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22 de dezembro de 2013

ECUMENISMO E O QUE DIZ A PALAVRA DO CRIADOR

ECUMENISMO E A VONTADE DE DEUS
 
Parece uma coisa tão bonita. Pessoas de religiões diferentes convivendo em paz, fazendo encontros especiais, falando bem dos outros e das religiões diferentes. Temas de paz, compreensão e amor ao próximo são bons e importantes. O discípulo de Cristo deve abraçar os movimentos ecumênicos? Esta tendência representa o caminho certo para servir a Deus no século XXI?
Neste artigo, vamos abordar as seguintes questões: O que é o ecumenismo?  O que é o pluralismo? O que Deus diz sobre estas ideias?  Como devemos agir diante destas tendências?
 O que é o ecumenismo?
 A mesma palavra pode ter sentidos diferentes. O termo “ecumenismo” é usado de maneiras diferentes em diversos contextos. Pode se referir aos movimentos que promovem “ecumenismo cristão”, fraternidade entre as religiões chamadas cristãs. Algumas organizações procuram relações entre protestantes, outras entre católicos e protestantes, etc. Um sentido mais abrangente, chamado, às vezes, de macro-ecumenismo, representa movimentos para paz, tolerância e união entre as diversas religiões – católicas, protestantes, budistas, hinduístas, judeus, muçulmanos, etc.
Estes movimentos envolvem vários níveis ou aspectos. Manchetes falam de reuniões entre líderes religiosos para promover a tolerância e a compreensão. Várias organizações religiosas, às vezes, juntam forças para realizar obras sociais e culturais. Outras iniciativas buscam minimizar diferenças teológicas e doutrinárias, dizendo que as diversas religiões são boas e igualmente válidas e que todas buscam os mesmos benefícios para os homens.
Podemos ver um exemplo que ilustra o objetivo de tais iniciativas no trabalho do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP). Conforme o site dela na Internet, esta organização oferece um curso que inclui “Panorama histórico de espiritualidade nas tradições religiosas: cristã, islâmica, budista, africana, indígena e wiccana com participação em celebrações religiosas... e participações em celebrações religiosas nas tradições: hinduísta e judaica”. Um participante do curso recentemente escreveu: “E como é parte do diálogo, no qual eu acredito, podemos durante o curso participar de momentos celebrativos das diversas religiões, entre elas: Umbanda, Candomblé, Judaísmo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo.” Ele cita as regras do ecumenismo apresentadas no curso, uma delas dizendo: “Eventualmente, cada participante do diálogo deveria ter uma experiência da religião do outro – por dentro” (Antônio Ryscak, da Igreja Anglicana).
 O que é o pluralismo?
 O pluralismo é integralmente interligado ao ecumenismo. É a ideia de não existir verdade absoluta, assim aceitando “verdades” divergentes como igualmente válidas. Se aplicasse a mesma noção na sala de aula, uma professora elogiaria um aluno que respondesse que 2 + 2 = 4, e daria a mesma aprovação para outro que dissesse que 2 + 2 = 8. Cada um tem a sua própria verdade.
No “ecumenismo cristão”, pessoas de igrejas diferentes aplicam o pluralismo para decidir que algumas doutrinas são essenciais, enquanto outras são sujeitas à interpretação, tradição e opiniões próprias. Desta maneira, podem achar essencial acreditar na morte e ressurreição de Jesus, mas não importante aceitar o que ele diz sobre o batismo. Podem dizer que é importante acreditar em Jesus, mas não precisa, necessariamente, acreditar nos milagres ou nos ensinamentos dele.
No “macro-ecumenismo”, o pluralismo iguala tantas doutrinas diferentes que as únicas verdades universais são algumas noções muito generalizadas. Por exemplo, é importante promover a paz, o amor e a felicidade dos seres humanos. Passando destas ideias básicas, já entrariam em conflito.
