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28 de maio de 2017

ESTALAGEM E ALIMENTO OU O "SANTO DÍZIMO"?






O APÓSTOLO PAULO ENSINA DE UMA FORMA E O SISTEMA RELIGIOSO DE OUTRA.


E O PIOR:


O SERVO DO CRIADOR CRÊ MAIS NO SISTEMA.



Agradeço ao Criador ter ele posto no coração de Tito o mesmo cuidado que tenho por vocês, pois Tito não apenas aceitou o nosso pedido, mas está indo até vocês, com muito entusiasmo e por iniciativa própria.



Com ele estamos enviando o irmão que é recomendado por todas as comunidades por seu serviço no evangelho.



Não só por isso, mas ele também foi escolhido pelas comunidades para nos acompanhar quando formos ministrar esta doação, o que fazemos para honrar o próprio Criador e mostrar a nossa disposição.



Queremos evitar que alguém nos critique quanto ao nosso modo de administrar essa generosa oferta, pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Criador, mas também aos olhos dos homens.



ENTENDA: Generosa oferta nada mais é do que o oferecimento de hospedagem, alimentação e uma boa acolhida.



Além disso, estamos enviando com eles o nosso irmão que muitas vezes e de muitas maneiras já nos provou que é muito dedicado, e agora ainda mais, por causa da grande confiança que ele tem em vocês.



Quanto a Tito, ele é meu companheiro e cooperador entre vocês; quanto a nossos irmãos, eles são representantes das comunidades e uma honra para o Messias.



Portanto, diante das demais comunidades, demonstrem a esses irmãos a prova do amor que vocês têm e a razão do orgulho que temos de vocês.

Não tenho necessidade de escrever a respeito dessa assistência aos santos.



Reconheço a sua disposição em ajudar e já mostrei aos macedônios o orgulho que tenho de vocês, dizendo-lhes que, desde o ano passado, vocês da Acaia estavam prontos a contribuir; e a dedicação de vocês motivou a muitos.



Contudo, estou enviando os irmãos para que o orgulho que temos de vocês a esse respeito não seja em vão, mas que vocês estejam preparados, como eu disse que estariam, a fim de que, se alguns macedônios forem comigo e os encontrarem despreparados, nós, para não mencionar vocês, não fiquemos envergonhados por tanta confiança que tivemos.


O APÓSTOLO PAULO É INCRÍVEL. Ele escrevia com antecedência para que todos da comunidade se preparassem para a colhida, ou seja, se preparassem com alimentos e lugares para hospedagem daqueles que iriam anunciar o evangelho.



Assim, achei necessário recomendar que os irmãos os visitem antes e concluam os preparativos para a contribuição que vocês prometeram. Então ela estará pronta como oferta generosa, e não como algo dado com avareza.



Lembrem-se: aquele que semeia pouco também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura também colherá fartamente.



PAULO DIZ: Se uma comunidade se prepara de forma a contento para uma boa acolhida aos anunciadores do evangelho, em contra partida estes também teriam mais disposição para a execução da tarefa instituída pelo Salvador. Ide e anunciais as Boas Novas...



Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois o Criador ama quem dá com alegria.



REPETINDO: Dá com alegria guarida aos que chegassem para anunciar o evangelho.



E o Criador é poderoso para fazer que toda a graça lhes seja acrescentada,  para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra.



"Distribuiu, DEU OS SEUS BENS AOS NECESSITADOS; a sua justiça dura para sempre".



Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça.



Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças ao Criador.



O serviço de anunciar o evangelho que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo do Criador, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Ele.



Eu, Paulo, pela mansidão e pela bondade do Messias, apelo para vocês; eu, que sou "humilde" quando estou face a face com vocês, mas "audaz" quando ausente!



Rogo a vocês que, quando estiver presente, não me obrigue a agir com audácia, tal como penso que ousarei fazer, para com alguns que acham que procedemos segundo os padrões humanos.



Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos.



