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GRATO PELA VISITA

8 de fevereiro de 2013

MINHA IGREJA, MINHA DOUTRINA


PORQUE NOS EXPULSARAM DAS SINAGOGAS.

            No princípio, o Senhor escolheu doze apóstolos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos para os expulsarem e para curarem toda enfermidade e todo mal. Enviou os doze e lhes ordenou, dizendo: Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel, e pregai, dizendo: É chegado o Reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.
            Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; nem alforjes para o caminho, porque digno é o operário do seu alimento. Acautelai-vos, porém, dos homens, porque eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas; e sereis até conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios (Mateus cap.10).

            Gostaríamos de compartilhar com os irmãos uma particularidade indispensável, neste texto, quando o Senhor separou os doze para iniciar a obra, observem que o Senhor deu-lhes poder sobre os espíritos imundos para libertação de todo mal como: Curar enfermos, limpar leprosos, ressuscitar mortos, expulsar os demônios; porém os alertou: De graça recebeste, de graça dai. 

E ordenou: Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; nem alforjes (sacola) para o caminho, porque digno é o operário do seu alimento. Desde então Jesus ordenou aos discípulos, exercer o ministério de graça, como também não possuir:  Ouro,   prata, nem a sacolinha.
            Irmãos, aqui começa o maior conflito dos pregadores contemporâneos em analogia à Palavra e perseguição aos verdadeiros discípulos que não aceitam dinheiro para fazer a obra do Senhor. 

O pregador, quando em missão, caso não tenha condições próprias para sua manutenção, até poderá receber alguma coisa, mas somente o indispensável ao cotidiano, exemplo: O alimento, a pousada, eventualmente vestes, transporte... Mas tomar dinheiro dos irmãos, em nome do sangue e do sacrifício do Senhor Jesus, isso nunca poderá ser praticado.

            Porque desde o princípio, Jesus ordenou que o Evangelho fosse anunciado DE GRAÇA, e não revogou essa ordenança, e qualquer alteração criada pelo homem estará adulterando a Palavra do Senhor.
E, lamentavelmente há pregadores torcendo a verdade de Cristo em mentira, anunciando que Judas Iscariotes era o tesoureiro do grupo, fundamentados na passagem bíblica no livro de João 13.26-29 onde ocasião em que o Senhor, após ter dado o bocado molhado para Judas disse-lhe: O que fazes, fá-lo depressa.

E nenhum dos que estavam assentados a mesa compreendeu a que propósito lhe dissera isto; e, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa, ou que desse alguma coisa aos pobres.

             Mas em Lucas 10.4, Jesus disse aos discípulos: Não leveis bolsa, nem alforje... Entretanto, em João 12.6, desvenda o porquê Judas tinha bolsa, relatando: Ora ele (Judas Iscariotes) disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.

            Está revelada a palavra, Judas tinha bolsa por duas razões: Primeiramente porque era desobediente, isso é descompromissado com a verdade (Lucas 10.4), e também porque era ladrão (João 12.6), e tirava as coisas que ali se lançava. 
            Os pregadores que apreciam Judas como tesoureiro, contraditam a Palavra do Senhor que o declara ladrão. Como também, não podemos tomar como exemplo a conduta de Judas, para aplicá-la como regra de doutrina a igreja, para pedir ou aceitar dinheiro sob o pretexto de evangelização, pois, o Senhor reprova e condena todos os seus atos (João 6.70 e 17.12).
            E nos últimos momentos, antes de Cristo ser entregue aos seus executores, reuniu os discípulos que haviam de trabalhar pelo seu nome, e lhes falou sobre as perseguições e tribulações que havia de vir sobre eles, e os instruiu dizendo:

Tenho-vos dito essas coisas para que não vos escandalizeis. Expulsar-vos-ão das sinagogas; e vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus (João capítulo 16). Jesus avisou previamente e declarou: Expulsar-vos-ão das sinagogas.
            Então perguntamos: Quem, e em que ocasião os seus discípulos serão expulsos das sinagogas? Certamente todo aquele que discordar da doutrina das instituições eclesiásticas religiosas denominacionais apelidadas de “igreja”, legalmente constituídas, torna-se candidato a expulsão.

              Ao pregar o Evangelho nas “igrejas”, caso o sermão seja em harmonia com a doutrina estabelecida pelo estatuto da organização, com certeza será bem-vindo e acolhido no seio da congregação. Mas ainda que a pregação esteja em conformidade com a Palavra, mas contrariar os princípios doutrinários da instituição, você estará fora do sistema.

E para isso, não precisa muita coisa não, basta pregar só a Verdade estabelecida no Evangelho de Cristo, anunciar, por exemplo, que o homem tem que viver do suor do seu rosto, porque hoje não existe mais a figura do levita, que “DÍZIMOS e OFERTAS” são ordenanças abolidas, e no tempo da graça ninguém precisa pagar mais nada pelas bênçãos e salvação, porque Cristo pagou o mais alto preço pela aspersão do seu próprio sangue.

             Pronto, você nem imagina o tamanho da confusão que você acabou de arrumar com a liderança, e até mesmo com os membros da igreja, os quais patrocinam a mordomia do clero.

            Mas poderá alguém contrariar a verdade de Cristo em detrimento a doutrina de homem? Nós não recebemos o Evangelho por vontade de homem algum, e o nosso compromisso é com o nosso Salvador, e os que desejam alcançar o Reino de Deus terão que praticar a verdade, ao contrário, não verão a sua glória do Altíssimo.

            O Capítulo 9 do Evangelho de João, narra que o Senhor curou um rapaz cego de nascença, e esse, fora pressionado e perseguido pelos fariseus (principal religião entre os judeus), por causa do nome do Senhor, como também os seus pais, os quais negaram a Jesus (João 9.22) porque temiam os judeus, porquanto os judeus tinham resolvido que, se alguém confessasse ser Ele o Cristo, seria expulso da sinagoga.

            Apesar de tudo, até muitos dos principais entre os judeus creram em Jesus; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga (João 12.42). E os fariseus continuam administrando as igrejas, e anunciando um evangelho apócrifo, conhecido nos meios evangélicos como o evangelho da prosperidade, enganando e sendo enganados.

              Testemunho por experiência própria, no início da minha conversão, comecei lendo o Novo Testamento, e o Espírito Santo de Deus revelava-me a Palavra, sentia o Espírito de Deus cochichando aos meus ouvidos,  e quando eu participava de algum culto,  observava a pregação, que na maioria das vezes, afrontava a verdade de Cristo.

            Aquilo me causava angústia e vez por outra tentei me aproximar desses pregadores e anunciar a verdade, porque na minha ingenuidade, acreditava que poderiam mudar e prestar um grande serviço a Deus, mas eles me recebiam com pedras, me tratavam como neófito, e diziam que eu precisava orar e pedir sabedoria a Deus para entender a licitude e benefícios dos dízimos e ofertas, como também, outras doutrinas estranhas que aplicam às “igrejas”.