Em geral, quanto mais abrangente o ecumenismo, menor a “verdade”.
O que Deus diz?
Quando ecumênicos procuram aprovação de Deus, sempre destacam o amor dele, que é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4:8). Mas, para tentar justificar a união do sagrado com o profano, esquecem-se da santidade dele, outro aspecto fundamental de seu caráter (Apocalipse 4:8). O ecumenismo depende de uma teologia desequilibrada.
No Velho Testamento, Deus sempre exigia pureza, santificação e separação das outras religiões. Antes de subir a Betel (casa de Deus), a família de Jacó teve que lançar fora seus “outros deuses” (Gênesis 35:2). Deus falou para Israel não ter nenhum outro Deus (Êxodo 20:1-3), e exigia uma intolerância absoluta em relação aos outros (falsos) deuses (Êxodo 22:20; 23:24). Adoração de qualquer outro deus é vista como desvio do Senhor (Êxodo 32:8; Juízes 2:12; 10:6). Josué insistiu na importância de servir somente o Deus verdadeiro, rejeitando os falsos deuses dos outros povos (Josué 24:14-15). Homens fiéis recusavam servir outros deuses, mesmo quando foram ameaçados de morte (Daniel 3:18).
No Novo Testamento, Deus exige a mesma pureza e santificação. Servir falsos deuses é voltar á escravidão (Gálatas 4:8-9). Por isso, devemos nos guardar dos ídolos (1 João 5:21; 1 Coríntios 10:14), pois a idolatria é um pecado que impede acesso ao reino de Deus e leva à condenação eterna (1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:7-8). Os ensinamentos da Nova Aliança não somente condenam a idolatria, mas toda e qualquer forma da impureza (2 Coríntios 6:14 - 7:1). Qualquer um que nos incentiva a aceitar doutrinas que não vêm de Jesus Cristo deve ser rejeitado (Gálatas 1:6-11; 2 João 9).
Como devemos agir?
Podemos ser pessoas santas num mundo influenciado pelo pluralismo e o espírito ecumênico? Como viver para agradar a Deus neste ambiente de compromisso e desrespeito pela verdade única que ele revelou? Consideremos alguns princípios bíblicos que mostram o que devemos fazer: Procurar viver em paz com todas as pessoas, amando como Jesus amou (Romanos 12:18);  Seguir a doutrina revelada por Jesus e seus apóstolos, como o fizeram os primeiros discípulos (Atos 2:42; Efésios 4:14-15); Pregar a mensagem da salvação oferecida exclusivamente por meio de Jesus (Atos 4:12);  Conhecer e pregar o único caminho à salvação por meio de Jesus Cristo crucificado (1 Coríntios 2:1-5; 2 Timóteo 4:1-4);  Rejeitar aqueles que ensinam outras doutrinas (Romanos 16:17-18); ‘ Manter a nossa separação e santidade (1 Pedro 1:16; Hebreus 12:14).
A importância da escolha certa
A pesar das palavras suaves de líderes de diversas igrejas e religiões, o servo de Deus precisa escolher entre o certo e o errado. Os verdadeiros líderes espirituais – as pessoas escolhidas por Deus para guiar o seu povo – não apoiam o pluralismo e o ecumenismo.
 ● Moisés, o libertador dos israelitas, não foi ecumênico (Deuteronômio 30:15-20).
 ● Josué, o homem que guiou o povo na conquista da terra prometida, não foi ecumênico (Josué 24:14-15).
 ● O apóstolo Pedro não foi ecumênico (Atos 2:36; 4:12).
 ● O apóstolo Paulo não foi ecumênico (Colossenses 2:20 - 3:4).
 ● Jesus Cristo, o Filho de Deus, não é ecumênico (Mateus 7:13-14).
 Amor ao próximo
 Rejeitar o pluralismo e o ecumenismo não reflete falta de amor. O verdadeiro amor busca a verdade (1 Coríntios 13:6), e sabe que a verdade nos liberta (João 8:32). Não salvaremos ninguém se tornarmos “cúmplices nas obras infrutíferas das trevas” (Efésios 5:11). Se tivermos amor, falaremos e seguiremos a verdade, pois assim alcançaremos a salvação e conduziremos outros à mesma bênção da comunhão eterna com o único e verdadeiro Deus (Efésios 4:15; 1 Timóteo 4:16). Se você ama a Deus e ama ao próximo, não seja enganado pelas falsas e perigosas noções do pluralismo!
Postado por Edinêr
Dennis Allan