As armas com as quais lutamos NÃO SÃO HUMANAS; ao contrário, são poderosas no Criador para destruir fortalezas.



Leia a Escritura.


9 de maio de 2017

A ORAÇÃO É O CANAL DE COMUNICAÇÃO QUE TEMOS COM DEUS.















O NOSSO SALVADOR ORIENTA-NOS COMO ORAR.

Está escrito no evangelho de Lucas:

Certo dia o Messias estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: "Mestre, ensina-nos a orar, como João ensinou aos discípulos dele".

A oração é importante. TODOS os que querem seguir o Salvador sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos ao Criador. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança no Altíssimo, ela frequentemente parece difícil, talvez ineficaz.

Os primeiros seguidores do Messias observaram seus hábitos de oração. Eles o viram frequentemente procurando UM LUGAR DESERTO PARA FALAR COM SEU PAI. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com o Criador como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar".

O nosso Salvador fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava frequentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

A resposta imediata do Salvador ao pedido dos apóstolos foi:
Ele lhes disse: “Quando vocês orarem, digam: ‘Pai”! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino.
Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano.
Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todos os que nos devem. E “não nos deixes cair em tentação”.
Está escrito no evangelho de Lucas.

O nosso Salvador não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas que devemos incluir em nossas orações.
 Devemos:

REVERENCIAR E GLORIFICAR AO CRIADOR: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito ao Pai. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência ao Pai, como criador e comandante do universo.

BUSCAR A VONTADE DO ALTÍSSIMO: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular o Criador para que faça nossa vontade. Aqui, o nosso Salvador orou pelo reino do Altíssimo, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, o Salvador colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses:

"Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”.
Está escrito no Evangelho de Mateus.

Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos ao Pai, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Criador. Deveremos sempre procurar fazer a vontade do Pai.

RECONHECER NOSSA DEPENDÊNCIA DO CRIADOR PARA AS NECESSIDADES FÍSICAS: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. O Salvador nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de muitos, hoje em dia, que se aproximam do Criador como crianças mal criadas exigindo tudo o que querem, o nosso Salvador mostrou aqui uma dependência do Pai para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos do Criador todos os dias.

RECONHECER NOSSA DEPENDÊNCIA DE DEUS PARA AS BÊNÇÃOS ESPIRITUAIS: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Necessitamos do perdão. Só o Criador tem o direito e o poder para perdoar. Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com o Criador é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado pelo Criador. Terceiro, precisamos do auxílio do Criador para que não pequemos. O Criador não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação. O Salvador "é poderoso para socorrer os que são tentados". Ele nos deixou exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade. Na hora de sua mais difícil tentação, o Salvador voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. O Salvador encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, EM ORAÇÃO.


Leia a Escritura.

2 de maio de 2017

CONHECENDO O ADVERSÁRIO DE NOSSAS ALMAS.












SATANAS ESTÁ NO CÉU OU NA TERRA?

Satanás circula nessas duas esferas. Não é onipresente, nem onisciente, mas capaz de ir de um lado para outro e também tem a seu serviço um número incontável de assessores — ANJOS CAÍDOS E ESPÍRITOS IMUNDOS — para fazerem o seu trabalho, enquanto ele se ocupa com as questões mais importantes.

Na tentação de Jesus ele estava na terra tentando o Senhor. "Então, foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo." No livro de Jó ele estava no céu. "E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles." Em Efésios somos exortados a lutar contra as potestades do mal nos lugares celestiais, ou seja, nos céus. "Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.".

Ao contrário do que alguns pensam, Satanás ainda não foi expulso do céu. Talvez o equívoco ocorra por Satanás ser um anjo caído, e alguns acharem que isso significaria que ele caiu do céu. Mas esse "CAÍDO" é no sentido de sua posição. Quando uma autoridade cai isso não significa que ele tenha levado um tombo ou sido expulso do lugar onde morava. Ele simplesmente perdeu sua posição e cargo de autoridade.

A queda de Satanás, no sentido posicional e não geográfico, pode ser vista em Isaías:

Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações!
Você que dizia no seu coração: “Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo”.
“Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo”.