            Certa ocasião, ao visitar uma grande denominação da cidade de Londrina, o “pastor” estava orando no púlpito, e ao me ver adentrar, pronunciou a seguinte frase: “Irmãos, o inimigo não quer o crescimento financeiro desta igreja”. Aquilo me causou profunda dor, não pela humilhação sofrida, mas pela infelicidade na colocação das suas palavras, porque dias antes, eu havia lhe anunciado justamente a verdade de Cristo, o qual disse aos seus: De graça recebeste, de graça dai.

            Conclui-se que o inimigo que não queria o crescimento financeiro da igreja que se referia esse “pastor”, só pode ser Cristo, porque não fomos nós quem escreveu o Evangelho, mas toda Palavra foi divinamente inspirada pelo Espírito Santo do Senhor.

Em outra igreja, o “pastor” fez uma pregação exclusivamente direcionada a minha pessoa, objetivando humilhar-me ao saber que havíamos passado uma cópia do estudo bíblico a verdade sobre os dízimos para um membro da sua igreja.

             E na sua preleção, ele declarou: “Sou um pastor formado há tantos anos (não me lembro quanto tempo) e não admito heresias de neófito na minha igreja”.  Esse “pastor” contraditou tanto, que ao fim da sua pregação as suas palavras tornaram-se peçonhentas contra si mesmo, pois, confessou: “Eu sei que o dízimo pela lei é abolido, mas o dízimo de Abraão, esse dízimo jamais será revogado”. Na realidade ele não tem noção da amplitude de sua heresia.

Outro “pastor” me alertou em tom ameaçador: Irmão pare com isso, porque você é uma formiguinha que está caminhando de encontro a uma manada de elefantes. Você acha que se fosse assim, Deus iria deixar de revelar essas coisas a tantos pastores sábios, para revelar justo a você, que é um neófito?

Observem que esse “pastor” também contraditou Jesus novamente, o qual declarou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultastes essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos.

            Nesse tempo, abriu-se uma igreja próxima da minha casa, fiz algumas visitas e o “pastor” com a sua esposa começaram a frequentar nossa casa. Certo dia, ele começo a me falar sobre o dízimo, então rechacei essa ordenança do Antigo Testamento. Ambos ficaram excessivamente nervosos, e só não me agrediram fisicamente porque estavam dentro da minha casa, mas não pouparam agressão verbal, e encerraram a amizade não só com minha pessoa, mas com todos da minha família.

Nessa caminhada recebemos muita afronta dos defensores dos dízimos, entretanto, de minha parte nunca com espírito de contenda, mas sempre com mansidão, e vários nos deram as costas, e o mais curioso é que a maioria dos pastores diz sempre a mesma coisa: “O irmão precisa orar muito para discernimento que é lícito receber o dízimo no Novo Testamento”.

            E constantemente somos execrados através do fale conosco do site, quando não, pessoalmente. E tudo isso ocorre por uma única razão: Porque anunciamos que a obra de Cristo deve ser realizada de graça como faziam os seus apóstolos e discípulos, conforme ordenança da Palavra do Senhor no Novo Testamento. Mas essas afrontas não são motivos para enfraquecer a nossa fé, ao contrário, há razão de sobra para alegrarmo-nos, porque no Evangelho de Mateus 5.10-12, Jesus nos conforte dizendo: Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus;  bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.  Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

            E na primeira carta aos Coríntios 4.13, a Palavra relata que somos blasfemados e rogamos; chegamos a ser como o lixo deste mundo e como a escória de todos.

            O capítulo 4 do Evangelho de Lucas, conta que Jesus, ao declarar-se ungido de Deus para evangelizar os pobres, pregoar liberdade aos cativos e dar vistas aos cegos, todos na sinagoga, ouvindo essas coisas, se encheram de ira.  E, levantando-se, O expulsaram da cidade e o levaram até ao cume do monte em que a cidade deles estava edificada, para dali o precipitarem. 

A igreja primitiva de Cristo também sofreu uma perseguição ferrenha pelos judeus, os quais taparam os ouvidos para não ouvir falar de Cristo, para não mudar os costumes legado por Moisés.

            Muitos dos discípulos foram presos, açoitados e sofreram morte violenta. Os judeus respiravam ameaças e muitas vezes, castiga-os por todas as sinagogas, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça. E com a igreja de Cristo não são diferentes, coisas inesperadas ainda acontecerão, mas não há nada a temer, mas crer somente, que servimos a um Cristo vivo, que não permitirá que sejamos tentados acima daquilo que possamos suportar, porque com a tentação virá também o escape (I Coríntios 10.13).

            O Senhor ampara os que são seus.  Vamos ao bom combate até o fim, porque grande será o galardão no Reino do Céu, porque o Senhor disse: Quem ouve a vós, a mim me ouve; e quem rejeita a vós a mim rejeita; e quem a mim rejeita, rejeita aquele que me enviou (Lucas 10.16).
Isso vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim (João 16.3).  

Louvai ao Senhor!
Estudo realizado pela Comunidade Cristo é a Verdade da qual sou membro