17 de dezembro de 2013

O GRANDE SACERDOTE DO CRIADOR

HEBREUS - Todos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

A carta a seguir foi escrita ao povo hebreu, mas que serve para o nosso entendimento nos dias de hoje, mesmo tendo sido gentios na carne, mas pela benevolência do Criador fomos adotados para compormos os que aguardam a segunda vinda no Messias e sermos levados para a Morada Celestial.


A coisa mais importante de tudo o que estamos dizendo tem a ver com o sacerdote que nós temos: Ele é o Grande Sacerdote que está sentado no céu, do lado direito do trono do Criador, o Todo-Poderoso.

Ele faz o seu serviço no Lugar Santíssimo, na verdadeira Tenda, que foi armada pelo Criador e não por seres humanos.

Todo Grande Sacerdote é escolhido para apresentar ao Criador as ofertas e os sacrifícios de animais, e por isso é necessário que o nosso Grande Sacerdote tenha também alguma coisa para oferecer.

Se ele estivesse na terra, não seria sacerdote, pois existem sacerdotes que apresentam as ofertas de acordo com a Lei de Moisés.

O trabalho que esses sacerdotes fazem é, de fato, somente uma cópia e uma sombra do que está no céu. Foi isso que aconteceu quando o Criador falou com Moisés. Quando Moisés estava para construir a Tenda, o Criador disse: “Tenha cuidado para fazer tudo de acordo com o modelo que eu lhe mostrei no monte.”


Mas, de fato, o Salvador foi encarregado de um serviço sacerdotal que é superior ao dos sacerdotes. Pois a aliança que ele conseguiu é melhor porque ela se baseia em promessas de coisas melhores.

Pois, se a primeira aliança tivesse sido perfeita, não seria necessária uma nova aliança.

Mas O Ciador vê que o seu povo é culpado e diz: “Está chegando o tempo, diz o Altíssimo, em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá”.

Essa aliança não será como aquela que eu fiz com os antepassados deles, no dia em que os peguei pela mão e os tirei da terra do Egito. Não foram fiéis à aliança que fiz com eles, e por isso, diz o Criador, eu os desprezei.

Quando esse tempo chegar, diz o Criador, farei com o povo de Israel esta aliança: Eu porei as minhas leis na mente deles e no coração deles as escreverei. Eu serei o Criador deles, e eles serão o meu povo.

Ninguém vai precisar ensinar o seu conterrâneo nem o seu parente, dizendo: ‘Procure conhecer o Criador.’ Porque todos me conhecerão, tanto as pessoas mais humildes como as mais importantes.

“Pois eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades.”

E, quando o Criador fala da nova aliança, é porque ele já tornou velha a primeira. E o que está ficando velho e gasto vai desaparecer logo.
A primeira aliança tinha leis sobre a adoração e tinha também um santuário construído por seres humanos, onde se adorava ao Criador.

Foi armada uma Tenda, dividida em duas partes. Na parte da frente, chamada Lugar Santo, ficavam o candelabro e a mesa com os pães oferecidos ao Criador.

Atrás da segunda cortina ficava a parte que era chamada de Lugar Santíssimo.

Ali estava colocado o altar de ouro onde era queimado o incenso, e também estava colocada a arca da aliança, toda coberta de ouro. Dentro da arca estavam a vasilha de ouro com o maná, o bastão de Arão, do qual tinham saído brotos, e as duas placas de pedra com os mandamentos escritos nelas.

Em cima da arca, representando a Presença Divina, estavam os querubins, com as suas asas abertas sobre o lugar onde os pecados eram perdoados. Mas agora não é o momento de explicar os detalhes dessas coisas.

Depois de tudo isso ter sido preparado, os sacerdotes entram todos os dias na parte da frente da Tenda, que é o Lugar Santo, para cumprir os seus deveres religiosos.

Mas somente o Grande Sacerdote entra na parte de trás, que é o Lugar Santíssimo, e isso apenas uma vez por ano. Ele oferece ao Criador o sangue de animais, em favor de si mesmo e também pelos pecados que o povo cometeu sem saber que estava pecando.

Por meio disso tudo, o Espírito Santo nos ensina, de modo bem claro, que a entrada para o Lugar Santíssimo ainda não foi aberta enquanto a parte da frente, que é o Lugar Santo, continuar sendo usada.

Isso é um símbolo para hoje. Quer dizer que as ofertas e os sacrifícios de animais oferecidos ao Criador não tornam perfeito o coração das pessoas que o adoram.

Essas ofertas e sacrifícios têm a ver somente com comida, com bebida e com várias cerimônias de purificação. São regras externas que têm valor somente até que o Criador renove todas as coisas.

Mas Cristo veio como o Grande Sacerdote das coisas boas que já estão aqui. A Tenda em que ele serve é melhor e mais perfeita e não foi construída por seres humanos, isto é, não é deste mundo.