Em Ezequiel:

Filho do homem erga um lamento a respeito do rei de Tiro e diga-lhe: Assim diz o Soberano, o Senhor: Você era o modelo da perfeição, cheio de sabedoria e de perfeita beleza.
Você estava no Éden, no jardim de Deus; todas as pedras preciosas o enfeitavam: sárdio, topázio e diamante, berilo, ônix e jaspe, safira, carbúnculo e esmeralda. Seus engastes e guarnições eram feitos de ouro; tudo foi preparado no dia em que você foi criado.
Você foi ungido como um querubim guar­dião, pois para isso eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes.
Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você.
Por meio do seu amplo comércio, você encheu-se de violência e pecou. Por isso eu o lancei, humilhado, para longe do monte de Deus, e o expulsei, ó querubim guardião, do meio das pedras fulgurantes.
Seu coração tornou-se orgulho sopor causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis.
Por meio dos seus muitos pecados e do seu comércio desonesto você profanou os seus santuários. Por isso fiz sair de você um fogo, que o consumiu, e reduzi você a cinzas no chão, à vista de todos os que estavam observando.



E a maior evidência de que ele e suas hostes continuam no céu é a passagem de Efésios:

Pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.


Somos exortados a lutar em oração "contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, NOS LUGARES CELESTIAIS". Se Satanás e seus anjos já tivessem sido expulsos dos "lugares celestiais" e vivessem hoje exclusivamente na terra, Paulo teria nos enganado em relação ao alvo para onde apontar nossas armas.

Este é apenas mais um dos equívocos da Teologia do Pacto que considera o Apocalipse um livro meramente simbólico que descreve coisas que já teriam acontecido ao longo da história. Os que dizem isso fazem do apóstolo João, NÃO um profeta, mas um historiador.

O diabo será expulso do céu juntamente com seus anjos, que ainda não aconteceu. Então ele estará em tempo integral na terra perseguindo "a mulher que dera à luz o varão". Essa mulher de quem veio o Varão que derrotou o diabo É ISRAEL, pois "sabemos porque a salvação vem dos judeus". Isso nos fala do tempo de grande tribulação pela qual passará o remanescente judeu fiel que irá se converter após o arrebatamento da Igreja. A passagem completa você vê a seguir:

"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora chegada está a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derribado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram a sua vida até à morte. Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar! Porque o diabo desceu a vós e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo. E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o varão."


Leia a Escritura.


23 de abril de 2017

QUE OS MAIS VELHOS ENSINEM OS MAIS JOVENS SOBRE AS ESCRITURAS.















DEVEMOS FAZER UM CURSO DE TEOLOGIA
PARA ENTENDERMOS AS ESCRITURAS?


A rigor o estudo de teologia foi emprestado do catolicismo. NÃO existe qualquer indicação na Palavra para que se criassem escolas teológicas como as que vemos hoje. Há, obviamente, a exortação para que os mais velhos ensinassem os mais jovens, mas isso é muito diferente de se criar uma grade curricular, fazer provas, tirar diplomas etc.

Por sinal, quem poderia de sã consciência e dentro do que aprendeu com o Criador, dizer-se "Doutor em Divindade" ou "Mestre em Bíblia"? E considerando que "Subindo (o nosso Salvador) ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens". Quem poderia considerar que seu dom de pastor lhe foi outorgado por uma junta de homens após ter concluído um curso universitário?

O que se ver hoje na cristandade passa batido porque nos acostumamos (como é o caso das faculdades de teologia, títulos eclesiásticos etc.), mas se fizéssemos um exame minucioso dessas coisas nas Escrituras para, como os de Beréia, ver se essas coisas eram de fato assim, ficaríamos extremamente surpresos.

O melhor lugar para o cristão aprender é quando se reúne com seus irmãos em liberdade do Espírito, para que Ele possa usar o dom que Ele escolher (e não apenas um orador previamente diplomado e designado para isso) para a edificação do corpo.

"Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados".

Quando ouvimos a leitura de um versículo é preciso ler o imediatamente anterior para entender o contexto:

"Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis".

João está falando do antídoto contra o engano, que é o Espírito Santo que habita no crente e o capacita a entender a Palavra do Criador e a discernir se uma voz qualquer não é a do Pastor.

Obviamente este "não tendes necessidade de que alguém vos ensine", não diz respeito ao crente não precisar mais aprender de outros cristãos, mas está relacionado aos que enganavam e tentavam ensinar coisas que não tivessem sido ensinadas pela Palavra do Criador revelada aos apóstolos, verbalmente na ocasião, ou como a temos hoje nas epístolas.

Quanto à necessidade de aprender uns dos outros (aquilo que é segundo a Palavra), foi para isso que "ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo do Messias".

Isso NÃO TEM NADA A VER com faculdades que concedem títulos através de uma junta de homens, títulos esses para os quais usam os mesmos nomes dos dons que só podem ser dados pelo Messias.


Leia a Escritura.

19 de abril de 2017

"JESUS AMOU A IGREJA E A SI MESMO SE ENTREGOU POR ELA".

















ACREDITE SE QUISER

Sem dúvida alguma, os cristãos de hoje estão confundidos acerca da Igreja. Existem centenas de denominações em todo o mundo, e todas presumindo ser a igreja verdadeira. O popular slogan: "vá à igreja que mais lhe agrade" aceita esta condição e supõe que a Palavra do Criador seja falha em nos dar uma provisão adequada para este tempo, guiando-nos em meio à confusão que reina na cristandade.

Mas, será que o nosso Salvador queria deixar Seus seguidores sinceros em tal estado de confusão? Vamos diretamente às Escrituras para mostrar o que o Criador nos diz a respeito de Sua Igreja nos dias de hoje.

A primeira carta do apóstolo Paulo a Timóteo apresenta a "Casa do Criador" (Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa do Criador, que é a igreja do Criador vivo, a coluna e firmeza da verdade) de acordo com o ensinamento do Criador. A segunda carta apresenta "a Casa" quando esta foi arruinada pelo fracasso do homem e, em sua ruína, ficou semelhante a uma "grande casa" na qual "NÃO somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra" (Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra).

O crente que uma vez tenha visto a verdade da Igreja ou assembléia como a Casa do Criador, tal como ensinam as Escrituras, talvez não encontre nada ao seu redor que corresponda ou se ajuste a esta verdade. O que mais vemos na cristandade é uma "grande casa" na qual há vasos, uns para honra e outros para desonra. Será que a Palavra do Criador dá instruções para o seu povo em condições como estas? SIM, ela mesma nos dá a resposta.

Se desejarmos andar neste mundo de acordo com o propósito do Criador, devemos aprender que, por maior que seja nossa inteligência natural, por mais que nossa mente tenha sido instruída, por maior que seja nosso conhecimento das Escrituras, e por mais sinceros que sejam nossos desejos, se confiarmos em nossa inteligência não poderemos achar a senda do Criador para o seu povo, em meio à confusão reinante na cristandade. NÃO somos capazes de encontrar o caminho por nós mesmos em meio às crescentes dificuldades, tamanha é a contínua oposição à verdade, ou de nos desembaraçarmos das várias questões e dificuldades que continuamente surgem.

Após reconhecermos claramente nossa total incompetência, poderemos aprender que não cabe a nós encontrar nosso caminho como melhor possamos fazê-lo, e que o Criador nunca esperou de nós que tivéssemos alguma sabedoria ou capacidade em nós mesmos para andar de acordo com os seus pensamentos. Bem podia o Criador dizer a nosso respeito: "Sem Mim nada podeis fazer" (Porque a tua boca declara a tua iniquidade e tu escolhes a língua dos astutos).

Deus tem feito provisão para que conheçamos a sua vontade.