7 de fevereiro de 2013

OBEDECER AOS PAIS

QUANDO OS FILHOS OBEDECEM AOS PAIS...
Consta na bíblia um princípio que quando observado, muito agrada o coração do Criador: o princípio da obediência dos filhos aos pais, coisa que nos dias atuais não é tão comum identificarmos no seio de uma boa parte das famílias.
As figuras paternas e maternas já não são vistas como outrora, onde o respeito dos filhos para com seus pais era nitidamente notado por todos os que conviviam em uma casa; e também pelos de fora, que por diferentes motivos tinham alguma aproximação com os membros da família.
É notório que o comportamento das famílias tem mudado radicalmente ao longo dos anos, mas também são visíveis, as graves consequências que as mesmas têm sofrido em decorrências de tais mudanças. O que antes era tido como certo, hoje passou a ser o errado, e vice-versa; a ignorância com relação à sabedoria divina aplicada à família é tão grande que, no final das contas, quem sofre mais são os seus próprios membros.
Alguém já parou pra pensar como seria o mundo se tudo fosse diferente? Se os filhos vissem nos pais um referencial vindo de Deus e se submetessem às suas instruções e conselhos?
Há um texto bíblico que diz:  Filho meu, ouve o ensino do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço (Provérbios 1.8, 9).
Inúmeros são os benefícios que um filho obediente e temente a Deus consegue alcançar nesta terra; e por causa de sua obediência, estes benefícios se estendem também a vários outros, contribuindo até mesmo para uma sociedade mais terna e justa.
Não foi por acaso que o apóstolo Paulo demonstrou seu cuidado e zelo para com a atitude dos filhos em relação aos pais, quando escreveu: Filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo  (Efésios 6.1).
Quando os filhos abraçam este princípio bíblico, tornam-se sábios e prudentes, pois na maioria das vezes, os caminhos que começam a trilhar, seus pais já percorreram, e certamente têm muito a ensiná-los a respeito do que poderão encontrar na trajetória; a forma como lidar com as adversidades da vida ou até mesmo, como tentar evitar algumas delas.
Quando os filhos são submissos àqueles que Deus lhes deu como preceptores ou aios, fazem o que é justo diante de Deus e com isso, agradam o seu coração, pois a obediência aos pais reflete na vida dos filhos, a prática do que é justo, perante aquele que é a própria justiça.
A bíblia também afirma que o mandamento da obediência aos pais foi o primeiro a ser estabelecido seguido de uma promessa: Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem, na terra que te dá o Senhor teu Deus (Deuteronômio 5.16).
Todas as vezes que um filho honra ao seu pai e à sua mãe e os obedecem, alcança o favor do Senhor, e seus dias são prolongados na terra. No mundo de hoje, não é pequeno o número de filhos que morrem em idade tenra e se vão muito antes dos pais, por não agirem sabiamente diante de Deus; se expondo a situações de risco, contrariando a vontade de seus pais e do Senhor.
Mas os filhos que cumprem este precioso mandamento do Altíssimo, demonstram que conhecem verdadeiramente o Pai, pois esta genuína submissão, só é possível quando nos tornamos filhos de Deus, gerados pela fé em Jesus Cristo, seu primogênito, o qual  foi obediente até a morte, e morte de cruz.... Eu vos escrevi filhos, porque conhecestes o Pai. I João 2: 13c.
Se observarmos a vida de Jesus, vamos perceber que a obediência dos filhos aos pais descrita na bíblia é aquela que independe da plena satisfação do filho no momento de cumprir as ordens que lhes foram dadas, ou seja, nem tudo o que seus pais lhes pedirem para fazer parecerá bom e agradável aos seus olhos, algumas vezes tal obediência irá requerer uma renuncia por parte dos filhos em relação a si mesmos, mas seu coração deverá estar totalmente disponível para agradar o coração dos pais.
Vemos isso claramente nas palavras do nosso mestre Jesus:  ... Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua  (Lucas 22.42).
E disse ainda: ... porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai que me enviou (Leia João 5.30).
Mas há algo bem interessante que precisamos frisar com relação a este assunto: Considerando que nem todos os pais são tementes a Deus e que muitos são capazes de delegar responsabilidades absurdas aos filhos, e até contrárias à vontade de Deus, esta verdade inicialmente parece bastante complexa para alguns, especialmente da forma como está escrita em colossenses 3.20: Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Isto parece não se aplicar a todos os casos, mas a verdade é que a Palavra doutrinária não é direcionada ao ímpio, mas ao servo fiel que faz a vontade do Pai que está no Céu.
Ora, já de antemão sabemos que os textos da bíblia não podem ser analisados separadamente, além de estudarmos o contexto, precisamos saber que há versículos que complementam outros, o exemplo disso está em Efésios 6.1: Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
Isto quer dizer que enquanto a obediência aos pais não contraria a obediência para com Deus, os filhos deverão obedecê-los em tudo, independente dos pais serem cristãos ou não. Mas a partir do momento em que o ato de obedecer passa a entrar em conflito com os princípios de Deus e da sua Palavra, o melhor é manter a mesma postura de Pedro e dos apóstolos quando proibidos pelas autoridades de pregarem o evangelho de Jesus Cristo. Disseram eles:... mais importa obedecer a Deus do que aos homens  (Atos 5:29).
Portanto, sejamos sábios, e mantemo-nos em comunhão com o Pai; diante de cada situação, o Espírito Santo de Deus certamente nos dará a direção e a orientação exata para procedermos de acordo com a sua vontade.
Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade (I João 3.18). 
Amém.
Editado por Aurea Navarro
Comunidade Cristo é a Verdade

6 de fevereiro de 2013

SER UM LÍDER EXEMPLAR


Exemplos de Péssima Liderança

As Escrituras contêm muitos exemplos; alguns são bons e outros ruins. Ficamos incentivados pelas histórias de coragem, lealdade e fé. Também aprendemos quando a Bíblia conta sobre homens e seus fracassos (veja 1 Coríntios 10:1-13). Em nossa geração, há poucas lições que são mais precisas do que aquelas sobre como os homens devem exercer sua liderança. Uma vez que todos nós devemos submissão absoluta a Deus (Mateus 20:20-28), precisamos respeitar os papéis definidos pelo Senhor. Deus escolheu os homens para serem os chefes no lar, na sociedade e na igreja. Os homens que lideram mal ocasionam prejuízo indizível. Considere os seguintes exemplos:

Deixar a mulher tomar a frente

Deus indicou os homens para serem as cabeças nos seus lares (Efésios 5:22-33). Quando os homens recusam a aceitar a responsabilidade da liderança, suas famílias sofrem bastante. A serpente seduziu Eva e ela comeu do fruto proibido. Então, Eva deu o fruto a Adão e ele atendeu a voz dela (Gênesis 3:17) e o comeu, também. Segundo 1 Timóteo 2:11-14, Eva comeu porque ela se enganou e deu crédito à mentira da serpente. Adão sabia que foi errado quando comeu, mas seguiu a liderança da sua esposa. Falta a muitos homens coragem. Eles recusam a aceitar a responsabilidade pela liderança da família. É mais confortável deixar a esposa tomar a frente, fazer as decisões—e culpá-la quando as coisas não vão bem.
Abrão fez a mesma coisa. Ele e Sarai não conseguiram gerar filhos. Ela sugeriu que Abrão tivesse um filho com a sua serva, Agar. “Abrão anuiu ao conselho de Sarai” (Gênesis 16:2) e “ele a possuiu, e ela concebeu” (Gênesis 16:4). Este ato irresponsável criou angústia e briga na família e deu origem aos ismaelitas, que foram um sério problema para os israelitas depois. Maridos que amam suas esposas não tomam a frente com egoísmo, pois a meta deles deve ser fazer o melhor para suas esposas (Efésios 5:22-33; 1 Pedro 3:7). Mas maridos que amam suas esposas lideram e não forçam as mulheres a assumirem suas responsabilidades por faltar liderança na família. O marido não deve controlar absolutamente tudo, insistindo em dominar toda decisão, quão menor que seja. Mas ele deve assumir a responsabilidade pela direção do lar e não recuar, firmemente tomando as decisões necessárias pelo bem-estar da família. Quando as mulheres lideram os maridos, o precedente das escrituras indica que um desastre se aproxima.

Nunca contrariar um filho

Os pais têm que estar dispostos a disciplinar seus filhos. É o pai que tem a responsabilidade principal no treinamento dos filhos (Efésios 6:4), e ele deve cumpri-la com firmeza (veja Provérbios 13:24; 19:18; 22:15; 29:15,17). Davi, principalmente depois que pecou com Bate-Seba, parecia incapaz de exercer liderança sobre seus filhos. Ele deixou de punir Amnom por seu pecado com Tamar; não puniu o suficiente Absalão por ter tomado por si a responsabilidade de matar Amnom; e nunca contrariou Adonias em qualquer momento (1 Reis 1:6). Como resultado, a família de Davi caiu em caos. Nenhuma liderança firme existia no seu lar. A disciplina dos filhos é essencial para o amadurecimento adequado deles. Frequentemente é mais fácil não contrariar um filho e simplesmente deixar que ele sempre faça o que bem quiser, mas as crianças que não aprendem respeito como jovens têm dificuldades bem maiores durante a vida depois. Sentimentos magoados e uma palmada firme não são as piores coisas que poderiam acontecer na vida de uma criança (Provérbios 23:13-14). Os pais têm que ter a autodisciplina para liderar consistentemente e disciplinar seus filhos.
Os filhos de Eli eram sacerdotes infiéis. Roubavam partes dos sacrifícios que pertenciam tanto ao Senhor como às pessoas, e cometeram prostituição com as servas do tabernáculo. Eli falou para os filhos dizendo que eram maus (1 Samuel 2:23-25), mas Deus o condenou por não os “punir” ou “repreender” (1 Samuel 3:13). Depois de tudo, Eli era o sumo sacerdote. A gente supõe que ele tenha tido a autoridade para tirar o sacerdócio dos seus filhos, mas ao invés disso, ele até mesmo gozou da carne assada que seus filhos haviam roubado (1 Samuel 2:29). Talvez fosse essa carne que levou Eli à obesidade que contribuiu à sua morte (1 Samuel 4:18). Eli deixou de ser tão firme com seus próprios filhos como deveria ter sido. Podemos gritar com nossos filhos ou até mesmo desaprovar seus atos, mas quando facilitamos o que eles fazem e até mesmo aproveitamos do resultado, os nossos atos falam mais alto do que as nossas palavras. Pais que apoiam seus filhos, quer sejam certos, quer sejam errados, prejudicam seus filhos e se injuriam também.

