conselho Superior( O SISTEMA RELIGIOSO) podem provar que estou dizendo a verdade, pois eu recebi cartas deles, escritas para os irmãos judeus que moram em Damasco. E fui até lá para prender os seguidores deste Caminho e trazê-los presos com correntes a Jerusalém, a fim de serem castigados.

E Paulo continuou: — Eu estava viajando, já perto de Damasco, e era mais ou menos meio-dia. De repente, uma forte luz que vinha do céu brilhou em volta de mim.

Eu caí no chão e ouvi uma voz que me dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”

— Então eu perguntei: “Quem é o senhor?” — “Eu sou o Messias, aquele que você persegue!” — respondeu ele.

— Os homens que viajavam comigo viram a luz, porém não ouviram a voz de quem falava comigo.

Eu perguntei: “Senhor, o que devo fazer?” — E o Senhor respondeu: “Levante-se e entre na cidade de Damasco. Ali alguém vai lhe dizer tudo o que Deus quer que você faça.”

*O Salvador bem podia ter dito a Saulo para ir até a “igreja” de Ananias, mas não mandou porque Ananias não era dono de “igreja” e fez o correto: Foi ao encontro de Saulo.

Aquela luz brilhante tinha me deixado cego. Por isso os meus companheiros me pegaram pela mão e me levaram até Damasco.

Havia ali um homem chamado Ananias. Ele era religioso, obedecia à nossa Lei, e todos os de judeus que moravam em Damasco o respeitavam.

Esse homem veio me procurar, chegou perto de mim e disse: “Irmão Saulo, veja de novo!” — No mesmo instante comecei a ver de novo e olhei para ele.

*Hoje, para se fazer um milagre, é necessário que exista uma estrutura de alvenaria um altar/púlpito e uma platéia para presenciar o “grande ocorrido” e aplaudir gritando:. Glória, glória, glória, aleluia... É a presença do espírito santo!

Então ele disse: “Saulo, o Criador dos nossos antepassados escolheu você para conhecer a vontade dele, para ver o seu Bom Servo e para ouvir o Servo falar com você pessoalmente”.

Pois você será testemunha dele para dizer a todos aquilo que você tem visto e ouvido.

E agora não espere mais. “Levante-se, peça a ajuda do Senhor e seja batizado, e os seus pecados serão perdoados.”

E Paulo terminou, dizendo: — Então eu voltei para Jerusalém. Quando estava orando no Templo ( ENTENDA NO PÁTIO DO TEMPLO DE HERODES), tive uma visão.

Vi o Senhor, e ele me disse: “Saia depressa de Jerusalém porque as pessoas daqui não aceitarão o que você vai dizer a meu respeito.”

— Eu respondi: “Meu Salvador, eles sabem muito bem que eu ia às sinagogas, e prendia os que criam em ti, e batia neles”.

Quando estavam matando Estevão, que falava a respeito de ti, ó meu Salvador, eu estava ali, concordando com aquele crime. “E até tomei conta das capas dos assassinos dele.”

— Aí o Salvador disse: “Vá, pois eu vou enviá-lo para bem longe; vou enviá-lo aos não-judeus.”

A multidão ficou ouvindo Paulo até que ele disse isso, mas aí eles começaram a gritar com toda a força: — Matem esse homem! — Ele não merece viver!

Eles gritavam, sacudiam as capas no ar e jogavam poeira para cima.

Então o comandante mandou que os seus soldados levassem Paulo para dentro da fortaleza. Mandou também que o chicoteassem para que ele contasse por que a multidão estava gritando contra ele.

Porém, quando o estavam amarrando para chicoteá-lo, Paulo perguntou ao oficial romano que estava perto dele: — Será que vocês têm o direito de chicotear um cidadão romano, especialmente um que não foi condenado por nenhum crime?

Quando o oficial ouviu isso, foi falar com o comandante e disse: — O que é que o senhor vai fazer? Aquele homem é cidadão romano!

Então o comandante foi falar com Paulo e perguntou: — Me diga uma coisa: você é mesmo cidadão romano? — Sou! — respondeu Paulo.

Aí o comandante disse: — Eu também sou, e isso me custou muito dinheiro. Paulo respondeu: — Pois eu sou cidadão romano de nascimento.

Imediatamente os homens que iam chicoteá-lo recuaram. E o próprio comandante ficou com medo ao saber que Paulo era cidadão romano e ele tinha mandado amarrá-lo.

O comandante queria saber com certeza por que os judeus estavam acusando Paulo. Então, no dia seguinte, mandou que tirassem as correntes que o prendiam e ordenou que os chefes dos sacerdotes e todo o Conselho Superior se reunissem. Depois mandou que trouxessem Paulo e o colocassem em frente deles.

E você porque não se converte como o apóstolo Paulo, se desprendendo do sistema que matou o nosso Salvador? Será você mais importante que o apóstolo dos apóstolo?

Fonte - Sociedade Bíblica do Brasil