TEMOS UMA CABEÇA NO CÉU: O Messias na glória é a Cabeça de Seu Corpo, a Igreja; e toda a sabedoria está na Cabeça. Não temos nenhuma sabedoria em nós mesmos. É de extrema importância deixarmos nossas  próprias "cabeças" e olharmos para o Messias como "a Cabeça" que nos guia. Se confiarmos em nossas próprias "cabeças", não estaremos, na prática, "ligados à Cabeça" (E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento do Criador).

O ESPÍRITO SANTO, uma pessoa divina, está na Terra. O Criador sabia que o seu povo não seria capaz de manter-se, por si mesmo, em um mundo do qual ele estaria ausente. Antes de partir, ele disse: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade... Esse vos ensinará todas as coisas". A defesa e a manutenção desta verdade não dependem dos crentes, mas da presença contínua do Espírito de verdade.  

TEMOS A ESCRITURA que, "divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem do Criador seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra", e que nos mostra "como convém andar na Casa do Pai, que é a Igreja do Criador vivo, a coluna e firmeza da verdade". Mas, numa época em que a Casa do Criador foi convertida em uma ruína e quando já não temos mais a realidade da verdade, o homem do Criador ainda pode recorrer à infalível autoridade das Escrituras, por meio das quais pode verificar todas as coisas.   Contudo, em hipótese alguma a ruína do cristianismo, qualquer que seja o seu grau, poderá alterar ao Messias, ao Espírito Santo, ou as Escrituras.

O Messias continua sendo a Cabeça no céu, com toda a sabedoria necessária para o seu povo, tanto para estes últimos tempos, como o foi nos primeiros dias da cristandade. O Espírito Santo habita entre os que creem com inalterável poder para guiar e reger. As Sagradas Escrituras permanecem com sua autoridade suprema e inalterável.   Não obstante, a cristandade, como um todo, tem posto de lado ao Messias, ao Espírito Santo e as Escrituras.

Os grandes sistemas religiosos dos homens têm retido o nome do Messias, enquanto têm abolido ao Messias como Cabeça no céu, nomeando-se cabeças terrenas. Roma tem seu Papa; a igreja grega, seu Patriarca; as igrejas protestantes, seus reis, arcebispos, presidentes ou moderadores. Por conseguinte, nesses grandes sistemas, pouco ou nenhum lugar é deixado ao Espírito. A máquina religiosa e os artifícios carnais do homem têm excluído o Espírito. E finalmente, os homens têm lançado o mais implacável ataque contra as Escrituras, manipulando-as a seu bel-prazer, até ao ponto de não restar quase nenhuma seita na cristandade que mantenha certo grau de reconhecimento de que TODA a Escritura é "DIVINAMENTE INSPIRADA". 

O QUE FAZER? As Escrituras nos respondem definitivamente o que nós devemos manter e como devemos atuar sobre os princípios:

Separação de tudo o que é contrário à verdade do Criador.

Associação com tudo quanto está de acordo com o Criador.

O que nos dizem as Escrituras quanto à separação do mal? Todos devemos admitir que a separação deste mundo ímpio foi sempre necessária para o povo do Criador em todos os tempos; todavia neste tempo em que a cristandade encontra-se corrompida, temos instruções especiais para uma separação:  

Separação de todo sistema religioso, que é uma negação da verdade do Messias e da Igreja. "Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o Seu vitupério". O arraial (ou acampamento) era o sistema judaico estabelecido originalmente pelo Criador. Era composto de um povo em um relacionamento exterior com o Pai, com uma ordem terrena de sacerdotes. É evidente que os sistemas religiosos da cristandade foram formados sob o modelo do arraial ou acampamento. Geralmente são compostos de uma mistura de convertidos e inconversos. Tais sistemas são, definitivamente, de um apelo ao homem natural, pois têm seus santuários terrenos, seu ritual e sua ordenação humana de sacerdotes ou líderes que se colocam entre o povo e o Criador. E assim, imitando o arraial ou acampamento, os cristãos puseram de lado ao Messias como a Cabeça, ao Espírito Santo como guia, e as Escrituras como autoridade. Se quisermos dar ao Messias seu verdadeiro lugar, devemos em obediência à Palavra do Criador, sair "a Ele, fora do arraial, levando o Seu vitupério".  