Mimar a si mesmo

“Ai de ti, ó terra cujo rei é criança e cujos príncipes se banqueteiam já de manhã. Ditosa, tu, ó terra cujo rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa ao seu tempo para refazerem as forças e não para bebedice” (Eclesiastes 10:16-17). Líderes autoindulgentes que abusam do seu poder param se agradar ameaçam o bem-estar de qualquer nação, igreja ou família que querem liderar. Considere Acabe. Ele cobiçou o campo de Nabote que ficava próximo ao palácio. Tentou comprá-lo, mas Nabote não quis vender, pois era a herança dada por Deus para sua família, e o Senhor tinha proibido a venda de tais terrenos. Quando a proposta de Acabe foi rejeitada, ele foi para casa e ficou com mau humor. A rainha Jezabel contratou falsas testemunhas para acusar Nabote e seus filhos e apedrejá-los (1 Reis 21; 2 Reis 9:26). Daí Acabe podia possuir o campo, sem a família de Nabote interferir. A liderança nunca deve ser abusada para facilitar a conquista das suas próprias finalidades. Homens não são bons líderes a não ser que sejam desprendidos e possuam domínio próprio.
Sansão tinha toda vantagem como líder do povo de Deus durante a opressão dos filisteus (Juízes 13-16). Ele foi escolhido por Deus antes de nascer, preenchido com o Espírito desde cedo, e possuía força sobrenatural. Ele conseguiu dominar tudo menos suas paixões sexuais e sua sede para vingança. Embora Deus acabou utilizando estas falhas de Sansão para começar a destruir a influência filistia sobre Israel, ele próprio claramente perdeu o favor de Deus (note 16:20) e conseguiu uma vitória maior quando estava morrendo do que todas que teve durante a vida. Para conduzir outras pessoas temos que primeiro nos conduzir bem. Os maridos têm que sacrificar seus próprios desejos e egos para guiar a casa a fim de promover o bem-estar da esposa. Os presbíteros nunca podem tirar vantagem da posição deles para promover suas próprias finalidades nem dar tratamento especial para suas famílias, mas devem trabalhar com humildade a fim de auxiliar o crescimento das ovelhas.

Fazer o que bem quiser

Uma falha mais trágica de liderança é o orgulho. O poder tenta o homem a ser abusivo e autoritário. Até mesmo homens que começaram suas carreiras com um espírito humilde podem deixar sua liderança engrandecer suas cabeças. Considere a história de Saul. Uma busca por jumentas extraviadas conduziu Saul ao encontro com Samuel que lhe informou que Deus o havia escolhido para ser o primeiro rei de Israel. Saul ficou encabulado e não se viu como digno de tal honra (1 Samuel 9:21). Muitos homens ter-se-iam gabado, mas Saul nem mencionou nada para seu tio que havia perguntado especificamente referente ao que Samuel falou com ele (1 Samuel 10:16). Quando Samuel ajuntou o povo para coroar Saul, ele se escondeu entre as malas, envergonhado pela fama e pela atenção (1 Samuel 10:21-24). Ele deu crédito ao Senhor na sua primeira vitória militar (1 Samuel 11:13). Mas no decorrer do tempo, o poder de Saul conduziu-o ao orgulho e à autopromoção. Saul começou a agir sem autorização do Senhor e, por isso, ficou com ciúmes e suspeita dos rivais. Terminou sua carreira com ataques de paranoia. Saul perfeitamente ilustra o ditado que o poder corrompe.
Gideão demonstrou a mesma humildade que Saul quando foi escolhido como juiz. Ele ficou extremamente relutante a aceitar a liderança que o Senhor pediu que tomasse sobre o povo (veja Juízes 6:15, 36-40). Quando ganhou a vitória, humildemente desviou o elogio e considerou que a realização dele próprio fosse relativamente insignificante (Juízes 8:1-3). Mas o sucesso o conduziu ao orgulho. Ele acabou abusando sua autoridade e tratando as pessoas abaixo dele com severidade (Juízes 8:4-21). Gideão agiu como um rei a tal ponto que o povo pediu que ele assim se tornasse. Ele recusou verbalmente. Contudo, continuou a viver cada vez mais no estilo de um rei. Pediu que o povo cedesse seu ouro, e daí fabricou uma estola sacerdotal que o povo adorou. Ele possuía muitas mulheres do jeito de um rei e até mesmo botou o nome ‘meu pai é rei’ em um de seus filhos (Abi meleque). A liderança deve ser vista como a oportunidade para servir, não para se exaltar. A liderança pelos maridos, pelos pais, pelos pastores, pelos supervisores, ou qualquer liderança, deve ser executada com um espírito humilde.

Os homens que Deus quer

Como homens, temos muitas oportunidades a liderar. Não devemos buscar oportunidades para nos engrandecer, pois Jesus nos chamou ao humilde serviço. Ele quer que sejamos homens de força e firmeza, homem dispostos a aceitar responsabilidade. Devemos sempre liderar para abençoar aqueles que guiamos, não para impor nossa vontade nem cumprir nossa cobiça. Que Deus nos ajude a aprender com os péssimos exemplos destes homens.