Quando o Salvador veio e entrou, uma vez por todas, no Lugar Santíssimo, ele não levou consigo sangue de bodes ou de bezerros para oferecer como sacrifício. Pelo contrário, ele ofereceu o seu próprio sangue e conseguiu para nós a salvação eterna.

O sangue de bodes e de touros e as cinzas da bezerra queimada são espalhados sobre as pessoas impuras, e elas ficam purificadas por fora.

Se isso é assim, imaginem então quanto maior ainda é o poder do sangue do Salvador! Por meio do Espírito eterno ele se ofereceu a si mesmo ao Criador como sacrifício sem defeito. E o seu sangue nos purifica por dentro, tirando as nossas culpas; assim podemos servir ao Criador vivo, pois já não praticamos cerimônias que não valem nada.

Portanto, é o Salvador quem consegue fazer uma nova aliança, para que os que foram chamados pelo Criador possam receber as bênçãos eternas que o próprio Criador prometeu. Isso pode ser feito porque houve uma morte que livrou as pessoas dos pecados que praticaram enquanto a primeira aliança estava em vigor.

Onde há um testamento, é necessário provar que a pessoa que o fez já morreu.

Pois o testamento não vale nada enquanto estiver vivo quem o fez; só depois da morte dessa pessoa é que o testamento tem valor.

É por isso que a primeira aliança entrou em vigor somente com o uso do sangue de animais.

Em primeiro lugar, Moisés anunciou ao povo todos os mandamentos conforme estavam na lei. Depois pegou o sangue dos bezerros e dos bodes, misturou com água e borrifou o livro da lei e todo o povo, usando lã tingida de vermelho e hissopo.

Então disse: “Este é o sangue que sela a aliança, que o Criador mandou vocês obedecerem.”

Da mesma forma Moisés também borrifou sangue sobre a Tenda e sobre todos os objetos usados na adoração.

De fato, de acordo com a lei, quase tudo é purificado com sangue. E, não havendo derramamento de sangue, não há perdão de pecados.

Essas coisas, que eram cópias das realidades celestiais, deviam ser purificadas desse modo; mas as próprias coisas celestiais exigem sacrifícios bem melhores.

O Salvador não entrou num Lugar Santo feito por seres humanos, que é a cópia do verdadeiro Lugar. Ele entrou no próprio céu, onde agora aparece na presença do Criador  para pedir em nosso favor.

O Grande Sacerdote entra, todos os anos, no Lugar Santíssimo, levando consigo sangue de um animal. Porém o Salvador não entrou para se oferecer muitas vezes.

Se fosse assim, ele teria de sofrer muitas vezes desde a criação do mundo. Pelo contrário, uma vez por todas ele apareceu agora, quando os tempos estão chegando ao fim, para tirar os pecados por meio do sacrifício de si mesmo.

Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada pelo Criador.

Assim também o Salvador foi oferecido uma só vez em sacrifício, para tirar os pecados de muitas pessoas. Depois ele aparecerá pela segunda vez, não para tirar pecados,

  MAS PARA SALVAR AS PESSOAS QUE ESTÃO ESPERANDO POR ELE.


Fonte de pesquisa - A Bíblia - SBB

15 de dezembro de 2013

O SALVADOR ENSINAVA POR MEIO DE PARÁBOLAS.

PORQUE JESUS FALAVA POR PARÁBOLAS?

Parábola: Vocábulo que se origina da palavra grega Parabolé, que significa alegoria ou exposição de um pensamento sob forma figurada. Ficção que representa um objeto para dar ideia a outro, no qual se conclui uma verdade.

O capítulo 13 de Mateus relata que, tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar; e ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia. E falou-lhe de muitas coisas por parábolas.... (Mateus 13.1-2).

 Nessa ocasião, tendo Jesus concluído a sua parábola, foi indagado por seus discípulos, a respeito desse método tão utilizado por Ele, quando falava sobre o Evangelho do Reino. Disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?

Observemos com muita atenção a resposta do Mestre, pois nela está contida uma grande revelação:

Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso, lhes falo por parábolas, porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem, nem compreendem.

E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis e, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviu de mal grado com seus ouvidos e fechou os olhos, para que não veja, e ouça com os ouvidos, e compreenda com o coração, e se converta, e eu o cure.

Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem, porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes e não o viram, e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram”. (Mateus 13: 11-17).

Que homem é capaz de compreender os segredos de Deus, os quais estão ocultos em mistério? Porque não há outra forma receber a sabedoria espiritual e o discernimento da Palavra, se não for através do Espírito Santo de Deus. A própria Palavra do Senhor recomenda que, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá liberalmente.

Qualquer que ler este texto sem o discernimento espiritual poderá até pensar que Deus faz acepção de pessoas, pois a uns dá a conhecer os mistérios do Reino, e outros não. Entretanto, não é essa a mensagem revelada por Jesus Cristo aos seus discípulos, pelo contrário, a verdade veio para todos, mas apenas os remanescentes a receberam.

O motivo de muitas pessoas não compreenderem a linguagem do Mestre, deve-se ao fato de que a Palavra de Deus é viva e por isso não pode ser ensinada, e sim, revelada a tantos quantos o Filho quiser revelar. E como o Pai abomina o coração altivo, a verdade revelada alcança somente àqueles que são humildes, cujo coração é puro, pois os que se estribam em seu próprio entendimento e querem ser grandes, endurecem os seus corações, impedindo que entre ali o Espírito Santo de Deus, o qual foi enviado por Jesus Cristo,  Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência  (Colossenses 2.3).

Este é o mesmo de quem falou Jesus: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar, de tudo quanto vos tenho dito. (João 14.26).

Mas muitos, ao invés de serem esclarecidos por Ele, buscam ensinamentos espirituais nos bancos escolares, como se fora isto possível; onde o professor não é o Espírito de Deus, mas o homem, que pensando saber alguma coisa, não consegue ensinar nem a si mesmo.

Observando atentamente para o governo religioso atual, é possível perceber que, não são apenas os menos favorecidos das instituições religiosas eclesiásticas que apresentam dificuldade quanto à compreensão do evangelho de Jesus Cristo, pois seus próprios líderes demonstram total desconhecimento daquilo que se discerne espiritualmente.

Homens que não conhecem o significado espiritual das Palavras do Mestre, porque tem o coração endurecido e receberam a Palavra de mal grado. Destes, diz a palavra:  Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. (II Timóteo 3:7-8).

Mas Jesus disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim te aprouve. E ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar (Mateus 11.25-27).

A unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas (João 2.27).

E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. (Hebreus 8.11).

As escrituras, como um todo, tem uma nobreza infinita, mas as parábolas do Senhor são algo realmente fascinante, porque Ele usava as coisas simples deste mundo para mostrar a grandeza do Reino dos Céus.

Certa vez, um dos discípulos perguntou-lhe: Quem é o maior no Reino dos céus?  E Jesus, chamando uma criança, a pôs no meio deles, e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças; de modo algum entrareis no Reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos céus. (Mateus 18: 2-4).

Se alguém possui esse atributo e tem o coração como o coração de uma criança, então certamente é um autêntico servo de Deus. Se, porém, ainda não o possui, faz-se necessário que se converta verdadeiramente dos seus maus caminhos e conheça o Pai por intermédio de seu Filho Jesus Cristo, o qual levou sobre si todas as nossas culpas, e somente por Ele podemos ter um coração limpo; sem desejo de vingança; desprovido da malícia; que não cobiça o alheio; que é isento da lascívia, idolatria, avareza, inveja, ciúmes, inimizade, ira, vícios, contendas e heresias; pois a Palavra declara que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino do Céu.

Outra parábola que me deixa maravilhado consta em Mateus 23.37, onde o Senhor disse: Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e tu não quiseste!

Amados, observem a sabedoria do Mestre e a imensurável grandeza do seu amor para com homem, mesmo sendo este pecador. Vejam como Ele desejava protegê-lo:

Quem já morou em sítio, conhece a forma que a galinha protege os seus pintinhos, a qual, apesar de ser um animal frágil e inofensivo, enfrenta qualquer desafio para defender os seus filhotes; nada a faz recuar; mas encara qualquer fera, expondo ao risco a sua própria vida. Seja diante das intempéries da natureza, como chuva, geada ou tempestade, ela se expõe a mercê da sorte, mas protege todos os seus filhotes embaixo das suas asas, a fim de que nenhum mal lhes aconteça. É algo fascinante, só mesmo o nosso Senhor poderia nos mostrar com tanta sabedoria e singeleza, e a grandeza do seu amor para conosco.