As Escrituras também nos ensinam, de uma maneira muito clara, a separação da má doutrina. "Qualquer que profere o nome do Messias aparte-se da iniquidade". Todo aquele que confessa o nome do Criador, por sua profissão de fé, identifica-se com o Criador, e é responsável de apartar-se da iniquidade. Está bem claro que esta passagem está se referindo à "iniquidade" como sendo más doutrinas. Não devemos associar a iniquidade com o nome do Messias. Pode ser que seja muito custoso agora nos separarmos da iniquidade, mas qual é a estima que temos do Messias?  

Estas mesmas Escrituras nos pedem para nos separarmos de pessoas más. A carta do apóstolo Pau  a Timóteo nos fala de "vasos para honra e vasos para desonra", e diz que devemos nos purificar dos vasos para desonra, para sermos vasos para honra, "santificado e idôneo para uso do Criador". Aqui está se referindo às pessoas e não meramente a doutrina. Em outras palavras, à medida que nos separamos destes vasos - pessoas, não apenas suas doutrinas - somos santificados e feitos úteis para  uso do Criador. Não é suficiente o não apoiar suas doutrinas, pois só pelo fato de se estar associado a eles há contaminação com o mal. Todos os esforços possíveis têm sido feitos, na cristandade, para debilitar a força desta passagem.  

Assim, as Escrituras nos ensinam, com toda evidência, a separação dos sistemas os quais são uma negação da verdade; das falsas doutrinas, que negam a verdade, e dos vasos para desonra, pessoas que não praticam a verdade.   A separação, ainda que necessária, é sempre negativa, mas deve ter também algo que seja positivo. Isto nos leva ao grande princípio: associação com o bem. Devemos seguir "a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor".  

Primeiro deve haver a justiça ou retidão. Qualquer que seja a profissão de fé que o homem faça se não há nenhuma evidência de justiça prática, não pode estar de acordo com o Criador. Mas a justiça não é bastante; o que é justo e o que é injusto não são suficientes para determinar o caminho do cristão. Ele deve, por princípio, fazer o que é justo, mas para andar com desembaraço no caminho do Criador  se requer fé. Portanto, com a justiça, deve haver a fé. E a justiça e a fé preparam caminho para o amor. Se o amor não é garantido pela justiça e pela fé, se degenerará em mero afeto humano, o qual será usado como desculpa para não se atuar com firmeza e para passar por alto o mal. Logo estas qualidades conduzem à paz - não a uma paz desonrosa que faz compromisso com o mal, com a incredulidade e com a inimizade, mas uma paz honrosa, que resulta da justiça, da fé e do amor.

Se seguirmos assim estas preciosas qualidades, encontraremos outros fazendo o mesmo - aquele "que, com um coração puro, invocam o Criador" - com os quais devemos nos associar. A separação não significa o isolamento. As Escrituras nos mostram que sempre haverá aqueles com os quais poderemos estar associados ou reunidos.

Portanto, estas passagens das Escrituras fornecem, ao povo do Criador, instruções precisas para os dias de hoje. Não nos sugerem, nem uma só vez, que saiamos Casa do Criador. Para fazê-lo, teríamos que sair totalmente fora deste mundo. Mas do mesmo modo que não podemos sair da Casa, somos responsáveis de nos apartarmos do mal que há dentro da Casa. Não nos é dito que voltemos a construir a Casa.  

É, portanto, nossa responsabilidade, andarmos na luz do que foi no princípio, e que aos olhos do Criador ainda existe, e isto apesar de todo o fracasso do homem. Estas três coisas são necessárias:

- O reconhecimento do Messias como "a Cabeça".

- O governo e guia do Espírito Santo.

- O atuar de acordo com as Escrituras.  

"O Messias amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela".


Autor desconhecido.


Leia as Escrituras.