Gary Fisher

5 de fevereiro de 2013

GUIAS CEGOS

O DEUS DESTE SÉCULO CEGOU O ENTENDIMENTO DOS INCRÉDULOS
 
Constantemente testemunhamos alguns irmãos dizerem: “Eu leio a bíblia, e não entendo”. Outros declaram: “Eu sou pastor, mas esse assunto não é comigo (principalmente sobre Apocalipse), o meu ministério é outro”. Esse episódio acontece mesmo entre os mais renomados “pastores e doutores” que ocupam alto escalão no ministério clerical, e a maioria com formação acadêmica, especificamente teologia.
Convencidos da sabedoria teológica pregam um evangelho que não produz benefício algum na alma humana, e na maioria das vezes, recorrem a evasivas para burlar e contraditar a Palavra do Senhor, ressuscitando uma cédula morta que era contra nós, mas foi riscada, graças à misericórdia do Senhor Jesus Cristo, cravando-a na cruz com o sacrifício do seu próprio sangue.
             A Palavra é discernida espiritualmente, e não há ensinamento teológico capaz de revelar os segredos de Deus, porque esse entendimento é gerado pelas virtudes do Espírito Santo (João 14.26 – I João 2.27), mas muitos irmãos pela sede da sabedoria dos mistérios de Deus, a buscam nos bancos escolares, e não as encontra, porque o Espírito de Deus não ministra nas salas aulas.              
Mas não vos assustei porque é o cumprimento da Palavra, a qual descreve que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, soberbos, blasfemos, desobedientes, que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. Destes afasta-te. (II Timóteo 3).   
             Amados, observem o agradecimento do Senhor Jesus ao Pai, alegrando-se pela sabedoria dos seus discípulos: Graças te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque ocultaste essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim é a sua vontade.
Tudo por meu Pai me foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho, senão o Pai, nem quem é o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
O homem natural não possui olhos espirituais para penetrar a profundeza da Palavra de Deus, só veem pelos olhos humanos, por isso, no Evangelho de Mateus 13.13-16, Jesus disse aos seus discípulos: Eu lhes falo por parábolas, para que eles, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem compreendem.
E assim, se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis e, vendo, vereis, mas não percebereis.
Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviu de mal grado com seus ouvidos e fechou os olhos, para que não veja com os olhos, e ouça com os ouvidos, e compreenda com o coração, e se converta, e eu o cure.    Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
Meditando na exortação do Senhor Jesus, podemos entender a razão pela qual vem a dificuldade que há em muitos para discernir a Palavra. Como disse o Mestre: O coração deste povo está endurecido, e ouviram a Palavra de mal grado.
A dádiva do Senhor é para os que buscam fazer a sua vontade, mas com o coração endurecido, de mal grado ouviram e fecharam os olhos; para que não vejam. E como não poderia ser diferente, o resultado do descaso com a vontade do Senhor é catastrófico, mas os que seguem a Jesus, não andam em trevas, mas na luz da vida.
Em Mateus 13.19, disse Jesus: Ouvindo alguém a Palavra do Reino e não a entendendo, vem o maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração.   
Nós sabemos que somos de Deus e aquele que é nascido de Deus não peca; e o maligno não lhe toca. Mas o mundo está no maligno (2 Tessalonicenses 3.3).  Fiel é o Senhor, que vos confortará e guardará do maligno. 
E falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória (I Coríntios 2.7,8). 
Portanto, a carência de sabedoria pode resultar em catástrofe, caso sucedido aos príncipes deste mundo, os quais crucificaram o Senhor da glória, mesmo diante de tantos sinais e milagres não creram nele, porque não tinham olhos espirituais para reconhecer o ungido de Deus, porque o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (II Coríntios 4.4).
E o livro de Atos 26.16-18, narra que na aparição do Senhor Jesus a Saulo no caminho de Damasco, disse-lhe o Senhor:
Levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha tanto das coisas que tens visto como daquelas pelas quais te aparecerei ainda, livrando-te deste povo e dos gentios, a quem agora te envio, para lhes abrires os olhos e das trevas os converterem à luz, e do poder de Satanás a Deus, a fim de que recebam a remissão dos pecados e sorte entre os santificados pela fé em mim.
Jesus enviou os seus escolhidos para abrir os olhos daqueles que ainda não O conhecem, para tirá-los das trevas para a sua maravilhosa luz, como também, levar a libertação aos que estão sob o poder de satanás, para que se convertam, e recebam o refrigério da alma e se salvem. 
Porque na revelação do Apocalipse a João 3.20, disse Jesus: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.
Portanto amado, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração. Jesus bate a sua porta, pela sua Palavra, não O deixe esperando do lado de fora como fazem os incrédulos que nada observam porque o príncipe deste mundo lhes tapou os ouvidos, cegou-lhes os olhos e endureceu os vossos corações, para que não se convertam, e sejam libertos e salvos pela aspersão do sangue do nosso Redentor.
Ouvir a voz de Cristo é se dar ao arrependimento, à conversão, a humildade diante da grandeza do Altíssimo e receber a Jesus como o seu único e suficiente Salvador. Nascer de novo e se tornar uma nova criatura, lavada e remida pelo sangue do Cordeiro de Deus.
Porque aquele que não nascer de novo, não pode ter domínio sobre a carne e o pecado. O velho homem, pela falta de discernimento espiritual, e pela dureza do coração, era governado pela carne servindo ao pecado, estava separado da comunhão com Deus. Mas ao se tornar uma nova criatura, é liberto do poder do pecado para viver segundo a vontade de Deus.  
E uma vez restabelecida a paz com Deus pelo sangue de Cristo, isto é, Deus está em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a Palavra da reconciliação.
Porque a nossa luta não é contra o sangue e nem a carne, e sim contra os principados e as potestades do mal, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes (Efésios 6.12). 
Louvai ao Senhor!
Estudo realizado pela Comunidade Carvalho Cristo é a Verdade
Visite-nos através de www.cristoeaverdade.net

2 de fevereiro de 2013

O CORPO DE CRISTO


QUEM SOMOS

Somos um em Cristo (Romanos 12.5), uma igreja edificada e membrada no Corpo de Cristo, a nossa regra de fé e doutrina para a igreja é o Evangelho. Cremos nas promessas e virtudes do nosso Consolador, o Espírito Santo do Senhor, porem, não compartilhamos com esses movimentos que intitulam “pentecostais”, como orações nos montes, movimento celular G12, cair na unção, rê tê tê, danças, músicas gospel, teatro, e outras heresias praticadas pelas instituições religiosas eclesiásticas que o homem apelidou de "igreja".

A IGREJA

Quando anunciamos que servimos a um Deus vivo, que cura, liberta, restaura vidas e salva, "de graça", os irmãos ficam surpresos e nos perguntam a que igreja pertencemos, porque julgam que para servir ao Senhor Deus se faz necessário estar dentro de uma estrutura material, membrados a uma “igreja” institucional e condicionados a dar dinheiro para receber as bênçãos do Senhor.

Mas isso não é verdade, porque o Senhor nos dá a confortável confiança que nós somos a igreja de Cristo e seus membros em particular (I Coríntios 12.12 e 27).

Por essa razão não fazemos parte de nenhum sistema religioso denominacional, buscamos servir ao Senhor imitando os Apóstolos, os quais foram verdadeiros imitadores de Cristo. As reuniões são realizadas nas casas, conforme ensinamento do Senhor Jesus, visto que, a sua Igreja foi resumida em um único versículo: Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:20).

Em nosso meio Cristo é o Único Pastor, tratamos a obra com seriedade, buscando sabedoria espiritual para guardar os mandamentos do Senhor, sem acrescentar e nem omitir nada do que está escrito na Palavra.

Nas reuniões não há palmas, danças, teatros, campanhas e nada daquilo que não consta na Palavra. Não há liturgia, permitindo que o Espírito Santo conduza, segundo a sua vontade, porque recebemos o Evangelho de Cristo para salvação da vida eterna com a pureza espiritual constituída pela Palavra do Senhor.