As parábolas de Jesus têm muito a nos ensinar, mas é preciso que aquele que ouve, ou lê, conheça a Deus verdadeiramente, e isto, somente é possível através de Jesus Cristo, seu Filho, pois do contrário, ainda que, alguém seja catedráticos na letra, e detenha todo o conhecimento humano relacionado às escrituras, estará inutilmente, honrando e servindo a um Deus desconhecido.

O QUE SIGNIFICA HONRAR A UM DEUS DESCONHECIDO?

Atos 17.16-23, narra um episódio bem interessante que ocorreu na cidade de Atenas, enquanto Paulo esperava pela chegada de Silas e Timóteo. Diz o texto que o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria, e por isso lhes anunciava a Jesus e a ressurreição.

Tendo Paulo sido levado ao tribunal por alguns que contendiam com ele, sob acusação de lhes anunciar uma nova doutrina, falou ousadamente do meio do Areópago (conselho de membros da aristocracia ateniense):  
 Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio (Atos 17: 22-23).

Amados, isso também acontece hoje em nosso meio, pois quando anunciamos a graça do nosso Redentor; o Evangelho que traz descanso para alma; liberta o homem do jugo da servidão e o conduz à salvação eterna, livre dos mitos, tradições humanas, liturgias, e, principalmente do pesado fardo do dízimo; também nos acusam de anunciarmos uma nova doutrina, demonstrando que, assim como aqueles homens atenienses, estes também adoram a um deus desconhecido.

Mas esse “deus” que eles adoram sem O conhecer, pois não fazem a sua vontade, é o Cristo vivo, ressurreto, que anunciamos de graça, porque Ele mesmo já pagou o mais alto preço pela nossa salvação na cruz, pela aspersão do seu próprio sangue.

 Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça  (Romanos 11.6).

Poucos conseguem discernir espiritualmente a grande divisão que separou a Velha Aliança, constituída de rituais e formalidades cerimoniais, do Novo Testamento, o qual é regido pelo evangelho da graça de Cristo, de onde nos vem salvação eterna pelo sangue do nosso Redentor.

E por que não compreendem a verdade? Isto acontece, porque tais homens procedem da mesma forma que os escribas e fariseus procederam diante da acusação contra Estevão, homem cheio do Espírito Santo, que deu testemunho da glória de Deus, pois viu o Céu aberto e o Filho (Jesus) sentado à destra do Pai. Diante de tamanha glória, eles taparam os seus ouvidos para não ouvir a voz do Espírito Santo, e apedrejaram o homem santo de Deus até a morte.

CUMPRINDO-SE AS PROFECIAS

Todas estas coisas aconteceram em cumprimento à Palavra de Deus; e o nosso Senhor, que conhecia muito bem as escrituras, assim como a natureza do coração humano, em nada se admirou, apenas compadeceu-se de todos, ao ponto de chorar quando se aproximou de Jerusalém, dizendo: Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos (Lucas 19.42).

Isaias profetizou dizendo: O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono: olhos para não verem e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje (Romanos 11.7, 8).

Porque este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim,em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens (Mateus 15.7, 8).

Segundo o relato de João 7.1-5, estando próximo da festa dos judeus, conhecida como Festa dos Tabernáculos, os irmãos de Jesus lhe disseram:  Sai daqui e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes essas coisas, manifesta-te ao mundo. Porque nem mesmo seus irmãos criam nele.

Amados, analisem como é complexa a incredulidade; os irmãos do Senhor o acompanhavam, conheciam suas obras, e ainda assim criam que Ele era o Messias, vindo de Deus para salvar o homem do pecado e da morte.

Imaginem a nossa pequenez. É indispensável que estejamos em vigilância constante, orando em todo tempo com ações de graça, para que não entre dúvidas em nossos corações e venhamos a cair da graça.

Sabemos pelas escrituras, que muitos serão chamados, mas pouco os escolhidos. E quem são os escolhidos do Senhor? São aqueles que não endureceram o coração, e não taparam os ouvidos para ouvir a voz do Espírito Santo de Deus; esses herdarão o Reino de Deus e cearão com Jesus no grande dia das Bodas do Cordeiro.

Disse Jesus: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.