E, em nome do Sangue e do Sacrifício do nosso Redentor, não aceitamos dinheiro e nenhuma recompensa material, porque o preço pela nossa salvação Cristo já pagou, pela aspersão do seu próprio sangue.

Não temos "templo" ou "igreja" denominacional em lugar nenhum, pois a Palavra assegura que nós somos o templo do Espírito Santo, por isso somos totalmente desvinculados das instituições eclesiásticas religiosas que o homem apelidou de "igrejas".

É oportuno recomendarmos aos irmãos deixarem para trás tudo aquilo que aprendemos indevidamente naqueles lugares, como as liturgias, rituais e as formalidades tradicionais do paganismo, pois já sabemos que em nada nos edificou, ao contrário, só nos fez perder tempo em relação ao nosso crescimento espiritual.

Portanto, sugerimos aos amados irmãos e irmãs a seguirem nesta caminhada, livres no amor de Cristo, e crescer no conhecimento da Palavra de Deus e na Sua graça, procurando não mais envolvimento com aquelas doutrinas de enganos que outrora participávamos.

SOBRRE AS DOUTRINAS HERÉTICAS NO TEMPO DA GRAÇA

Nesta singela obra, não são aceitas doutrinas, como: Dízimos, Guarda do Sábado, Adventista, Unicista, TJ, Doutrina da Trindade, Mulheres liderando a Obra, tais como: pastoras, bispas, presbíteras, mas, conforme prevê a Palavra, as mulheres somam somente para assistência no Corpo de Cristo.

Somos libertos também das músicas gospel, como já discernimos, a maioria criadas por homens e mulheres (sem inspiração do Espírito Santo), para fins comerciais, e entretenimento daqueles que procuram satisfazer interesses que nada tem em comum com a verdadeira obra de Deus. 

COMPROMISSO COM A VERDADE

O Portal Cristão Cristo é a Verdade ( ao qual faço parte), tem por obra formar Igreja nos lares no Brasil e alem das fronteiras, sem vínculo com qualquer doutrina que não consta nas escrituras, portanto, libertos da doutrina do homem, mas dentro da doutrina de Cristo, para edificação do Corpo e, por essa razão fazemos um apelo aos nossos irmãos para seguimos juntos, firmes nesta caminhada. Estai, pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a submeter-vos debaixo do jugo do homem (Gálatas 5:1).

Louvai ao Senhor

O PERDÃO

SUBLIME É O PERDÃO
Disse o Senhor, Criador dos céus e da terra e de tudo que no universo há: Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais (Hebreus 8.12).
Na sua infinita misericórdia, o Senhor perdoa os nossos pecados e das nossas iniquidades e prevaricações não se lembrará mais. E nós, ínfimas criaturas, muitas vezes temos dificuldades para perdoar aqueles que nos ofenderam. Às vezes até pensamos e dizemos que perdoamos, mas não conseguimos esquecer os agravos que sofremos, e enquanto estivermos lembrando com raiz de amargura no coração, é porque ainda não liberamos o perdão.
            Considere a Palavra do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Mateus 6.12-15 Ele mesmo disse ao Pai: Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens, as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.
      O Senhor sonda os nossos corações, Ele sabe perfeitamente que prostrar-se diante do Pai e rogar-lhe o perdão, é algo relativamente fácil. Mas tirar a mágoa do coração, perdoar e não se lembrar mais, já não é tão simples assim.  Por isso Ele, condicionou: Se perdoarmos aos homens as suas ofensas, receberemos do Pai, o perdão, porém, se não perdoarmos também não seremos perdoados.
No Evangelho de Mateus 5.43 a 46, disse Jesus: Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?
A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO
Nesta parábola, o Senhor Jesus, numa narrativa alegórica, compara o Reino dos céus a certo rei que quis fazer contas com os seus servos; e, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
E, não tendo ele com que pagar o seu senhor mandou que ele, e sua mulher, e seus filhos fossem vendidos, para saldar a dívida. Mas aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então, o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem dinheiros e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.   Ele, porém, não quis; antes, foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Mas sabendo o seu senhor tudo o que se passara, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste, não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.  Assim vos fará também o Pai Celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.
No Evangelho de Mateus 18.21, 22, Pedro, aproximando-se de Jesus, disse: Senhor, até quantas vez pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe respondeu: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete.
As sábias palavras do Mestre nos ensinam que não há limite para se perdoar.  Precisamos perdoar nossos irmãos quantas vezes necessárias forem, porque também somos pecadores, e o Pai Celestial é infinitamente misericordioso, está sempre pronto a nos perdoar quando há arrependimento, quando há conversão, quando nos tornamos uma nova criatura, lavada e remida no sangue do Cordeiro.
CRISTO NOS ENSINA A PERDOAR
No Evangelho de Lucas 6. 27-36, disse Jesus: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, bendizei os que vos maldizem e orai pelos que vos caluniam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses.
Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus.    Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.
Na carta aos Romanos 12. 17 a 21 diz: A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas perante todos os homens.   Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.  Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. 
Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.  Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
I Pedro 2.18 a 23, a palavra diz: Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor ao Senhor, não somente ao bom e humano, mas também ao mau; porque é coisa agradável que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.
Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas, o qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano, e, quando o injuriavam, não injuriava e, quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente.
E no Evangelho de João 15.12-14, disse Jesus: O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, as como eu vos amei.  Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
O Senhor nos ensina que devemos amar ao próximo da forma como Ele também nos amou. E como Cristo nos amou, senão dando a sua própria vida por pecadores, em sacrifico vivo na cruz do Calvário.
A palavra diz que por um justo pode ser que alguém ousaria a morrer, mas Deus prova o seu amor por nós, dando o seu próprio filho a morrer por pecadores, para pagar a dívida que o homem contraiu com Deus, pela desobediência no Jardim do Éden, para nos libertar da maldição do pecado.
I João 4.21, 22 a Palavra descreve: Se alguém diz: Eu amo a Deus e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus ame também seu irmão.
A CRUCIFICAÇÃO
Evangelho de Lucas 23.33, 34, narra que, chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram e aos malfeitores, um, à direita, e outro, à esquerda.   E dizia Jesus: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. 
Jesus homem de dores, sacrifício vivo para remissão dos nossos pecados, foi humilhado das mais terríveis e diversas formas, com todo poder para transformar o universo em minúsculas partículas, ou simplesmente em nada, na hora de sua maior aflição não pediu vingança ao Pai, pediu que lhes perdoassem, deixando em si mesmo, o maior exemplo de bondade e humildade, que sublime é o perdão.
Comunidade Cristo é a Verdade

1 de fevereiro de 2013

CASAMENTO GAY


Professores podem ser demitidos se não ensinarem sobre o casamento gay.

Projeto polêmico divide opiniões no Reino Unido.

Por Jarbas Aragão.

Professores podem ser demitidos se não ensinarem sobre o casamento gay.

O governo da Grã-Bretanha se prepara para votar um projeto de lei que legaliza o casamento homossexual. O primeiro-ministro David Cameron expressou seu total apoio ao projeto, para desgosto dos conservadores e religiosos que tentaram impedir sua aprovação.

O debate sobre o assunto aumentou após as declarações de Aidan O’Neill, o especialista em direitos humanos do Conselho da Rainha. Ele acredita que os professores e capelães que trabalham em hospitais ou prisões serão afetados negativamente pela aprovação desse projeto de lei.
Por sua vez, Maria Miller, Secretária de Igualdades da Grã-Bretanha, declarou recentemente que os professores e sacerdotes da Igreja da Inglaterra não precisam se preocupar, pois não seriam forçados a ir contra suas consciências ao tratar dessas questões.
Miller, contudo, disse a Radio Four da BBC, que os professores poderão ensinar a seus alunos sobre as diferentes posturas sobre o casamento gay, incluindo as religiosas, mas precisarão  ensinar sobre o assunto “de forma equilibrada”, independentemente de suas crenças.

“Obviamente, não esperamos que os professores sejam ofensivos ou demonstrem qualquer tipo de discriminação em sala de aula, não importa o assunto”, acrescentou.
Contudo, o jornal inglês The Telegraph revelou os temores de funcionários da Secretaria de Estado para a Educação. Eles confidenciaram ao periódico que essa nova lei pode fazer com que os professores de escolas de ensino fundamental sejam demitidos se não ensinarem sobre o casamento gay na sala de aula.

Uma fonte que não quis se identificar garante que o assunto está sendo discutido por pessoas ligadas a Michael Gove, secretário do Ministro da Educação da Inglaterra. O caso pode acabar indo para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, França, onde está localizado o Parlamento Europeu.

“Tivemos aconselhamento jurídico, o problema é que há essa incerteza inerente sobre esses assuntos”, disse a fonte ao jornal. “É algo que acabará no controle de nove pessoas em Estrasburgo. É algo incerto, pois a Inglaterra não está no controle”, acrescentou a fonte.

O que mais chama atenção é que setores da Igreja Anglicana, religião oficial da Inglaterra já aceitaram fazer casamento de pessoas do mesmo sexo e inclusive tem diminuído as barreiras para que sacerdotes gays possam desempenhar suas atividades como qualquer outro.  Com informações Christian Post.

Postado por Ediner

31 de janeiro de 2013

JESUS É O CAMINHO

Problemas? Você está confuso? Perdido?


"O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação" (Jó 14:1).

Estas palavras, ditas milhares de anos atrás, expressam o sentimento de muitos dos que vivem hoje em dia. Agora, contudo, há uma saída: Jesus Cristo. Ele disse de si mesmo, "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6). Para tudo que é verdadeiramente bom, tanto nesta vida como na vida vindoura, Jesus Cristo é o caminho.

Seguir a Jesus como "o caminho" significa mais do que só louvá-lo com nossos lábios. Ele disse:

"Por que me chamais 'Senhor, Senhor, ' e não fazeis o que vos mando?" (Lucas 6:46).

"Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (João 8:31).

A vida e o ensinamento de Jesus são encontrados nos primeiros quatro livros do Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João. Outros livros do Novo Testamento são também o ensinamento de Jesus, pois ele revelou-o pelo Espírito Santo, através de homens como Pedro e Paulo. Paulo escreveu:

"Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo" (1 Coríntios 14:37).

Seguir Jesus como o caminho, portanto, exige um estudo cuidadoso do Novo Testamento e um esforço determinado para viver como ele ordena.

Jesus, o Caminho para uma Vida Melhor.

Jesus declarou o propósito de sua vinda a terra com as seguintes palavras:

"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10).

Jesus providencia esta vida melhor, oferecendo a solução para os problemas que tornam a vida difícil: culpa, insatisfação e medo. Ele não promete riqueza ou luxo, mas nos conforta com uma mensagem de um Pai amoroso no Céu, que cuida de seus filhos e que proverá as coisas de que eles verdadeiramente necessitam.

"Portanto, não vos inquieteis, dizendo 'Que comeremos?'. . . Pois vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas coisas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:31-33).

As pessoas mais felizes no mundo são aquelas que mais completamente se dedicam a seguir Jesus como o caminho.

"No qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1 Pedro 1:8).

Jesus, o Caminho para o Perdão dos Pecados.

O pecado é uma ameaça mais séria contra nosso bem-estar do que qualquer perigo físico, econômico ou social, que enfrentemos. Entretanto, todos nós somos culpados de pecado e incapazes, por nós mesmos, de remover sua mancha. O pecado é violação da lei de Deus e somente Deus pode perdoá-lo. Ele providenciou nosso perdão através de Jesus.

"No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1:7).

"Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pedro 2:24).

Depois de seu sacrifício por nós, Jesus explicou como aqueles que estão perdidos no pecado podem ter a remissão dos pecados e serem salvos.

"Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém" (Lucas 24:46,47).

"Quem crer e for batizado ser  salvo" (Marcos 16:16).

Jesus, o Caminho para Deus.

As pessoas perdidas necessitam mais do que perdão dos pecados. Elas precisam de recuperação daquela íntima união com Deus que perderam por seu pecado. Enviando Jesus ao mundo, "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Coríntios 5:19).

Jesus declarou que só se pode chegar a Deus através dele. Ele disse:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

Jesus, o Caminho para Sair da Confusão Religiosa.

Muitos dos que desejam seguir a Cristo são repelidos pela multidão de igrejas e de doutrinas conflitantes ensinadas por aqueles que professam ser cristãos. Não precisamos fazer parte desta confusão. Jesus não a aprovou.

Em Mateus 16:18, Jesus prometeu: "Edificarei a minha igreja."

Lemos sobre o começo de sua igreja em Atos, capítulo 2.
"Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (Atos 2:47).

O Senhor está ainda acrescentando à sua igreja aqueles que estão sendo salvos. Se somos salvos, estamos em sua igreja e unidos com todos os outros que nela estão.

"Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos" (Efésios 4:4-6).

É bom para nós adorarmos e trabalharmos com outros indivíduos salvos, que são ligados conosco em Cristo por estes laços da união. Mas, se ingressamos em outro corpo (denominação), aceitamos outro senhor (autoridade religiosa) ou aderimos a outra fé (credo), estamos deixando a unidade pela qual Jesus orou, em João 17:20,21-Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

Jesus, o Caminho para o Céu.

"Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hebreus 9:27).

A morte é a porta, tanto do céu como do inferno. Morrer em Jesus é morrer no caminho para o céu.

"Então, ouvi uma voz do céu, dizendo, Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham" (Apocalipse 14:13).

"Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Apocalipse 22:14).