Portanto, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração (Hebreus 3.7, Porque a Palavra alerta: Não sede somente ouvintes, mas, cumpridores da Palavra, e  não vos enganeis com falsos discursos. Porque, se alguém é somente ouvinte da Palavra e não cumpridor é semelhante ao varão que contempla o seu rosto natural  ao espelho, mas aquele,  que atenta  para a lei não sendo ouvinte esquecido,  fazedor da obra, este tal será bem-aventurado (I Tiago 1.19-23).

Apocalipse 3.20, disse Jesus: Bem aventurado aquele que lê, e os que ouvem as Palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

Louvai ao Senhor!

Encontrada do site: CRISTO É A VERDADE

Por: Carvalho Servo do Altíssimo

12 de dezembro de 2013

O DOM DEVE TER PRAZO DE VALIDADE

Efésios 4

Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,

O apóstolo Paulo escrevia e pedia com insistência e humildade; suplicava aos efésios que vivessem com o talento especial para o exercício de certa profissão ou atividade que cada um tivesse. Que nenhum se manifestasse superior a outro porque todos deverão ser tratados com igualdade, conforme ensinam as Escrituras.

com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,

A expressão suportar na passagem supracitada se refere a que cada um der suporte ao outro que necessitasse, sem superioridade, mas com igualdade.

esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;
há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação;
há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.

Subjugar o irmão é ir de encontro às Escrituras. Devemos ter no entendimento que só há um superior a todos: O Criador e um só mediador que é seu filho o Messias, HOMEM.

E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo.

O nosso Salvador é possuidor de todos os dons, mas proporcionalmente ele deu dom a cada um de nós. Um dom não é melhor que outro. Existe uma proporcionalidade com relação ao dom pleno daquele que por nós se deixou sacrificar no madeiro.

Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.

Quando o nosso Salvador ressuscitou levou com ele as correntes que aprisionavam aqueles que eram tratados como inferiores. Não mais existe a figura do sacerdote que mediava o homem e o Criador. Esta função é exclusiva do Messias e de mais ninguém.

Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido até às regiões inferiores da terra?
Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.
E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,

O verbo conceder se encontra no Pretérito Perfeito (Que já passou ou aconteceu). 

Nós só tivemos 12 (doze) apóstolos nas Escrituras; os profetas duraram até o aparecimento de João Batista, que era um pastor de verdade, porque anunciou a chegada daquele que por nós se deixou matar. Existiam também aqueles que com o apóstolo Paulo ensinavam as Boas Novas, mas foram mortos porque pregavam o verdadeiro evangelho, como aconteceu como Silas, Timóteo, Barnabé e muitos outros. E o outro grupo se refere àqueles que eram da Lei de Moisés, que matou cruelmente o nosso Salvador.

com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,
até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,

Até que tem o sinal de que tudo tem prazo de validade.

para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

Na prática, vemos alguns que tem o dom de ensinar matemática, mas todos os anos os alunos que são aprovados passam para outros níveis com novos professores. O pedreiro quando termina de construir uma obra parte para outra e assim continua. Já a função de “pastor” é diferente, ou seja, as “ovelhas” nunca concluem o aprendizado. Entra ano sai ano e elas sempre são sujeitas ao mesmo “pastor”. Não podem sair. Estranho, não? É o único dom que não tem prazo de validade.

Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,
de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.
Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos,
obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração,
os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza.
Mas não foi assim que aprendestes a Cristo,
se é que, de fato, o tendes ouvido e nele fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus,
no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano,
e vos renoveis no espírito do vosso entendimento,
e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.
Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira,
nem deis lugar ao diabo.
Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.

Aqui estamos diante de uma triste passagem em que o apóstolo Paulo pede para que cada um de nós trabalhe usando as próprias mãos de sorte que, se necessário, ajudar uns aos outros.

O que vemos hoje é bem diferente: Cada 100 (cem) trabalhadores 10 (dez) trabalham gratuitamente para colocar nas mãos de 1 (um) que não trabalhou. Exemplificando, temos o seguinte cálculo: 100 pessoas trabalham e cada uma delas ganha R$ 1.000,00 (um mil reais) perfazendo um montante de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Se falarmos no falso dízimo de 10% o que não trabalhou vai ficar com R$ 10.000,00 (dez mil reais) e cada um dos 100 vai ficar com R$ 900,00 (novecentos reais). Se você acha justo, continue, mas se for despertado no entendimento (no espírito), saia dela. 

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.
E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.
Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia.
Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.

Leia a bíblia linearmente.