Estudosdabiblia

Postado por Edinêr

30 de janeiro de 2013

O PREÇO DA RECONCILIAÇÃO


A MORTE PELO PECADO E A RECONCILIAÇÃO PELO SANGUE DE CRISTO

No princípio, criou Deus o Céu, a terra e o sistema planetário, e os seres viventes, e disse: Façamos  o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança e domine sobre os peixes, aves,e tudo o que se mova sobre a terra.
E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e o colocou no Jardim do Éden para lavrar e guardar, e ordenou Deus ao homem que comesse de toda árvore do jardim livremente, mas alertou: da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis cap. 1-3).
Do pó da terra criou Deus o homem a sua imagem, conforme a sua semelhança, e o colocou num paraíso para viver em abundância de bens, a prosperidade não era um ideal a ser alcançado, mas uma realidade a ser apossada para desfrutar das maravilhas disponíveis. Deus lhe deu também poder para dominar sobre todas as coisas, o Senhor Deus havia criado as condições ideais para o homem viver em felicidade plena eternamente.
            Deus criou o homem livre e lhe ordenou guardar o Paraíso, lhe deu  autoridade sobre a ação do diabo, e  alertou: da árvore da ciência do bem e do mal,  dela não  comerás, porque no dia que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis 2.17).
            Porém, não impôs condições ao homem para obediência, Ele queria ser respeitado pelo seu amor a criatura, pelo laço fraternal de amor entre ambos. Deus deu-lhe a opção de escolher a semente que desejasse plantar, avisando porem de antemão, que a colheita seria inevitável. 
            Mas a mulher, sugestionada pela serpente (o diabo), indiscreta em conhecer o que o Senhor Deus havia proibido, ambicionando ser igual a Deus, e vendo a árvore desejável, agradável aos olhos, tomou do seu fruto e comeu e deu também ao seu marido e ele comeu também (Gênesis 3.6). O pecado havia se consumado, e a morte entrado no homem pelo pecado. O paraíso que Deus havia confiado ao homem para o guarda e proteger, ele acabava de perder, vindo a ser o seu escravo de satanás.
            A promessa de viver eternamente havia se encerrado definitivamente pela prática pecado. O homem estava morto, não só espiritualmente, mas também a morte física, por esta razão a palavra do Senhor na carta aos Romanos 6.23 diz: O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida a vida eterna.
            Deus amaldiçoou a serpente e disse: Porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar (Gênesis 3.15). A mordomia que o Senhor preparou para ao homem também havia acabado, em Gênesis 3.19 disse Deus: No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes a terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornará.  A sua morte física também estava determinada.
            E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida (Gênesis 3.24).
Com a inimizade criada com Deus, o homem que fora criado para dominar e viver eternamente estavam definitivamente separados de Deus pela sua insubordinação. O Senhor colocou anjos ao redor do Paraíso impedindo que o homem, agora na condição de pecador vivesse eternamente.
            A terra foi amaldiçoada e com isso vieram todos os desajustes que vivemos hoje, o homem ficou vulnerável as enfermidades, dores e aflições. A fome, a miséria, e angústia passaram a fazer parte do cotidiano, satanás teve domínio sobre o homem que passou a viver sob a maldição do pecado. De dominador passou a condição de escravo, satanás de posse do império da morte, passou a assolar e afligir a humanidade.
            O homem, a maior obras das mãos de  Deus  sobre a terra, para tanto   o fez a sua própria imagem, conforme a sua  semelhança, o amor  de Deus por essa criatura é coisa imensurável, o Senhor o trata como a menina dos seus olhos, o Senhor Deus poderia tê-lo abandonado  no pecado pela sua desobediência e rebeldia, mas não o fez, apesar da sua tristeza e frustração, não desistiu de lhe dar  uma nova oportunidade para a salvação, ainda que para isso pagasse o mais alto preço, o preço do sangue do seu próprio filho.
            O Senhor havia preparado um plano para restabelecer a sua reconciliação (Gênesis 3.15), ofereceu o seu único filho em expiação, ainda que para isso houvesse derramamento de sangue para resgatar o homem da maldição do pecado e lhe ofertar novamente a libertação e a vida eterna.
            A exortação é um alerta para que estejamos atentos, satanás veio para matar, roubar e destruir, e ao contrário do que muitos imaginam, não surgi de forma arrepiante, com chifres, tridente, espalhando fogo por todos os lados. Ele se infiltra sutilmente, de maneira dissimulada, aparentando uma fruta boa para se comer, agradável aos olhos, desejável, e não nos deixa aperceber que aquela fruta com aparência agradável é uma armadilha que levará a morte, não só a morte material, mas principalmente a morte espiritual, e muitos, por não vigiar, têm sido sucumbidos pela astúcia do diabo.

O CONCERTO DE DEUS COM ABRAÃO

            Mas Deus na sua infinita misericórdia, mesmo depois da desobediência do homem, nunca desistiu de amá-lo, sempre tentando aproximação com o homem, escolheu para si um povo especial, os descendentes do Patriarca Abraão, o nosso pai na fé, para herdar a terra prometida.
            E ainda no livro de Gênesis 17.1-10, narra que sendo, pois Abrão da idade de 99 anos apareceu o Senhor a Abrão, e disse-lhe: “Eu sou o Deus Todo-poderoso, anda em minha presença e sê perfeito. E porei o meu concerto entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente. Então caiu Abrão sobre o seu rosto e falou Deus com ele dizendo:
Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e será o pai de uma multidão de nações. E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome, porque por pai da multidão de nações te tenho posto.
            E te farei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti.  Este é o meu concerto, que guardarei entre mim e vós, e a tua semente depois de ti: Que todo o macho será circuncidado.
            Deus disse mais a Abraão: Gênesis 17.15-19: A Sarai tua mulher não chamará mais pelo nome de Sarai, mas Sara será o seu nome; Porque eu a hei de abençoar, e te hei de dar a ti dela um filho, e abençoarei, e será mãe das nações, reis de povos sairão dela (Gênesis 17.15-19).
            Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E conceberá Sara da idade de noventa anos?   E disse Abraão a Deus: Oxalá que vivo Ismael (filho de Abraão com a serva Agar) diante de teu rosto!
            E disse Deus a Abraão: Na verdade, Sara tua mulher te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei o meu concerto, por concerto perpétuo para a sua semente depois dele. E quanto a Ismael também te tenho ouvido, eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente, doze príncipes gerará e dele farei uma grande nação.  “O meu concerto, porém estabelecerei com Isaque, o qual Sara te dará neste tempo determinado, no ano seguinte”

SACRIFÍCIOS E HOLOCAUSTOS NÃO AGRADARAM A DEUS

            O separou o povo de Israel, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, e deu-lhes uma lei pelo ministério do seu servo Moisés, porém, tendo a lei, a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, já indicava que somente pelo derramamento de sangue (Levíticos Cap. 1, 3, 4...) seriamos reconciliados com Deus e alcançaríamos a salvação da vida eterna.
            O sumo sacerdote, ele sozinho, entrando no santuário uma vez por ano, não sem sangue, oferecia sacrifício, por si e pelos pecados de ignorância do povo. Mas os holocaustos e sacrifícios não agradaram ao Senhor, o qual disse:
            I Samuel 15.22 – Tem por ventura o Senhor, tanto prazer em holocausto e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que sacrificar.
            Isaías 1.11 - De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? Diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes.
            Desde o antigo testamento, os homens que temiam e amavam a Deus buscavam agradar-lhe com holocausto e expiação de animais, tendo sido estabelecido esse sacrifício pela lei, a qual veio como um simbolismo das coisas que haveriam de acontecer, e, pelos sacrifícios de animais, o Senhor figurava de antemão a expiação do sangue do seu filho Jesus Cristo que viria para remir o homem dos pecados, e lhes ofertar a vida eterna. Vejamos:
            Hebreus 9.11, 12 - Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuro, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.

Estudo realizado pela Rede Social Cristo é a Verdade
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